quarta-feira, 24 de junho de 2009

Das últimas

Fim-de-semana passado estive pensando e lendo. Lendo e pensando. Não saí de casa quase que para nada. Contente por ter conseguido dar cabo a uma desordem infinita que esteve instalada nos meus aposentos. O ambiente era desolador... papéis por todos os cantos e lados, livros espalhados, sapatos e roupas fora de ordem, do lugar! Foi uma vitória e tanto... Alívio na alma por ter terminado um volume cuja leitura se arrastava há mais de mês. Quase desisti e larguei de mão. Só não o fiz porque comprei outro e a vontade de começar a ler o outro era muito grande mas a fidelidade aos compromissos que eu faço comigo mesma também também é. Me comprometi a não mais (ou evitar isso a todo custo) deixar alguma coisa pela metade em qualquer área dessa vida minha... Tem funcionado. E apliquei aos livros. Terminei um para então começar a ler o outro. E já terminei o outro, tamanha a voracidade!
Outra coisa que prometi a mim mesma foi ficar com a minha boca fechada maior parte do tempo durante este ano. Parece que eu carrego uma espécie de "marca": as coisas que falo não raras vezes são superdimensionadas e servem de base pra todo tipo de encrenca e confusão! Essa "promessa" já é mais difícil de cumprir mas tenho progredido até... difícil é quando eu relaxo... esqueço de vigiar! Pronto... Circo armado. Fiz isso algumas vezes de uns dias pra cá! Em alguns casos foi até divertido (putz! confessei...). Podia até ouvir os mais de perto comentando: "Vivi, essa sua franqueza pode ser um veneno." Nem tanto. Não dá é pra deixar de protestar contra o absudo - e ele acontece diante dos meus olhos todos os dias... Mas eu abri exceção! Falei! Falei! Falei! Talvez alguns tenham estranhado a minha postura mais contida, mais quietinha. Nem sei se volto a ser como era antes... Tá até bem interessante agora que eu preciso economizar energia!
E por falar nisso... Eu continuo cansada. Disposta mas cansada. Feliz mas cansada. Nem sei explicar e não explicaria se soubesse. Mas é um cansaço acumulado de talvez anos... Oito pra ser mais exata. Sem parar pra respirar. Cansaço que (parece) não vai embora assim facilmente. Sábado e domingo não dão conta de revigorar as minhas forças e quando chega a segunda-feira eu me pergunto por que o tempo tem que passar assim tão rápido depois de a gente entra na segunda dezena de anos de vida?????? (:P)
E o engraçado é que estive observando hoje - "brotaram" umas espinhas muito mal-vindas no meu rosto. Coisa mais sem propósito! Era só o que me faltava: começar a cultivar espinha na cara às portas dos meus 30 anos de idade!!!!!!! Ninguém merece.

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