domingo, 12 de julho de 2009

Nada de novo debaixo do sol

"Vaidade de vaidades - diz o pregador - vaidade de vaidades! É tudo vaidade. Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol? Uma geração vai e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece. E nasce o sol, e volta ao seu lugar, de onde nasceu. O vento vai para o sul e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento e volta fazendo os seus circuitos. Todos os ribeiros vão para o mar, contudo o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para aí eles tornam a ir. Todas essas coisas se cansam tanto, que ninguém o pode declarar; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos de ouvir. O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa que se possa dizer: - Vê, isso é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós. Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas que hão de ser também não haverá lembrança nos que hão de vir depois. (...) Salomã0, filho de Davi, em Eclesiastes - cap. 1, v. 2 a 11.

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