segunda-feira, 29 de junho de 2009

"Os opostos se distraem;
os dispostos se atraem".
Só não pergunte a fonte. Quando eu lembrar quem disse, informo. rs

Kiss me

Eu já ia postar mas ele fez isso antes!

Presente do fim-de-semana.

Acertou em cheio porque eu amo a música.

Me deixou sem palavras...

domingo, 28 de junho de 2009

Trechinho

"Nossa necessidade emocional básica não é de nos apaixorarmos, mas ser verdadeiramente amado(a)s pelo outro.
*(...)
Precisamos ser amados por alguém que nos escolheu amar, vê em nós algo digno de ser amado. Esse tipo de amor exige esforço e disciplina. É a escolha que fazemos de usar a nossa energia em benefício da outra pessoa, sabendo que, se a vida dela for enriquecida por nosso esforço, nos sentimos satisfeitos - a satisfação de termos realmente amado alguém. Não exige a euforia da experiência da paixão.
Para falar a verdade, o amor verdadeiro não começa enquanto a experiência da paixão não tiver seguido o seu curso. Amor racional, volitivo, é o tipo de amor para o qual os sábios nos conclamam".
Estava eu pela manhã escrevendo umas cartas e conversando com a Pabline, quando notei que ela estava lendo o livro AS CINCO LINGUAGENS DO AMOR, do Gary Chapman. Esse livro foi escrito em várias versões e eu já tinha lido uma delas (AS CINCO LINGUAGENS DO AMOR DE DEUS). Esperei ela largar o livro de lado por um instante e, curiosa que sou, fui folhear. Abri bem na págiuna onde está escrito o trechinho acima. Gostei. Copiei numa folhinha pra postar. Aqui está. Casa direitinho com a definição de amor que eu aprendi - da forma mais dura.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Tudo o que eu preciso...

Esse eu recebi da Adriana Assunção... (Obrigada, amiga! O nosso projeto sai... Não se esqueça de que toda gestação tem seu tempo e suas dores. O nosso sonho está se transformando em algo maior, mais abrangente, mais sólido - esteja preparada para dar à luz em breve! rs).

O fato é que eu assisti o DVD que tem esse vídeo (alguns pedaços, equanto eu preparava algumas faixas para um evento ou coisa assim) há alguns meses. Nem lembrava direito mas ao reescutar essa música lembrei direitinho. Não só da melodia ou da letra mas do que essa frase significa pra mim: "Tu és tudo o que eu preciso". Lembrei do quanto isso pesa na minha vida todas as vezes em que eu levanto da cama e suspiro agradecida por mais um dia de vida. Lembrei de algumas tantas coisas que não fazem sentido pra mim, em mim ou nos outros - e que em última instância também não fazem a menor diferença porque eu tenho tudo o que eu preciso...

E lembrei também da sensação de orfandade (que foi embora)...

Da sensação de inadequação (que foi embora)...

Da falta de motivação pra viver (que foi embora)...

Das dores, das perdas, das culpas, das cobranças internas e externas (que foram embora e ainda vão não muito depois de reaparecerem)...

(...)

Lembrei de como é bom estar em silêncio (quando as vozes exteriores não me alcançam e eu consigo mais facilmente calar as minhas vozes interiores e naturalmente ouvir melhor a voz do Papai dizendo que me ama). Sim, o meu Paizinho é tudo o que eu preciso... E algumas vezes, até mesmo as pessoas que creem em Deus estranham a maneira simples que eu encontrei de falar com Ele e ouvir a Sua voz - simplesmente fecho os meus olhos, suspiro como se fosse a última respiração da minha vida e apenas digo: " - Pai..." O demais é simples, é natural e não importa se a conversa dura um minuto ou uma hora. Tudo entra no eixo. As respostas vem. A ansiedade dá lugar à serenidade e à confiança. Eu não preciso de mais nada.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

P.S.

Saudadezinha chata!
Mas que coisa...

Das últimas

Fim-de-semana passado estive pensando e lendo. Lendo e pensando. Não saí de casa quase que para nada. Contente por ter conseguido dar cabo a uma desordem infinita que esteve instalada nos meus aposentos. O ambiente era desolador... papéis por todos os cantos e lados, livros espalhados, sapatos e roupas fora de ordem, do lugar! Foi uma vitória e tanto... Alívio na alma por ter terminado um volume cuja leitura se arrastava há mais de mês. Quase desisti e larguei de mão. Só não o fiz porque comprei outro e a vontade de começar a ler o outro era muito grande mas a fidelidade aos compromissos que eu faço comigo mesma também também é. Me comprometi a não mais (ou evitar isso a todo custo) deixar alguma coisa pela metade em qualquer área dessa vida minha... Tem funcionado. E apliquei aos livros. Terminei um para então começar a ler o outro. E já terminei o outro, tamanha a voracidade!
Outra coisa que prometi a mim mesma foi ficar com a minha boca fechada maior parte do tempo durante este ano. Parece que eu carrego uma espécie de "marca": as coisas que falo não raras vezes são superdimensionadas e servem de base pra todo tipo de encrenca e confusão! Essa "promessa" já é mais difícil de cumprir mas tenho progredido até... difícil é quando eu relaxo... esqueço de vigiar! Pronto... Circo armado. Fiz isso algumas vezes de uns dias pra cá! Em alguns casos foi até divertido (putz! confessei...). Podia até ouvir os mais de perto comentando: "Vivi, essa sua franqueza pode ser um veneno." Nem tanto. Não dá é pra deixar de protestar contra o absudo - e ele acontece diante dos meus olhos todos os dias... Mas eu abri exceção! Falei! Falei! Falei! Talvez alguns tenham estranhado a minha postura mais contida, mais quietinha. Nem sei se volto a ser como era antes... Tá até bem interessante agora que eu preciso economizar energia!
E por falar nisso... Eu continuo cansada. Disposta mas cansada. Feliz mas cansada. Nem sei explicar e não explicaria se soubesse. Mas é um cansaço acumulado de talvez anos... Oito pra ser mais exata. Sem parar pra respirar. Cansaço que (parece) não vai embora assim facilmente. Sábado e domingo não dão conta de revigorar as minhas forças e quando chega a segunda-feira eu me pergunto por que o tempo tem que passar assim tão rápido depois de a gente entra na segunda dezena de anos de vida?????? (:P)
E o engraçado é que estive observando hoje - "brotaram" umas espinhas muito mal-vindas no meu rosto. Coisa mais sem propósito! Era só o que me faltava: começar a cultivar espinha na cara às portas dos meus 30 anos de idade!!!!!!! Ninguém merece.

Faça as contas

24 horas... Eu passo de 5 a 7 dormindo. Mais que isso muito raro. E um zilhão de coisas pra pensar, pra resolver, pra fazer, a fazer, por fazer... Me acudam os sábios. Me perdoem os mais chegados. Me corrijam os corretos. Um dia é precioso para mim! Mais que dinheiro. Mais que ouro.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Prends garde à toi!

Uma cena de filme que assisti na Faculdade durante uma das disciplinas que cursei na área das Artes, com a minha professora favorita! Eu vasculhava a lista de oferta procurando o nome dela e me matriculando sem nem querer saber do que se tratava. Já cheguei a me matricular dois semestres seguidos em uma mesma matéria por causa disso - e se tivessem deixado eu cursaria, mesmo que não me dessem os créditos!

Trata-se de uma ária da ópera Carmen, de Bizet, adaptada pro cinema pelo Saura em uma performance maravilhosa dos dois dançarinos. Amo!

''amour est enfant de Bohème, il n'a jamais, jamais connu de loi; si tu ne m'aimes pas, je t'aime: si je t'aime, prends garde à toi!"

quarta-feira, 17 de junho de 2009

...

E eu tava aqui pensando...
Foram uns cinco dias que passaram tão rápido que nem deu tempo de respirar, de pensar, de refletir sobre os últimos acontecimentos - muito menos de descansar! Comentei com a mana algumas coisas. Com uns e outros outras coisas mas parei para pensar (e postar).
Descobri que os amigos são (mesmo) tesouros inestimáveis e com eles a vida fica muito menos dura. Ai de mim se não fossem Isabela, Joelma, a Ket e tantas outras a quem eu recorro quando as coisas vão muito bem ou vão muito mal... A minha irmã já entra em outra categoria: Anjo da Guarda e não nesta lista porque é uma espécie de ser mais evoluído...
Descobri que a recompensa é certa quando não se deixa levar pela primeira impressão sobre (principalmente se for ruim) uma pessoa. "Todo mundo tem direito a uma segunda chance". Eu creio que bem mais... Os desertos sempre escondem fontes e as paisagens mais áridas geralmente abrigam as mais fantásticas formas de vida.
Parêntese>>> (Enquanto tecia as minhas reflexões sobre os acontecimentos dos dias recentemente vividos, volta e meia me comparecia à memória a imagem belíssima observada recentemente: a barba azulada crescendo, em contraste com a pele muito branca. E lembro que na ocasião eu fiquei por alguns segundos olhando... Certamente uma viagem!!! Eu não ando bem da cabeça, eu sei).
E aí sem mais, eu redescobri também que família é tudo de bom que uma pessoa pode desejar na vida. O resto é consequencia, como nós duas (eu e a mana) tiramos nossas conclusões na volta da viagem (eu detesto tirar conclusões). Mas essa foi por uma boa causa. Família é capaz de fazer com que um sem-graça qualquer que não tenha lá nenhuma habilidade fantástica se transforme em um sujeito produtivo e bem-sucedido... Teve almoço de família aqui em casa nesse FDS. Foi engraçado descobrir tirando fotos que eu, as minhas irmãs e primas - TODAS - temos o mesmo formato de queixo! Genética é algo incrível mesmo...
Pra finalizar a postagem meio nonsense (até jeitosa, considerando o avançado das horas), uma frase que colei de um blog afim>>>
A SAUDADE É UMA VADIA!
- Sim é isso mesmo que ela é - Concordei.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Sem musiquinha de fundo dessa vez.
Madrugada insone. Não é normal, mas também pra que eu ainda insisto que as coisas deveriam acontecer de maneira "normal" na minha vida se a realidade não me permite desfrutar de sequer um dia de rotina planejada e cumprida à risca?
Bobagem!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Cada um sabe dos gostos que tem
Suas escolhas, suas curas
Seus jardins...
De que adianta a espera de alguém?
O mundo todo reside
Dentro, em mim
Cada um pode com a força que tem
Na leveza e na doçura
De ser feliz.

domingo, 7 de junho de 2009

Pra quebrar o clima...

Oficina G3 - Meus próprios meios

sábado, 6 de junho de 2009

Para Gi :) com carinho

Futuros Amantes Chico Buarque Composição: Chico Buarque Não se afobe, não Que nada é pra já O amor não tem pressa Ele pode esperar em silêncio Num fundo de armário Na posta-restante Milênios, milênios No ar E quem sabe, então O Rio será Alguma cidade submersa Os escafandristas virão Explorar sua casa Seu quarto, suas coisas Sua alma, desvãos Sábios em vão Tentarão decifrar O eco de antigas palavras Fragmentos de cartas, poemas Mentiras, retratos Vestígios de estranha civilização Não se afobe, não Que nada é pra já Amores serão sempre amáveis Futuros amantes, quiçá Se amarão sem saber Com o amor que eu um dia Deixei pra você Chico Buarque-Futuros Amantes - Preferidas Marília
Gi, amiga... pra vc! Companheira das longas conversas via g-talk ou msn - sobre fatos, sobre coisas, sobre pessoas, sobre amores e desamores... "Não se afobe não, que nada é pra já..." Ou como disse o sábio em Eclesiastes, "Há tempo para todas as coisas..." Cabe a nós saber esperar (palavra dura) e aproveitar a hora quando ela vem. Carpe diem.

Hard day's night or a hard night's day

Quinta pra sexta, um sobressalto atrás do outro. O sono acumulado de dias não pôde ser recuperado. E incidentes durante a madrugada (nem vale a narrativa, mas era algo do tipo telefone tocando de madrugada com notícias ruins - que poderiam ter sido piores). Durante o dia, mau-humor e dor de cabeça.
À noite o que eu mais queria era dormir. Nem sair nem ver ninguém. Peguei os cobertores e fui pra sala onde esbocei alguma tentativa de ver algo na TV. Nada feito. Nem vi a mana chegar da faculdade. Chapei! Acordei 1:30h da manhã meio desorientada com a constatação de que não estava na minha cama, o que resolvi prontamente.
Manhã de sábado, quando me levantei cedinho, ao passar pela sala me deparei com uma princesinha dormindo no sofá onde eu estive ressonando hora atrás. Seria sonho? Não. Era real. Devem ter chegado tarde e ela acabou ficando pra dormir... Um tempinho depois eu aproveitei pra matar a saudade: dei "cheirinho" no cabelo loiro, espalhadinho no cobertor, enchi de beijinho e chamei pra tomar café... Exatamente do jeito que fazia há uns tempos atrás, quando ela costumava estar sempre por ali. Bateu uma saudade!
Pra finalizar, a música do Blind Melon que Alguém enviou pra mim dia desses. Muito tempo que não ouvia...
blind melon - no rain

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Control "C" + Control "V"

Copiei do blog da prima.
"A Ciência e a Religião não estão em desacordo. É que a Ciência ainda é muito jovem para compreender."
(Anjos e Demônios - Dan Brown)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Enfim SOS – parte II

Um parêntese para a postagem anterior. Enquanto eu digitava, visitei um blog que acompanho e me deparei com o folder do curso que eu queria muito fazer lá em São Paulo. Mas será o Benedito!? A viagem está marcada (confirmei hoje), ficou bem mais barato que eu pensei que ficaria, estou feliz à beça por voltar a Sampa e mais feliz porque em dose dupla: em julho e em dezembro. Julho: Ibirapuera. Dezembro: Campinas: madrinha de casamento da minha mais que amiga! É muita falta de sorte saber que o curso de Contador de Histórias que eu queria termina justamente no dia em que viajo para lá! Paciência... Hoje eu consegui resolver em parte o que tem me incomodado esses últimos dias. Chorei, esperneei, falei (só falei; não gritei nem esbravejei). Sensação de alívio. Parcial, mas alívio. Pelo menos ta menos complicado respirar. Amanhã termino (será?).

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Enfim, SOS

Leonardo Gonçalves - Um Dia
Voltei do fim-de-semana maluco. E que FDS mais FDP! Ops, eu esqueço sempre que não é esse o linguajar mais desejável mas tem horas em que me falta descrição ou expressão melhor para o fato cotidiano. E eu que me irrito fácil. E eu que tenho uma preguiça tamanha de explicar as coisas justamente porque o começo é apenas um começo, que parece nunca ter fim quando resolvo puxar o fiozinho da teia das explicações... uma história entra na outra (e na outra) e depois volta pra recomeçar toda a narrativa. A essa altura do campeonato eu já nem me lembro mais do que ou de quem estava falando e o meu caro interlocutor precisa sem complacente (o suficiente) para compreender quando isso acontece...
Falava do FDS. Isso! Foi bom e estranho. Cansativo. Conclusivo. Domingo (ontem) tirei o restante das minhas conclusões sobre coisas pendentes há tempo demais na minha vida. Pensei e repensei. Almocei no sábado com a família de uma grande amiga: fiz perguntas ao pai dela, ouvi histórias... é muito bom ouvir falar quem tem alguma coisa a dizer. Revi conceitos. Decobri que errei em alumas coisas que falei a alguém há uns meses. Quem sabe ainda haja tempo de consertar o mal-dito-entendido...
Visitei uma amiga. Entrei no mundo dela. Nunca tinha parado para tal feito apesar de conhece-la há anos. O nosso contato até então fora "institucional". Perdi um bom tempo e bons papos até chegar o sábado da visita. Andei a pé. Desfrutei da luz mais linda que meus olhos já viram até então: a luz do Sol. Eu creio que existe luz ainda mais intensa! (suspirei agora). Espero ve-la. Desfrutei da companhia da outra amiga. Eu me atrasei e ela me perdoou. Valeu a pena.
O domingo amanheceu cheio de surpresas. E não-surpresas pra minha total decepção. Voltei a pensar (e pesar) nos fatos, nos acontecimentos... Findadas as considerações finais que me fizeram tomar decisões drásticas, tirei a noite pra ver uns filminhos água-com-açúcar junto com a minha irmã (companheira de indignações e resignações). Depois de um café da tarde digno de uma mesa real preparado pela estudante de Gastronomia mais aplicada que eu conheço, me rendi aos encantos da minha cama e cobertores para enfim assistir aos filmes (interrompidos vez ou outra pelos meus pais - entrando no quarto, pedindo um pouco de atenção - curiosos naturalmente pelo fato de estarmos nós duas em casa, pleno domingo à noite).
Chorei um bocadinho porque ninguém é de ferro (pode ser até que exista alguém que seja mas não é, absoutamente, o meu caso).
E passei a segunda-feira tentando tomar coragem, tomar decisão, ir até lá, falar, gritar, chorar, sei lá. Passei o dia ouvindo as notícias que chegavam fartas. Não fiz tudo o que planejei. Nem quis. Descobri coisas... Respirei fundo.
Não é a primeira e nem será a última.

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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