segunda-feira, 1 de junho de 2009

Enfim, SOS

Leonardo Gonçalves - Um Dia
Voltei do fim-de-semana maluco. E que FDS mais FDP! Ops, eu esqueço sempre que não é esse o linguajar mais desejável mas tem horas em que me falta descrição ou expressão melhor para o fato cotidiano. E eu que me irrito fácil. E eu que tenho uma preguiça tamanha de explicar as coisas justamente porque o começo é apenas um começo, que parece nunca ter fim quando resolvo puxar o fiozinho da teia das explicações... uma história entra na outra (e na outra) e depois volta pra recomeçar toda a narrativa. A essa altura do campeonato eu já nem me lembro mais do que ou de quem estava falando e o meu caro interlocutor precisa sem complacente (o suficiente) para compreender quando isso acontece...
Falava do FDS. Isso! Foi bom e estranho. Cansativo. Conclusivo. Domingo (ontem) tirei o restante das minhas conclusões sobre coisas pendentes há tempo demais na minha vida. Pensei e repensei. Almocei no sábado com a família de uma grande amiga: fiz perguntas ao pai dela, ouvi histórias... é muito bom ouvir falar quem tem alguma coisa a dizer. Revi conceitos. Decobri que errei em alumas coisas que falei a alguém há uns meses. Quem sabe ainda haja tempo de consertar o mal-dito-entendido...
Visitei uma amiga. Entrei no mundo dela. Nunca tinha parado para tal feito apesar de conhece-la há anos. O nosso contato até então fora "institucional". Perdi um bom tempo e bons papos até chegar o sábado da visita. Andei a pé. Desfrutei da luz mais linda que meus olhos já viram até então: a luz do Sol. Eu creio que existe luz ainda mais intensa! (suspirei agora). Espero ve-la. Desfrutei da companhia da outra amiga. Eu me atrasei e ela me perdoou. Valeu a pena.
O domingo amanheceu cheio de surpresas. E não-surpresas pra minha total decepção. Voltei a pensar (e pesar) nos fatos, nos acontecimentos... Findadas as considerações finais que me fizeram tomar decisões drásticas, tirei a noite pra ver uns filminhos água-com-açúcar junto com a minha irmã (companheira de indignações e resignações). Depois de um café da tarde digno de uma mesa real preparado pela estudante de Gastronomia mais aplicada que eu conheço, me rendi aos encantos da minha cama e cobertores para enfim assistir aos filmes (interrompidos vez ou outra pelos meus pais - entrando no quarto, pedindo um pouco de atenção - curiosos naturalmente pelo fato de estarmos nós duas em casa, pleno domingo à noite).
Chorei um bocadinho porque ninguém é de ferro (pode ser até que exista alguém que seja mas não é, absoutamente, o meu caso).
E passei a segunda-feira tentando tomar coragem, tomar decisão, ir até lá, falar, gritar, chorar, sei lá. Passei o dia ouvindo as notícias que chegavam fartas. Não fiz tudo o que planejei. Nem quis. Descobri coisas... Respirei fundo.
Não é a primeira e nem será a última.

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