sábado, 10 de abril de 2010

Desaconselho aos diabéticos... rs

Já que estamos entre doçuras e melosidades... a música que encerrou o show de ontem mais o poema do Neruda que citei em post anterior.

A dança Eu não te amo como se fosse rosa de sal, topázio ou,

ou flecha de cravos que propagam o fogo.

Eu te amo como certas coisas obscuras devem ser amadas,

em segredo, entre a sombra e a alma.

Eu te amo como a planta que não floresce

mas carrega em si a luz das flores escondidas;

Graças ao seu amor, um aroma que

levantado da terra, vive escuro em meu corpo.

Eu te amo sem saber como, nem quando, nem onde.

Eu te amo diretamente sem problemas nem orgulho;

assim que eu te amo porque não conheço outra maneira

do que isso: onde não existe, nem você,

tão perto que a tua mão no meu peito é minha mão,

tão perto que os teus olhos perto é como eu adormecer.

1 comentários:

Angel disse...

Viviane, que música linda... Eu não a conhecia. Não se chateie, mas vou levá-la ao meu blog, a letra é tudo o que quero dizer no dia de hoje...

Saudades de você lá no meu canto... :)

Abraços, minha amiga.

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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