quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ponto de equilíbrio

Achei, acho que achei!
Encontrei o cantinho impressionantemente belo e impalpavel onde a malha fina das emoções flutuantes não encontram pouso... A serenidade é boa. Nada ao redor que me perturbe, que me faça perder a calma, as estribeiras. Nada!
Nem aquela inadequação e insatisfação costumeiras... Nada. Nem frio nem calor nem fome nem fastio. Equilíbrio, como aquela moça suspensa sobre a corda no Circo. Sombrinha na mão, ela só olha para frente - para o alvo, para onde deve chegar.
É bom desfrutar dos momentos de trégua. Eu que o diga! Tenho motivo de sobra pra agradecer a Deus - por tudo! Principalmente porque eu tenho um alvo, porque sei onde vou chegar e junto comigo vou arrastar um monte de gente.
Certa vez ouvi alguém dizer que não era "coveiro" mas "parteiro" de sonhos. Me cai como uma luva a definição. Eu não quero jamais ser responsável por enterrar sonho de ninguém. Tem muita vida pulsando aqui dentro e enquanto eu caminhar sobre essa Terra meus caros, eu vou provocar a virada na vida das pessoas, soprar a brasa das fogueiras que estão quase apagando. Eu quero ver gente feliz a meu redor e vou continuar acrditando nisso, investindo nisso, trabalhando para isso - para que a existência aqui seja menos árdua, menos sofrida e para que o maior número possível de gente ao meu redor, se ache, se encaixe, se descubra, se olhe, se ame - ame - seja amado!!!
Etc, etc, etc...
Eu nasci para trazer vidas à luz! Parteira de almas! Enquanto os filhos (biológicos) não vêm, é bom reconhecer nas pessoas as marcas que eu tenho feito: um pedacinho de mim em cada um que eu olhar ou tocar ou falar.
Sou o que Ele me designou ser. Não aceito menos.
E até a outra ponta da corda, longo caminho...

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