sexta-feira, 31 de julho de 2009

Espia a contrabaixista! *-*

Amo Lenine!

Resumindo

Ando meio sem empolgação pra postar sobre as coisas do cotidiano. A fase é introspectiva, economia de palavras, por assim dizer. Se alguém pergunta e tô a fim de responder - respondo. Caso contrário, "passa mais tarde"... Mas acho que alguns acontecimentos merecem registro. As férias, por exemplo! Nunca tinha tirado uns dias pra descansar mesmo, sem nem pensar em trabalho, em rotina como enfim aconteceu esse ano! Foram dias maravilhosos: viajei, passeei, visitei museus, fui ao Teatro, livraria, aproveitei tempo com a família, com amigos, dormi bastante, li, falei muito com Deus, assisti DVDs, curti preguiça, ouvi música, namorei (coisa boa demais da conta)...
Enfim, basicamente tudo o que mais amo nessa vida consta na lista acima. Como eu costumo dizer, não há o que inventar - as coisas (e as pessoas) mais raras e preciosas são mesmo as mais simples e eu tenho vivido dias muito felizes.
Viajar pra São Paulo foi tudo de bom. Melhor ainda que no ano passado. A volta foi ainda melhor. Tudo muito diferente, maior, mais amplo. A minha visão foi aberta com relação a um bocado de coisas que eu achava invariáveis na (minha) vida e a cada dia que passa eu tenho aprendido com as voltas que ela (a vida) dá.
Não tenho conclusões. Estou em fase de transição. Vivo um dia de cada vez. Troquei a expectativa e a ansiedade pela prontidão. Troquei os substantivos pelos verbos. Como diz meu irmão: "action!" Nem no passado nem no futuro (isso é trecho de uma música, não me falhe a memória). Troquei os medos pelas escolhas conscientes.
E até queria detalhar alguma coisa, narrar os acontecimentos com clareza mas está tudo ainda muito vivo e muito recente. Palavras não são suficentes e o meu vocabulário anda escasso em matéria de descrever imagens, momentos e sensações... Pessoalmente fica bem mais fácil! Se você olhar bem, os meus olhos e o riso largo contam mais histórias do que eu poderia escrever neste espaço.
***A foto foi a Mana Gourmet quem tirou em frente ao teatro.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Veja bem:
"se uma coisa importa,
todas as coisas importam."
(William P. Young, em A Cabana)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Do capítulo "VERBOS E OUTRAS LIBERDADES"

"(...) Usemos o exemplo da amizade e veremos que remover o elemento da vida de um substantivo pode alterar um relacionamento. Mack, se você e eu somos amigos, há uma prontidão dentro do nosso relacionamento. Quando nos vemos ou quando estamos separados, há a prontidão de estarmos juntos, de rirmos e falarmos. Essa prontidão não tem definição concreta: é viva e dinâmica, e tudo que emerge do fato de estarmos juntos é um único dom que não é compartilhado por mais ninguém. Mas o que acontece se eu mudar "prontidão" por "expectativa", verbalizada ou não? Subitamente a lei entra no nosso relacionamento. Agora você espera que eu aja de um modo que atenda às suas expectativas. Nossa amizade viva se deteriora rapidamente e se torna uma coisa morta, com regras e exigências. Não tem mais a ver com nós dois, mas com o que os amigos devem fazer ou com as responsabilidades de um bom amigo (...) As responsabilidades e as expectativas são a base para a culpa, a vergonha e o julgamento. Elas fornecem a estrutura que faz do comportamento a base para a identidade e o valor de alguém. Você sabe muito bem como é não atender às expectativas de alguém. (...)"
Assim... A Cabana novamente! Nada na minha vida acontece por acaso. Nada. Esse livro entrou na minha história tipo assim, numa noite em que a minha irmã me ligou bem tarde, voltando da Faculdade, aos prantos, só pra me contar que estava lendo um livro fantástico e que não conseguia conter as lágrimas.
Confesso não ter dado a mínima importância na hora. Eu sou meio cética, desconfiada com tudo, pensei: Ah, deve ser mais uma maluquice dela! - e não dei a mínima bola mas guardei o nome na memória. Dia depois vi o livro nas coisas dela mas nem tive a curiosidade de olhar! Achei sombria demais a capa, muito estranha...
O fato é que os dias passam, as realidades mudam, se acomodam e reacomodam... Belo dia amanheci querendo muito ler o tal do livro de tanto que a mana falou dele por diversas vezes. Só que era emprestado, ela já tinha devolvido e eu fiquei só na vontade. Paciência.
Dias a mais, era aniversário de uma grande amiga. Eu tava procurando um presente - o que para mim é um martírio, pois eu sou péssima para presentear os outros. Muito indecisa.
Sei lá por que cargas d'água comprei pra ela um marcador de livro mas acabei achando muito feio dar um marcador de livro sem um livro. Adivinha qual livro me veio em mente pra presenteá-la?
Foi isso que fiz: saí da loja com o livro pronto pra entregar mas o pior ainda estava por vir... Foi me dando uma curiosidade tão grande (e quando ela vem, meu amigo, não tem quem segure a minha vontade de saber das coisas) e eu comecei a desejar tanto ler aquele livro... Tanto que até doía! Não suportei. Abri e li.
Assim, de um dia pro outro. MIlagrosamente como quem acha uma fonte de água e ao invés de usar as mãos, pula logo dentro e se encharca...
Li. Chorei a cada surpresa.
Tão fantástico que eu poderia ter escrito. Fiquei meio que com inveja do autor. Tantas vezes eu pensei naquelas coisas todas mas nunca tive coragem de colocá-las no papel... Tão simples e tão complexo ao mesmo tempo!
Li de novo. Estou "ruminando" o livro. Vou ler de novo e de novo... Marcando, sublinhando, fazendo anotações, comentários, postando trechos aqui... E recomendando sempre. Não tem nada de especial. Fala de "tudo" e ao mesmo tempo fala de "nada". Esses dias (ainda em São Paulo) conversava sobre o conteúdo do livro com uma amiga que leu enquanto recomendava a um outro - que ainda não leu. Tive que fazer o alerta. Nâo é livro pra teórico, não é livro pra teólogo.Talvez seja um livro pra quem gosta de tirar grandes lições de histórias comuns. É isso!
O pessoal mais de perto fica meio espantado comigo por causa dessas excentricidades. Eu não me importo. Vou continuar postando. E lendo. E aprendendo.
Qualquer dia explico melhor sobre o que o livro fala.
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Descoberta

Hoje quando olhei no espelho me reconheci. Mesmo não tendo prestado tanta atenção no que via. Fantástica é a descoberta de si mesmo - mais do que as Américas!

domingo, 26 de julho de 2009

Trator

***Desde ontem de manhã com essa música na cabeça!
. TRATOR (Flávio Venturini/ Fernando Brant) Você me diz que sou igual ventania você me diz que eu sou igual ao trator que puxa, tira, leva, arrasta e move tudo que encontro eu quero logo amassar o trator esmaga o sentimento o amor não pode mais respirar por favor, não quero o seu tormento por favor, o que eu quero é amar Eu fui então buscar no meu dicionário que o trator vem do latim atrair e que a força que faz mover o meu mundo é cativar, é seduzir, encantar cativar sem fazer ninguém escravo seduzir sem enganar ou mentir e querer descobrir a maravilha: encantar quem já é dona de mim Sou é sem jeito, esbarro no mundo o meu mal feito é querer acertar sou é poeta, sou garimpeiro mas o meu ouro eu não pude achar sou pescador que sonha seu peixe eu sou um barco perdido no mar o meu caminho, o meu desejo é ser seu guia, seu porto, seu cais. Flavio Venturini - Trator

sábado, 25 de julho de 2009

Essa eu ouvi (repetidas vezes) no carro do meu pai ontem pela manhã enquanto rodávamos todas as lojas de móveis da cidade atrás de uma beliche pra comprar! rs
Saudade dos meus CDs...

Guns 'n Roses - November Rain

"As magrinhas são as piores!"
***Ah, fala sério! Só uma pessoa na face da Terra (fora eu) vai entender a mensagem mas não dava pra não postar! Tinha que eternizar o acontecimento pra eu lembrar toda vez que ler...
KKKKKKKKKKKKKKKKKK... Só rindo mesmo!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Assalto

Incômodo, irritabilidade, (in)tranquilidade, preocupação ou seja lá o que caiba dentro de uma definição, tem horas em que eu sou assaltada por uma sensação indescritível que não tem hora de chegar nem de terminar. Tem sim uma circunstância comum, algo que geralmente acontece antes que ela apareça - e que a minha intuição confirma logo depois que a sensação passa e a desconfiança passa a ser certeza...
Nessas horas pouca coisa funciona no sentido de aplacar a súbita ansiedade. É complicado administrar as (próprias) emoções. Geralmente eu sou melhor pra enxergar a saída e a solução para os conflitos dos outros mas sou péssima (já melhorei muito) na hora de administrar os meus próprios dilemas.
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Postagem mais sem sentido... Mas veja bem, já deve ser mais de meia-noite, daqui a pouco outro dia e eu não sinto sem sono nem vontade de dormir.
(pessoa): Escuta aqui, preciso te dizer umas verdades! . (vivi): Ah, é? Então fala... . (pessoa): manjsrubtbnkdp sjssjdjfa akhdb eep ajhfife hdsnabatyadbelehgsmsla (...) !!!!! . (vivi): É... Pensando bem, vc até que tem razão... . (pessoa): Ah, Vivi, não tem graça discutir com você!!! . (vivi): !!!!!!!!!!??????? . .
>>> Depois eu é que sou maluca!

A Cabana - de novo!

"Algumas vezes a honestidade pode ser incrivelmente complicada!"

quinta-feira, 23 de julho de 2009

"Há ocasiões em que optamos por acreditar em algo que normalmente seria considerado absolutamente irracional. Isso não significa que seja mesmo irracional, mas certamente não é racional. Talvez exista a supra-racionalidade: a razão acima das definições normais dos fatos ou da lógica baseada em dados. Algo que só faz sentido se você puder ver uma imagem maior da realidade. Talvez seja aí que a fé se encaixe".
(William P. Young, em A cabana)
"(...) estamos tão convencidos da justeza do nosso julgamento que invalidamos provas que não se ajustem a ele (...)"
Marilynne Robinson, em The death of Adam

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Quer? Faça!

Então... esses dias eu conversava com uma amiga e ela me falava de algumas dificuldades em superar umas decepções com algumas outras pessoas e daí essas conversas sempre me inspiram reflexões que me levam a mergulhar no profundo mar das perguntas e talvez quem sabe algumas respostas sobre gente, sobre pessoas e sobre o que essas gentes e pessoas fazem a outras gentes e pessoas.
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Sabe, a gente às vezes se frustra um bocado por colocar muita expectativa sobre o outro (e seja lá este outro quem for). Uma vez eu escrevi uma carta a um amigo da minha irmã que tinha levado um "pé na bunda" da (ex-)namorada. O cara andava muito pra baixo, desiludido e falando em se matar - tava a feia a situação! Isso já tem lá pra quase dez anos mas eu me lembro bem de uma frase que escrevi na carta: "ninguém é obrigado a permanecer junto a ninguém" - e foi em tom de bronca mesmo e mais um monte de coisa que parece que foi brotando e desaguando, canalizado pela caneta, tomando forma de letra e palavra no papel... Tempos depois nos encontramos numa festa e ele me agradeceu - disse que "salvei" a sua vida! Exagero ou não, ele não morreu e ainda se relacionou, e se relaciona com outras mulheres depois daquela profunda decepção. Ufa.
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Mas voltando às minhas reflexões, não dá pra esperar muito dos outros. Eu acredito que a gente recebe o que dá, colhe o que semeia e que a felicidade dos relacionamentos está mais em eu me doar pelos outros do que esperar que eles me façam o que gostaria que fizessem. Por isso não consigo compreender algumas queixas de pessoas que vem conversar comigo frustradas com as atitudes dos outros com relação a elas... Me parece que é muito comum fantasiar sobre alguém (e como esse alguém é ou se comporta) do que agir coerentemente exercitando a mansidão, a tolerância e o amor... Não que os limites não sejam necessários nos relacionamentos - eles são! Mas é que ninguém deveria viver enganado com relação às atitudes e o caráter dos que convivem à sua volta. É uma tolice acreditar que as pessoas precisam atender às minhas demandas e necessidades. Não precisam! Assim como eu também não tenho obrigação nenhuma de satisfazer às expectativas de quem quer que seja (acho que eu tô meio áspera hoje)...
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Mas aí é que está o ponto central da questão e é bem onde eu quero chegar: "o que vocês querem que os homens vos façam, façam vocês a eles". Esse é o tipo de atitude que provoca reação e mudança. Se você, meu caro leitor está esperando alguém descobrir os seus sonhos pra poder realizá-los, sinto muito informar: é bem provável que você espere um tempo mais longo que o necessário ou que então esse dia nunca chegue! Mas experimente sair da sua zona de conforto e tratar as pessoas com a atenção que você deseja ser tratado, com educação, cortesia, carinho, com amor... Hum... Mudo de nome, de sexo, de religião e de time de futebol (só do último que talvez eu pensaria um pouco mais... rs) se não acontecer mudança em poucos dias.
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Foi assim que eu disse a ela (a minha amiga citada no início do post): "Para de esperar atitudes boas dos outros; faça você a sua parte!"
Duro isso! Mas ninguém é tão amargo que não consiga arrancar de alguém um sorriso, um suspiro, um elogio que seja! As pessoas são muito simples, muito parecidas umas com as outras. Hoje ao telefone, o príncipe fez um comentário que cabe direitinho como fechamento do post: "as pessoas, no fundo só querem ser amadas"... Pronto! É isso. Não tem o que inventar.
"Acho que, assim como a maior parte das nossas feridas tem origem em nossos relacionamentos, o mesmo acontece com as curas, e sei que quem olha de fora não percebe essa bênção."
(William P. Young - em A Cabana)
Outra da Mana Gourmet:
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"meu pezinho de notas de cem não flora no inverno e no momento,só anda dando moedinhas..."
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Rachei de rir... Ela é ótima!

domingo, 19 de julho de 2009

Indicação...

Essa eu copiei do blog da minha mana Gourmet. Não resisti...
Indico a leitura! Ela, que passou seis meses em silêncio, voltou com tudo à blogsfera.
Narrativas da viagem à Sampa deixo para depois - que eu desfizer as malas e refizer as forças!
"E por mais raro que uma coisa seja,ela existe!E o mais engraçado,você pode encontrar sem nem mesmo estar procurando,então,fique atento em tudo,ou quase tudo!"
(Tânia Godoi)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Nachamu ami!

O Leonardo Gonçalves outra vez! > > > > leonardo gonçalves - nachamu,nachamu

domingo, 12 de julho de 2009

És o sol da minha vida...

Acordei estranhamente com essa frase na mente hoje pela manhã. Automaticamente me veio à lembrança também essa música e a voz impressionante do Leonardo Gonçalves - aliás, de onde mesmo ele tira esse fôlego sendo tão franzino? Acordei cedo. E era mesmo pra acordar mas ultimamente o "mais cedo" tem sido "mais cedo que o de costume". Demorei um bocadinho pra levantar mas consegui fazer isso a tempo de tomar um banho rápido antes de sair. Sempre com a frase e a música na cabeça... Refiz o itinerário e a lista de compromissos do dia. Nada demais. Talvez fosse um pouco mais difícil devido ao incômodo da febre (que já dura alguns dias), a cabeça doendo e o nariz congestionado. As "outras questões" também incomodavam um pouco mas não cabia desespero - todas as coisas se resolvem, tinha que ter paciência... A caminho do ponto de ônibus recobrei a consciência plena das coisas, dos fatos, dos riscos e dos últimos acontecimentos. Tudo estava como antes e talvez até melhor se é que eu ainda não havia notado... E o Léo cantando: - "És o Sol da minha vida... És o pão que me alimenta... És o ar que eu respiro... És a mão que me sustenta... (...)" Duas lágrimas furtivas escorreram pelas bochechas escondidas atrás dos óculos escuros... Caramba! Era disso mesmo que eu precisava! E lembrei de como chorar é um privilégio... E de como aquela canção é realidade na minha vida mais do que qualquer outra coisa que faça sentido na minha existência... E olhei o dia - que estava lindo! Só recobrei novamente o "estado normal" depois de abraçar e rodar Isabela até ela reclamar de tonteira - alguns minutos depois.
leonardo gonçalves - salmo

Nada de novo debaixo do sol

"Vaidade de vaidades - diz o pregador - vaidade de vaidades! É tudo vaidade. Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol? Uma geração vai e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece. E nasce o sol, e volta ao seu lugar, de onde nasceu. O vento vai para o sul e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento e volta fazendo os seus circuitos. Todos os ribeiros vão para o mar, contudo o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para aí eles tornam a ir. Todas essas coisas se cansam tanto, que ninguém o pode declarar; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos de ouvir. O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa que se possa dizer: - Vê, isso é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós. Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas que hão de ser também não haverá lembrança nos que hão de vir depois. (...) Salomã0, filho de Davi, em Eclesiastes - cap. 1, v. 2 a 11.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Amigos

* Prima, muito-muito obrigada pelo comentário esclarecedor. Realmente, a frase (da postagem anterior) é do Fernando Aniteli! Essa minha memória...
Hoje eu queria escrever algumas linhas sobre "a família que temos a possibilidade de escolher": os AMIGOS. Meses atrás eu quase me engalfinhei com minha irmã mais nova por conta de um recado de "uma" persona non grata, sugerindo que eu o adicionasse novamente ao MSN, pois tal criatura estava disposta a "ser meu amigo"! Lembro que no calor da indigação eu proibi que a mana desse a ele qualquer tipo de notícia minha! Finalizei com uma frase: "Ele nunca foi nem vai ser meu amigo; eu escolho quem anda comigo" - e fim de papo.
O fato é que as circunstâncias da vida podem trazer para perto da gente pessoas com quem jamais imaginamos tecer algum tipo de relacionamento (em certos casos até fazemos força pra manter fulano ou ciclano bem longe das nossas vistas) ou então, afastar pessoas que gostaríamos que ficassem mais...
Esses últimos dias eu tenho redescoberto a companhia de uma pá de gente importantíssima na minha vida amigos e amigas, primos e primas, irmãs e irmãos... Comentei até a minha satifação com algumas gentes: "tenho tantos amigos bons, que quando os falsos vão embora eu nem sinto falta"!
E sobraram surpresas. Ontem mesmo, recolhida já ao meu Triângulo das Bermudas particular - vulgo 'quarto', nadando em diários de classe desatualizados (eu sou péssima para serviço burocrático), recebi primeiro uma ligação e depois uma visita de três grandes amigos (desde sempre). Uma simples conversa de 10 minutos teve o poder de me animar de tal maneira que até dormir, mais tarde, quando entrei em casa foi difícil - tamanha a adrenalina!
Amigos tem esse poder de "levantar" a gente... E é bom quando e olho pra mim e reconheço na minha forma de ser, um pedacinho qualquer das pessoas amadas, amigos inconfundíveis que passaram ou ainda estão presentes na minha vida!
Pra finalizar, a frase de abertura que li num livro que uma aluna me emprestou hoje ainda. A minha princesinha tem apenas 9 aninhos mas já é um poço de poesia que eu chamo carinhosamente de Flor. Ela sempre me empresta livros ou traz coisas legais pra me mostrar, tipo um calendário de dobraduras, com um modelo para cada dia do ano... É, com certeza, uma amiga muito-muito especial.
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Do sossego do lar e do dia de começar
Até o fim ainda por descobrir.
Nada se compara ao prazer de vencer.
A não ser rir e ter amigos para amar.
Hilaire Belloc

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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