domingo, 28 de junho de 2009

Trechinho

"Nossa necessidade emocional básica não é de nos apaixorarmos, mas ser verdadeiramente amado(a)s pelo outro.
*(...)
Precisamos ser amados por alguém que nos escolheu amar, vê em nós algo digno de ser amado. Esse tipo de amor exige esforço e disciplina. É a escolha que fazemos de usar a nossa energia em benefício da outra pessoa, sabendo que, se a vida dela for enriquecida por nosso esforço, nos sentimos satisfeitos - a satisfação de termos realmente amado alguém. Não exige a euforia da experiência da paixão.
Para falar a verdade, o amor verdadeiro não começa enquanto a experiência da paixão não tiver seguido o seu curso. Amor racional, volitivo, é o tipo de amor para o qual os sábios nos conclamam".
Estava eu pela manhã escrevendo umas cartas e conversando com a Pabline, quando notei que ela estava lendo o livro AS CINCO LINGUAGENS DO AMOR, do Gary Chapman. Esse livro foi escrito em várias versões e eu já tinha lido uma delas (AS CINCO LINGUAGENS DO AMOR DE DEUS). Esperei ela largar o livro de lado por um instante e, curiosa que sou, fui folhear. Abri bem na págiuna onde está escrito o trechinho acima. Gostei. Copiei numa folhinha pra postar. Aqui está. Casa direitinho com a definição de amor que eu aprendi - da forma mais dura.

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