domingo, 28 de fevereiro de 2010

Importei...

Li. E li de novo. E de novo. E outra vez! Foi um achado... no blog do Sr. Sete. Tratei já de importar e trazer pra cá. Sou a própria "tia" da escola. Amei! Me vi nos versos... E é isso.
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O que eu sinto já não é amor já não é desejo não se explica sem palavras, dor. o que eu sinto é meu: ninguém toma, ninguém leva. (Só o tempo!)
. O que eu sinto tu não sentes O que eu sinto tu não compreendes dizes ser fantasias mero impulso de solitário, (puro desejo!)
. Eu não sei exprimir o que sinto só sinto quando te vejo quando em ti penso quando por mim vem teu cheiro Ah, aí, sim! tudo se torna mais inexplicável. (menos racional ainda)
. Amor em flor Flor a medo de se abrir Flor a ponto de murchar Flor que a criança leva pra tia da escola: esperançosa, amassada, flor só com nome de flor.
. ZADIG

"Cara de blefe"

Gente, estou impressionada! Quando via os videoclipes da Lady Gaga, confesso que me dava meio que uma reviravolta no estômago, achava muito estranho, que ela é muito bizarra e talz... Mas depois de ouvir as versões acústicas, com ela ao teclado, mudei de idéia completamente. A moça tem uma voz belíssima! Talvez ela seja apenas mais uma que tem que apelar pro estardalhaço pra fazer sucesso e ganhar dinheiro, porque ser bom músico não basta. Uma pena. Ou não!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Brincadeiras

Estive lendo um livro técnico semana passada: uma compilação de textos voltados a educadores que trabalham com crianças de seis anos de idade - isso por conta da nova organização do Ensino Fundamental (agora, com duração de nove anos). Me dediquei à leitura mais detalhada na parte de Artes (que me dizem respeito mais diretamente, apesar de ser do meu interesse o assunto todo). Essa parte foi só pra situar a minha viagem... é que durante a semana andei pelos corredores da escola parafraseando um trechinho de um poema de Manuel de Barros: "Eu não obedeço ordem; obedeço à desordem!" que li primeiramente neste livro. Hoje inventei de ler uma revista e o bendito poema saltou aos meus olhos novamente. É... certas coisas que se repetem na nossa vida não se deve deixar passar batido: podem estar sinalizando algo. Por isso vou colocá-lo aqui. É uma belezura! Vale a pena a leitura.
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Brincadeiras
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No quintal, a gente gostava de brincar com palavras
mais do que de bicicleta.
Principalmente porque ninguém possuía bicicleta.
A gente brincava de palavras descomparadas. Tipo assim:
o céu tem três letras,
o sol tem três letras,
o inseto é maior.
O que parecia um despropósito
para nós não era despropósito.
Porque o nosso inseto tem seis letras, e o sol só tem três,
logo o inseto é maior. (Aqui entrava a lógica?)
Meu irmão, que era estudado, falou: "Que lógica que nada, isso é um sofisma". A gente boiou no sofisma
Ele disse que sofisma é risco n'água. Entendemos tudo.
Depois Cipriano falou:
"Mais alto que eu, só Deus e os passarinhos".
A dúvida era saber se Deus também avoava
ou se ele está em toda parte como a mãe ensinava.
Cipriano era um indiozinho guató que aparecia no
quintal, nosso amigo. Ele obedecia à desordem.
Nisso apareceu meu avô.
Ele estava diferente e até jovial.
Contou-nos que tinha trocado o Ocaso dele por duas andorinhas.
A gente ficou admirado daquela troca.
Mas não chegamos a ver as andorinhas.
Outro dia a gente destapamos a cabeça de Cipriano.
Lá dentro só tinha árvore, árvore, árvore.
Nenhuma ideia sequer.
Falaram que ele tinha predominâncias vegetais do que platônicas.
Isso era.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Niver da mana

Nada não!
Só pra dizer que vc é uma das pessoas mais importantes... e absolutamente indispensável na minha vida!!!
Amo-te em tamanho gigante, indizível por meio de palavras...
Parabéns!!!

O que se passa em Zion

Que semana! Que dureza! Que... A despeito do telefonema apelando um programinha pra essa noite de sexta-feira, o meu corpo e a minha mente não reagiram. Uma semana intensa seguindo o recesso de Carnaval deixa a gente meio desacostumado... Ainda assim não consigo relaxar, não consigo dormir; o mesmo telefonema me trouxe também notícia que não caiu bem nos sentimentos. Claro que disfarcei bem mas bem lá no fundo fiquei "mordida". Agora a ansiedade que há muito tempo não me incomodava voltou a ciscar aqui no meu quintal e eu não estou nem um pouco satisfeita com isso...
Mas toca a falar de coisas boas...
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Segunda-feira eu esperei ansiosamente uma volta. Não veio. Achei que depois do Carnaval aquela pessoinha daria as caras pra minha total felicidade mas... nem tudo acontece do jeito que a gente sonha, que a gente quer que aconteça. Não aconteceu! Pelo menos não na segunda. E eu que fiquei o recesso inteiro pensando no nosso reencontro. Até sonhei! Estava certa de que aconteceria exatamente como no ano passado, que ela só apareceu na escola depois do Carnaval. Era uma saudade e uma ansiedade tranquila, uma certeza calma de que as coisas aconteceriam do jeito que deveriam acontecer. Fui pra casa frustrada (na segunda). Foi-se embora o fiozinho de esperança. O "meu girassolzinho" deve ter mudado de escola - pensei - eu não tenho sorte mesmo - continuei pensando... Eu resisto, evito me apegar às pessoas mas exatamente quando isso acontece, elas vão embora. Pra que me preocupar, então? (...) e bla-bla-bla-bla... um montão de lamentações. Na terça eu já tinha até esquecido! A gente vai ficando calejada dessas coisas: vamos lá, despeça-se logo e vai sem olhar pra trás, pra doer menos! Maaaaaaaaaaas... Esse ano não é de lamentações e nem de surpresas ruins. É ano de ver acontecer as coisas que só vi nos meus sonhos... Tomei um choque quando a vi (acho que até chorei) - eu estava descendo as escadas e ela subindo - a minha flor - sorrindo pra mim! AimeuDeusdocééééééuuu!!! Que saudade da minha pimpolha, da minha pupila, do meu pocinho de ternura. Abracei, beijei as bochechas, os cabelos, fiquei olhando pra ela um tempão antes de perguntar sobre férias, sobre as coisas (em ocasiões como essas não se perde tempo com falatórios, é preciso saborear o momento)... tinha um montão de coisas pra falar mas ao mesmo tempo a cabeça foi esvaziando, parece que o pensamento foi todo parar no coração. Ops! Tinha esquecido, eu não tenho mais coração... Aliás, ela é alguém que pode ameaçar a minha plantação de cactos e de jilós!!! Nem tinha me dado conta, é preciso ter cuidado! Mas o que mais me importa é que ela vai continuar ali, pertinho de mim - as fofocas em dia a gente põe com o tempo. Mais importa a presença que a palavra dita.
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Daí que no mesmo dia (terça) fui atrás da realização de outro sonho: quase duas horas de entrevista e um sorriso no rosto na hora que saí da sala. Ufa! Parece que as coisas finalmente começaram a dar certo e eu estou aproveitando a fase boa de maneira ainda mais intensa do que vivi os dias de horror. Adoro dar boas notícias!!! O inverso também é bem verdade: saúde restabelecida - meu tratamento termina amanhã, quando vou engolir a última pílula verde. É mais que motivo pra comemorar! E segue o meu laboratório: estou ouvindo, pesquisando sobre as danças circulares. Fiz uma proposta (ousada) à minha chefe - que até agora não me deu retorno - mas se demorar muito procuro outro espaço, outra ajuda. Tem coisa que dá pra esperar, tem coisa que não! Aliás, quando conversei com ela fui logo avisando: "não dou idéias, faço propostas!" É que quem dá idéia nem sempre está disposto a fazer; eu não aprendi assim! Eu aprendi que quem quer fazer não dá idéia: vai lá e faz e eu me propus a FAZER! Vamos ver no que dá.
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E foi tanta coisa que nem dá pra contar. Esses dias aconteceu algo estranho: quando olhei no espelho vi outra pessoa - vi a minha mestra, a minha professora de Arte-Educação nos tempos de Faculdade. Tenho tentado entrar em contato com ela, tenho tanto a dizer, tanto a agradecer... as sementes que ela plantou na minha alma estão florescendo... AGORA! Anos depois de formada é que tem me chegado à compreensão o que ela propôs a nós naquela época. Coisa mais desencontrada eu nunca vi, só entendo as coisas bem depois que elas acontecem... mas como eu contava, esses dias olhei no espelho: os óculos, o olhar, o cabelo (a cor e o corte)... Eita que o que eu vi ali era quase uma aparição! É muito bom ter em quem se "espelhar".
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Tô acabando. Deixo Lenine com a letra e a música que traduzem o meu estado: O que me interessa.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Sábado à tarde

Mana chegou do trabalho cansada, como sempre. Falou nada. Deitou e pensou em dormir. Só pensou. Chegou visita em casa. Eram meus tios e minha priminha de sete anos. Movimento lá na sala. Mãe (a minha) praticamente empurra a criança pra dentro do quarto pra falar comigo e eu com medo porque a mana tava encolhida tentando dormir, meio emburrada. Se alguém resolve atrapalhar a hibernação do "urso"... aiaiai! Tive que pensar rápido: cumprimentei a prima cochichando e logo me veio uma idéia mais que brilhante. Pensar só não basta - é preciso agir! Levantei e peguei um caleidoscópio que trouxe da feira na semana do carnaval (acho que cheguei a comentar aqui a respeito da nossa ida a uma feira de artesanato). Pois é... o caleidoscópio foi um achado! Era peça única! Mas antes de falar dele: a experiência com a prima. Entreguei a ela o bendito. Ensinei rapidamente como se usa mas ela é daquelas crianças que dispensam explicações: espertíssima e muito divertida, cheia de presença de espírito!!! Primeira olhada pelo buraquinho, primeiro comentário (ligeiro, contido) e a minha irmã se virou na cama dando uma olhadinha pra ela. Ela cumprimentou a mana com um "oi" assim, sequinho, baixinho, comedido. E olhava e girava. Apontava em direção à janela. E comentava cada vez mais animada. E eu forçava pra não rir alto e não incomodar o nosso "ursinho"... Uma hora não houve jeito: "- QUE LINDO!!!" - foi o que a Luiza exclamou a plenos pulmões enquanto olhava as imagens refletidas no pequeno rolo de papelão com três espelhos, uns pedacinhos de vidro colorido dentro (...). Nessa hora a mnha irmã se virou na cama já se acabando de rir. Não tinha como não rir. Era uma alegria e um deslumbramento que há muito tempo eu não via por coisa tão simples. Daí por diante a tarde foi toda festa com direito a lanche, fotos com nariz de palhaço e etc...
MORAL DA HISTÓRIA: cansaço nem mau-humor resistem a uma criança com um caleidoscópio nas mãos. Ah! E já ia me esquecendo: ensiná-la a pronunciar o nome do objeto foi um show à parte. Primeiro as sílabas separadas, depois a palavra inteira, bem devagarzinho e depois rápido: caleidoscópio!!! Com pouco ela esquecia... e começa tudo de novo. Mais risadas. Mais risadas. Mais risadas...
Então... o CALEIDOSCÓPIO! Fazia (muito) tempo não via um. Foi paixão a primeira vista, na feira, sábado de carnaval, sol escaldante na cabeça. Já havia arrematado uma flauta de buriti e um ganzá supercolorido. Mas o caleidoscópio... hum, o dinheiro não dava! E andamos a feira. Reandamos a feira, Treandamos a feira! Nada de esquecer. Parecia criança! Abre parêntese. Decidi uma coisa; aliás, duas coisas: quando quero me esconder e não ver ninguém, vou ao shopping. Quando quero ver gente e ser vista: vou à feira. Nesse dia eu queria ver - gente, planta, bicho, sol, cachoeira, artesanato e o que mais aparecesse diante das minhas vistas. Fecha parêntese.
Quando estávamos para ir embora, aquela "coceirinha" que quando começa só termina quando coça começou a coçar; o caleidoscópio era a idéia fixa, a coceira que queria ser coçada. Voltei lá e comprei! Adivinha o que as pessoitchas que estavam comigo disseram: "- Você é louca!", assim, em coro, coisa-mais-bunitinha... Louca ou não, voltei lá e trouxe pra mim. Era o último. Tava só me esperando... E fiquei orgulhosa pensando quando faria o teste de apresentá-lo a uma criança dessas dos dias atuais, da era da tecnologia. Aconteceu sábado passado o grande encontro, com a minha prima! A experiência foi ainda melhor que a expectativa. Mal posso esperar pra levar ele pra escola, pra mostrar pros meus pequeninos... ^^
Depois conto como foi.

No mais...

O mar da vaidade não tem horizonte...
Só espelhos e ecos.
(Por Zion em dia de horror)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Fim do horário de verão! ^^.

*** O que será que o Pequeno Príncipe faria com os 60 minutos a mais deste domingo???
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Capítulo XXIII
- Bom dia, disse o principezinho. - Bom dia, disse o vendedor. Era um vendedor de pílulas aperfeiçoadas eu aplacavam a sede. Toma-se uma por semana e não é mais preciso beber. - Por que vendes isso? perguntou o principezinho. - É uma grande economia de tempo, disse o vendedor. Os peritos calcularam. A gente ganha cinqüenta e três minutos por semana. - E o que se faz, então, com os cinqüenta e três minutos? - O que a gente quiser... "Eu, pensou o principezinho, se tivesse cinqüenta e três minutos para gastar, iria caminhando passo a passo, mãos no bolso, na direção de uma fonte..."

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A propósito...

Das curiosas caras que as pessoas conseguem fazer, a mais impressionante que eu já vi foi a CARA DE PAU!!!

Vamos todos cirandar...

Mas é que eu ando meio assim não sei o que é... Esses dias inventei de cantar Pétala ( a do Djavan, não essa do Alceu) e deu tudo errado. Desatei a chorar, desafinei, saiu meio-soluçado-meio-miado. Quem insistiu pra eu cantar achou o máximo a "interpretação"... mas aí é que está: não teve interpretação 0 foi tudo de verdade mesmo! A emoção, o choro e a desafinação - tudo de verdade. Quem captou chorou junto. Quem não, achou graça (da minha sem-graceza, rs).
Acho que tô ficando sentimental (demais). Carece adubar melhor meus canteirinhos - de jilós e de cactos! Tenho um amigo que morre de rir quando eu falo essas coisas, ele meio que acredita-desacreditando, quer me dar conselhos (quase um guru das coisas do coração... êeeeitaaaa!!!! hehe) e talz, mas acaba levando na brincadeira.
(...)
A canção do Alceu, logo abaixo (Pétalas. vale a pena ouvir) é de um álbum chamado Ciranda Mourisca, lançado ano passado. Não vou escrever sobre o álbum - Internet tá aí pra essas coisas; mas é que estou pesquisando sobre as danças circulares que surgiram da influência portuguesa, espanhola e italiana no Nordeste brasileiro - mais especificamente as cirandas, mais especificamente ainda em Pernambuco, afunilando um cadinho mais: meus olhares estão postos em Recife... para desenvolver um trabalho... nada de detalhes por enquanto mas posso adiantar que a "coisa" tá forte, borboleteando aqui dentro do coração. A verdade é que eu parei de lutar contra o que é mais forte em mim: as minhas inclinações artísticas. Já deu pra quebrar a cara o suficiente pra saber que quanto mais longe daquilo pelo que sou (absolutamente) apaixonada, mais triste e carrancuda eu fico. Pra variar, me joguei de cabeça, comecei do zero: reunir material, montar projeto, sondar (e sonhar) os temas, ler-ler-ler, ouvir-ouvir-ouvir, pensar-pensar-pensar, escrever-escrever-escrever, chorar-chorar-chorar, etc, etc...
Esses dias comentei com uma amiga que o meu "passar mal" de Janeiro era mesmo gravidez e eu nem não podia mesmo imaginar na época. Mas vendo nitidamente a (possível-breve) concretização de um grande sonho, me veio a clarividência: há um projeto em gestação! Nada mais natural do que sofrer de sintomas típicos de quem se encontra em estado interessante, rs! Nessa doideira toda ao menos um alvo certeiro: tô indo pra Recife em Julho! São Paulo em Dezembro, se Deus quiser! Enquanto isso fico por aqui com as minhas leituras, as minhas escutas e as minhas escritas. Gerar sonho consome energia, consome coração... é tudo o que eu tenho, não sei ser pela metade!
Pra vocês eu deixo a letra (linda) do Alceu.
V
V
V
P é t a l a s (Alceu Valença) As borboletas voam sobre o meu jardim
o cores vivas, pousam sobre às onze horas Nas rosas claras, violetas e jasmins Um beija-flor traindo a rosa amarela Beijou a bela margarida infiel Papoula e dália estão cravadas de ciúmes E o beija-flor beijando flores a granel Pétalas, asas amareladas Pétalas, espinho seco Folha, flor, lagarta Pétalas As flores voam e voltam noutra estação Só serei flor quando tu flores no verão

Selinho... uia!!! *-*

Este eu recebi da Angel. Fiquei muito honrada, claro - é muito bom ser lembrada, sempre. Muitíssimo obrigada, anjinha!!!
A proposta é responder a seguinte pergunta: Para você, o que não tem preço? Fácil, extremamente fácil essa! Pra mim, o que não tem preço é ter bons amigos... e isso eu tenho sim! São poucos mas são bons demais da conta!!! ^^ O passo seguinte é indicar 9 blogs que também receberão o selo. Sou péssima nisso mas lá vai: - Acordes diminutos, da minha maninha. - SOBREMESA, da minha outra mana. - Eu assim... assim eu... da prima. - Dois caminhos, do cunhado. Tá bom! Chega de nepotismo!!! rs - Insanidades Magorianas. - Saída de Emergência. - Nada após um dia comer o outro. - Não queria mesmo! - E por último, nem por isso menos importante: Nem santo nem rapadura. Por hora, é só. Beijos a todos!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Homenagem póstuma

Então... Vovô se foi. Já são três dias!!! Powxa...
:(
Mas o que fica???
- Fica a lembrança dos olhinhos azuis...
- A imagem da estante cheia de livros (vovô era um homem sem estudo, porém letrado).
- A carequinha e o bigode... rs.
- Os discos de Vaquejada (nordestino mesmo, corria sangue de alguém do bando de Lampião nas veias).
- O jeito divertido de contar "causos" e o jeito bravo de dar broncas... Pense!
Fica a saudade... guardada bem dentro do S2...
E é isso.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Acabou! :)

Não gosto de Los Hermanos. Definitivamente. Mas essa música parece que foi feita por encomenda - pra hoje.

Todo Carnaval tem seu fim

(Composição: Marcelo Camelo)

Todo dia um ninguém josé acorda já deitado/ Todo dia ainda de pé o zé dorme acordado/ Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia/ Toda trilha é andada com a fé de quem crê no ditado/ De que o dia insiste em nascer/ Mas o dia insiste em nascer/ Pra ver deitar o novo Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada/ Toda Bossa é nova e você não liga se é usada/Todo o carnaval tem seu fim/ Todo o carnaval tem seu fim/ E é o fim, e é o fim Deixa eu brincar de ser feliz,/ Deixa eu pintar o meu nariz Toda banda tem um tarol,/ quem sabe eu não toco/ Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco/ Toda escolha é feita por quem acorda já deitado/ Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado/ E pinta o estandarte de azul/ E põe suas estrelas no azul/ Pra que mudar? Deixa eu brincar de ser feliz,/ Deixa eu pintar o meu nariz

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Deixa a festa acabar, deixa o barco correr...

Noite dos Mascarados
(Chico Buarque)
- Quem é você? - Adivinha se gosta de mim Hoje os dois mascarados procuram os seus namorados perguntando assim: - Quem é você, diga logo... - ...que eu quero saber o seu jogo - ...que eu quero morrer no seu bloco... - ...que eu quero me arder no seu fogo - Eu sou seresteiro, poeta e cantor - O meu tempo inteiro, só zombo do amor - Eu tenho um pandeiro - Só quero um violão - Eu nado em dinheiro - Não tenho um tostão... Fui porta-estandarte, não sei mais dançar - Eu, modéstia à parte, nasci prá sambar - Eu sou tão menina - Meu tempo passou - Eu sou colombina - Eu sou pierrô Mas é carnaval, não me diga mais quem é você Amanhã tudo volta ao normal Deixa a festa acabar, deixa o barco correr, deixa o dia raiar Que hoje eu sou da maneira que você me quer O que você pedir eu lhe dou Seja você quem for, seja o que Deus quiser Seja você quem for, seja o que Deus quiser

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Detesto carnaval II

Tá acabando! Enquanto não acaba, vamos de Ed Motta! ^^

Lindo!

Chorei quando vi. Acho que estou ficando meio EMO mesmo... ^^

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Então... Conversinha de Carnaval...

BATE-BOLA
.
Estávamos: eu e a mana, indo de ônibus, ao encontro de uma amiga. De lá, iríamos perambular por uma feira (adoooooro feira, gente!). No caminho passamos perto da Superquadra em que moramos durante a infância. A mana fez um comentário nostálgico: "Se a gente fosse criança e morasse por aqui ainda, nesses dias de Carnaval nenhum de nós (quatro irmãos) saía de casa!" - riu. Eu nem entendi de primeira: "Uai, por quê?" "Por causa dos bate-bola!" "Ah, sim (rindo) - é verdade!" E fiquei lembrando também... É que todo Carnaval, a gurizada da quadra se vestia de preto, com máscaras e com as meias com aquelas bolinhas de areia na ponta; não era prudente ficar na rua dando bobeira. Levávamos "altas carreiras" dos bate-bola! Era cada susto! Se eles pegavam, era bolada de areia nas costelas até dizer chega, por isso nem sair pra comprar pão a gente se arriscava - só se a mãe fosse junto. Bom demais aquela época... Mais tarde, depois da feira, fomos lanchar e contar pra amiga sobre a nossa experiência com bate-bola na infância. Ela não conhecia, nunca tinha visto nem ouvido falar. Daí que a minha irmã (mestre nas explicações) desanda a falar: "Vamos começar pelo Carnaval de Veneza... há muito tempo atrás... a Comedia Dell'Arte, o Pierrô, a Colombina, O Arlequim..." E bla-bla-bla-bla-bla até chegar no bate-bola da nossa infância. "Mas pra que serve mesmo o saco?" - a Lya perguntou. Respondi com uma pergunta: "Ora, pra quê o saco... Mas pra quê serve mesmo o saco do Papai Noel?" "Pra ele coçar o ano todo e trabalhar só no Natal!!!" - a mana respondeu prontamente. E rimos as três! A conversa desandou. Virou piada. Ficou a lembrança e a saudade daquele tempo...

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Detesto carnaval

Detesto carnaval! A menos que eu estivesse no Recife junto com Alceu Valença, Lenine e outros pernambucanos maravilhosos (o que não é o caso)! Que bloco, que festa, que nada! Minha manhã de carnaval tem que ser assim: calma, serena, tranquila como este vídeo em que o Guitar Qwartet on Nocturne interpreta a música. A todos os foliões, os meus pêsames: enquanto vocês gastam dinheiro, enchem a corrente sanguínea de álcool, pulam e gritam feito loucos atrás de outros loucos (que cantam e também gritam feito loucos) eu aqui no meu cantinho, boto pra quebrar com suco natural, boa leitura, Bossa Nova e Rock and Roll. Cada qual com seu cada qual - ou como diz certo amigo meu: "EMO, EMO, EMO: cada um com sua franja!".

Manhã de Carnaval Composição: Música: Luiz Bonfá Letra: Antonio Maria Manhã, tão bonita manhã/ Na vida, uma nova canção/ Cantando só teus olhos/ Teu riso, tuas mãos/ Pois há de haver um dia/ Em que virás Das cordas do meu violão/ Que só teu amor procurou/ Vem uma voz/ Falar dos beijos perdidos/ Nos lábios teus Canta o meu coração/ Alegria voltou/ Tão feliz a manhã/ Deste amor

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"Let your hair down"

Hohooo... É isso!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Cheiro das águas

Dessa vez eu senti muito perto. Foi quase como quando o salmista fala sobre a corsa que anseia pelas águas no Salmo 42. Uma vez escutei alguém explicar sobre a corsa, que é um animal de monhanha, tem perninhas finas e tá acostumado a subir grandes alturas (algum professor de Português me corrija os excessos, por favor - a norma culta não é muito o meu forte, quase sempre eu quebro os protocolos em todas as áreas da minha vida...). Voltando à corsa: ela passa muito tempo sem beber água, passando portanto, por situação de sede extrema vezenquando. Dizem que ela sente "o cheiro das águas", e se estica todinha, equilibrando-se sobre a pontinha dos seus casquinhos pra farejar a direção de onde vem a umidade (algum riachinho ou corregozinho por perto). Não me entenda de maneira literal, é claro que a gente aprendeu na escola que a água é insípida, incolor e... I-NO-DO-RA (será que mais alguém além de mim lembra dessas lições "utilíssimas" do primário?). Ora bolas, a corsa não pode, então, "sentir" o cheiro da água! Mas estamos falando em linguagem figurada, poética: o sentir em questão é algo além dos sentidos físicos, é uma convicção que não se pode confirmar através da explicação puramente física... mas de alguma forma ela está lá (ou aqui) e faz diferença na nossa maneira de tomar decisões e de agir. Não tente me entender. Nem eu mesma consigo. Também não é intenção fazer-me entendida, veja bem, já me basta que as minhas idéias desconexas façam você pensar ou inspirem algumas outras idéias (claras ouconfusas - como as minhas). O fato (pensou que eu tinha perdido o fio da meada, né?)... o fato é que alguma coisa aconteceu, eu não sei (nem sei explicar) o que foi mas que de alguma forma me fez me esticar pra tentar ver de onde vem esse "cheirinho de água", essa sensaçãozinha boa de que algo muito maravilhoso vai acontecer daqui a muito pouco tempo (pra quem tem esperado por toda a vida)! É muito sério isso: quando eu digo que vai acontecer alguma coisa, pode esperar... Da última vez que postei aqui que algo aconteceria (no caso, imaginei um "terremoto" na minha vida), dias depois realmente aconteceu - não o que imaginei, nem do jeito que eu queria - mas aconteceu. Pra não te deixar voando, caro leitor, eu explico (apesar de não ser nenhum pouco fã das explicações): o finalzinho do ano passado foi muito ruim pra mim (por uma série de fatores que não vem ao caso, absolutamente, 'inda mais agora). Eu fui somatizando o estresse todo, guardando, armazenando... Dá última vez que isso aconteceu (há uns anos atrás), eu juntei toda a minha indignação e fúria de depois de uma fase ruim e transformei em vários roteiros pra Teatro (o Santiago - amigo de todas as horas - até comemorou por aqui, pensando que dessa vez sairia alguma coisa do nível de um Hamlet, rs...). Que nada! Passei o mês de janeiro inteirinho doente: correndo pro hospital, tirando "litros" de sangue pra todo tipo de exame, servindo de piada no consultório do meu clínico geral (ele é uma figura!)... emagreci pra caramba (e já não tinha mais pra onde), quase morri de dor, de medo de agulha, de consultório, de jaleco branco, de abrir os envelopes e achar um acenozinho da morte, sei lá... No final, "contando mortos e feridos: salvaram-se todos", quero dizer: fui salva. Mais dos medos do que qualquer outra coisa. A pane na minha saúde foi o capítulo final. Daí que o médico riu mesmo: "O pior é que você tem a saúde de uma criança! Eu não entendo, os exames não acusaram NADA!" Maravilha!!!! Mas os sintomas continuaram lá por muuuuuitos dias ainda. Hoje posso dizer que foram embora quase que por completo: estamos no finalzinho do tratamento. O que o clínico chamou de estresse, a minha terapeuta disse que era doença psicossomática (de fundo emocional) e a galera mais próxima agora danou pra me chamar de EMO. Vê se pode!? >>> Volto às águas: daí que sempre depois de uma noite, o sol da manhã brilha forte como se a escuridão não tivesse sequer existido e eu LI-TE-RAL-MEN-TE senti a proximidade de grandes sonhos da minha vida sendo realizados em um espaço de tempo muito curto. Projetos que estão em incubação há dez anos ou mais começaram a crescer sobre a mesa e os meus olhos foram se enchendo de esperança, os pulmões de uma alegria cristalina. Tudo muito bom! Quando saí da casa dela (da minha terapeuta) ontem, as lágrimas vieram fortes, com uma convicção tão grande crescendo dentro do peito, que foi quase como se uma ressurreição tivesse ali naquela horinha de conversa, de repente acontecido. Passou um filminho pela minha cabeça: cada dificuldade soou então como uma preparação pra suportar o que vem pela frente. Senti o cheiro das águas...

Ele pergunta...

- Mas Vivi, o que você realmente quer mesmo?
Eu respondo:
Simples desse jeitin'.
:)

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Muito bonitinho *-*

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Curtinha

. . . Para quem sabe ler... . . . Um pingo... . . . É um pingo! - E letra é letra! . . . Ora, pipocas!!!!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Um brinde a todos!

Insensibilidade é um troço que me irrita profundamente. Indiscrição idem. E olha que eu sou muito lenta quando o assunto é perceber a necessidade e o limite dos outros. Sabe como é, eu sempre fui muito reservada, muito na minha, muito tranquila... daí que a visão não tem esse alcance todo... Mas pera lá! - tudo tem limite e tem gente demais ao meu redor que perde frequentemente a compostura e o senso de respeito à individualidade alheia! Tem uma safra de pessoas (julgo eu, as mais jovens) que vieram ao mundo com um sério problema: defeito no aparelhinho chamado des-con-fi-ô-me-tro ou ausência total deste item de série extremamente importante! E vão se achegando às pessoas com quem não se tem a menor intimidade, fazendo perguntas, tecendo comentários, dando pitacos, propondo soluções a questionamentos que nem sequer foram levantados, etc, etc, provocando saias justas em atacado. Pra não dar patada e aumentar o estrago, tiro quase sempre, o time de campo. Arre! O povo todo surta coletivamente (é, de propósito mesmo, pra causar essa impressão de exagero) e no fim eu levo a fama de chata, de individualista, de ostracista, de crítica, de arrogante, de orgulhosa... Fazer o quê!? Não é primeira nem última que eu levo a fama - e a culpa. Como diz o filósofo Homer Simpson: "A culpa é minha, eu coloco em quem eu quiser!"
Aliás, não sou a única na face da Terra que sofre com o surto alheio. Meno male. Esses dias tive o (des)prazer de partilhar o sofrimento de uma grande amiga que sofreu uma rasteira daquelas... Lealdade é artigo em falta no mercado. E muito embora a mim não caiba julgamentos e interpretações a respeito das atitudes dos outros, penso que tenho ao menos o direito de extravasar, de protestar com um mínimo de elegância diante de situações adversas que fogem do nosso controle... Esses dias, no meio de tanta tribulação (não na minha vida, ok? a trégua continua), eis que recebo uma mensagem de texto da minha irmã, no finalzinho da tarde: "Mana, comprei umas cervejas importadas, uns petiscos e chamei a Fulana de Tal (essa, que andava tristinha) pra jogar dominó lá em casa. Me liga nem que seja pra me dar uma bronca." Que é isso, minha gente!!!!? Que bronca que nada! Só olhei no relógio, calculei o tempo que gastaria pra chegar em casa e liguei confirmando o programa... Naquela noite comemos, jogamos, conversamos, rimos (muuuuito) e erguemos um brinde a todos os amigos, parentes, ex- (todas as espécies), professores, colegas de escola, faculdade, de trabalho, líderes, chefes, subordinados e demais FDPs que passam, passaram e passarão (com toda certeza) pela nossa vida... E foi só.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Dois caminhos

Apaixonei-me. Lembro que na faculdade cheguei a ler algum trechinho de livro dele sem dar a devida importância (isso foi há anos atrás). Até que uma passada ingênua por uma livraria depois do almoço colocou-me face a face com os dois primeiros livros de Rubem Alves: Sobre Pecados e Demônios (muito bom, leiturinha curta mas muito divertida) e Variações Sobre a vida e a morte - o feitiço erótico-herético da Teologia. Pronto! Desandei (ou andei) de lá pra cá, procurando os livros dele. Gosto muito das crônicas que o Rubem escreve. Terminei agora uma trilogia (se é que posso chamar assim). São três coletâneas de crônicas agrupadas em três livros que receberam como título trechinhos de um poema de William Blake. Me impressiona a proximidade das palavras que ele escreve com as que eu desejo escrever mas ainda não consegui colocar no papel. Às vezes, eu passo a semana toda com um pensamento fixo e me pego com um de seus livros em mãos, lendo exatamente (não é exagero, e é para meu total espanto) aquilo em que pensava, em forma de palavras - já publicadas... É como seu eu mesma tivesse escrito, não dá pra explicar (e eu também sou péssima para dar explicações)! Esses dias mesmo, passei por uma situação extremamente constrangedora, em que me vi dividida em dois caminhos: permanecer e iniciar uma discussão (provavelmente) infindável ou me retirar pra não ter que responder, me explicar. Eu era um estranho num mundo em que todos pensam igual; discordar seria abrir precedente pra queda de braço absolutamente desnecessária, tipo debate sobre quem veio primeiro - o ovo ou a galinha... Então retirei resignadamente meu timinho de campo, me recolhendo às minhas leituras. Eis o que me saltou aos olhos:
. . . Lembro-me de um poema de Robert Frost:
Duas trilhas bifurcavam num bosque de outono,
e eu, viajante solitário, triste por não poder andar por ambos,
longamente observei até onde desapareciam na folhagem. [...]
Duas trilhas num bosque bifurcavam e eu -
eu fui pela menos pisada,
e isso fez toda a diferença.
Acho que fiz o mesmo na vida: preferi sempre a trilha onde poucos andavam. Desde menino eu amei estar sozinho. Gostava de ficar só com os meus pensamentos. [...] O bom da trilha menos pisada é que não há falatório. São poucos os que andam por ela, mas eles são muito interessantes. Diferentes. É a trilha dos poetas, dos profetas, dos bufões, dos hereges. Esses foram sempre meus companheiros na minha caminhada. T.S Eliot tem um aforismo que diz: "Numa terra de fugitivos quem anda na direção contrária parece estar fugindo". [...] Não sei se a minha era uma terra de fugitivos. Sei que desde pequeno eu andava ao contrário. Não por escolha, mas por destino. [...]
.
.
.
Tava tudo explicado. Chorei mas não tinha (ou tinha) motivo pra chorar. Li e reli. Entendi. Ufa! Há mais alguém assim na face da Terra. Muito bom saber que não se está só.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Poemeu

Cântico Negro (José Régio) "Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali... A minha glória é esta: Criar desumanidades! Não acompanhar ninguém. — Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos... Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: "vem por aqui!"? Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí...Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada. Como, pois, sereis vós Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?... Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos... Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tetos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios... Eu tenho a minha Loucura! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios... [...] Ah, que ninguém me dê piedosas intenções, Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou, É uma onda que se alevantou, É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou Sei que não vou por aí!

Canseira

Então... . . . É... . . . Tipo assim... . . . Tá certo que tem horas em que o cansaço fala mais alto... . . . Mas no (meu) caso, ele gritou, esperneou, virou a mesa e chutou os quatro tamboretes!!! . . . Tô podendo naum...

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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