sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Sexo frágil?

Mamãe e papai estão vendo TV quando mamãe diz: " Estou cansada e está ficando tarde. Acho que vou me deitar". Ela vai para a cozinha fazer sanduíches para o almoço do dia seguinte, lava as panelas do jantar, tira a carne do congelador para o jantar do dia seguinte, verifica o nível da caixa de cereais, enche o pote de açúcar, coloca as colheres e as tigelas na mesa e deixa o bule pronto para passar o café da manhã seguinte. Então ela coloca algumas roupas molhadas na secadora, põe um lote de roupas sujas na lavadora, passa uma camisa e costura um botão solto. Ela recolhe as peças do jogo deixadas sobre a mesa e coloca a agenda de telefones de volta na gaveta.
Ela rega as plantas, esvazia uma cesta de papéis e pendura uma toalha para secar. Boceja, se espreguiça e vai para o quarto. Ela para perto da escrivaninha e escreve um bilhete para a professora, conta algum dinheiro para a excursão da escola e retira um caderno debaixo da cadeira. Ele assina um cartão de aniversário para uma amiga, coloca o endereço no envelope e faz uma lista rápida de supermercado. Põe ambos perto de sua bolsa.
Então mamãe coloca creme no rosto, passa o hidratante no corpo, escova os dentes e passa o fio dental, e corta as unhas. O marido chama: "Pensei que você fosse se deitar". "Estou indo", diz ela. Põe um pouo d'água no pote do cachorro e coloca o gato pra fora, então verifica as portas se estão trancadas. Dá uma olhada em cada um dos filhos e desliga um abajur, pendura uma camisa, joga um par de meias no cesto de roupa suja e conversa brevemente com um dos filhos que ainda está acordado fazend o dever de casa. Em seu quarto, ela ajusta o despertador, retira as roupas para o dia seguinte e endireita a prateleira dos sapatos. Ele acrescenta três coisas à sua lista de tarefas para o dia seguinte.
A essa altura o marido desliga a TV e anuncia, para ninguém em especial: Vou me deitar". E vai.
Os homens têm muitos pontos fortes maravilhosos (...), têm habilidades que nós não temos, mas nós definitivamente, não somos o "sexo frágil"!
Retirei do livro A mulher confiante, de Joyce Meyer.

1 comentários:

Liliane Godoi disse...

PERFEITO... =)
Amo-te...

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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