segunda-feira, 31 de maio de 2010

Fala por mim, Fernando Pessoa

(...)
Não sei se a vida é pouco ou demais para mim.

Não sei se sinto de mais ou de menos, não sei
Se me falta escrúpulo espiritual, ponto-de-apoio na inteligência,
Consangüinidade com o mistério das coisas, choque
Aos contatos, sangue sob golpes, estremeção aos ruídos,
Ou se há outra significação para isto mais cômoda e feliz.

Seja o que for, era melhor não ter nascido,
Porque, de tão interessante que é a todos os momentos,
A vida chega a doer, a enjoar, a cortar, a roçar, a ranger,
A dar vontade de dar gritos, de dar pulos, de ficar no chão, de sair

Para fora de todas as casas, de todas as lógicas e de todas as sacadas,
E ir ser selvagem para a morte entre árvores e esquecimentos,
Entre tombos, e perigos e ausência de amanhãs,
E tudo isto devia ser qualquer outra coisa mais parecida com o que eu penso,
Com o que eu penso ou sinto, que eu nem sei qual é, ó vida.

Cruzo os braços sobre a mesa, ponho a cabeça sobre os braços,
É preciso querer chorar, mas não sei ir buscar as lágrimas...
Por mais que me esforce por ter uma grande pena de mim, não choro,
Tenho a alma rachada sob o indicador curvo que lhe toca...
Que há de ser de mim? Que há de ser de mim?
(...)

domingo, 30 de maio de 2010

Machado de Assis IV + eu mesma (continuação)

"Creiam-me, não há problemas insolúveis. Tudo neste mundo nasce com a sua explicação; a questão é catá-la. Nem tudo se explicará desde logo, é verdade; o tempo do trabalho varia, mas haja paciência, firmeza e sagacidade, e chegar-se-á à decifração"

Eu caí na rotina religiosa! Que grande tragédia! Uma coisa é vever na dependência de Deus, ser "levado pelo Espírito", "bastando a cada dia o seu mal"... outra coisa bem diferente é viver gravitando em torno das programações, das reuniões, da burocracia (que infelizmente invadiu a instância congregacional e que chateia por demais). Deixei de viver a plenitude dos relacionamentos pra viver em função das estratégias que fariam a Igreja aumentar quantitativamente (os números, números, números...) - não pense que isso é realidade apenas das corporações, porque não é! E aquilo tudo foi me cansando a alma, me dando nos nervos, e eu simplesmente não tinha mais opção na vida: era cobrança sobre cobrança por um desempenho que eu não conseguiria alcançar jamais pelo simples motivo - de não querer e não crer que a obre de Deus na minha vida era corresponder às expectativas da liderança da congregação. Surtei várias vezes e de várias maneiras. Qualquer questionamento ou discordância era tido como rebeldia ou contestação (e era difcílil pra mim explicar como eu me sentia -  vazia e sem propósito, distante de tudo aquilo que me faz feliz, cumprindo tabela e rituais que não me acrescentavam em nada e ainda me sugavam o que tinha de energia vital). Morte espiritual. Me agarrei no que podia tentando reverter o quadro e fiz coisas sem entender direito o sentido pra me enquadrar e tentar me livrar do sentimento de culpa e de inadequação que me perseguia dia e noite. Não adiantava: eu não me adaptava, não enquadrava, tentava vender um peixe que eu sabia estar podre. RELIGIOSIDADE. RELIGIOSIDADE. RELIGIOSIDADE. Onde é que está Deus em tudo isso que eu faço????? Era a pergunta que fazia o meu corpo se contorcer na cama à noite.
(...)
Quando EU TENTEI FAZER TUDO CERTO - deu tudo errado! Daí eu passei a relaxar de verdade e questionar tudo e todos. Fazer perguntas que deixava a maioria das pessoas desconfortáveis (certamente não mais do que eu). Ganhei os mais diversos apelidos: louca, maluca, rebelde, crítica, kamikaze e por aí vai... E passei a deixar claro o meu desconforto. Sabe de uma coisa: as pessoas não se importam mesmo com nada! E por que raios eu deveria me importar??? PASSEI A FAZER TUDO ERRADO - novamente deu tudo errado!!! Agora a coisa ficou feia... Descobri a duras penas que não importava o que eu fizesse, os meus medos, as minhas culpas, as minhas vergonhas e os meus fracassos sempre recaíam sobre a minha cabeça quando eu observava a aparência feliz e próspera das pessoas à minha volta. A pergunta que eu me fazia era: AFINAL, O QUE HÁ DE TÃO ERRADO COMIGO??? Era a questão sem resposta.
Foi quando eu percebi que muitas pessoas tinham as mesmas preocupações, viviam os mesmos questionamentos, sentiam a mesma frieza espiritual mas que, simplesmente não externavam. Cada um no aconchego do claustro, amargava a desilusão de não ter um relacionamento com Deus, estar cansado e abarrotado de compromissos, "pesado" por causa da sensação de culpa que "não dar conta de corresponder" causava... Fácil é, fingir que nada está acontecendo, viver um dia depois do outro e ir protelando resoluções urgentes.
(...)
Para mim, não dava mais. Não dava pra viver uma farsa. Entrar na casa dos outros sabendo que a minha casa não estava em paz. Pregar uma prosperidade material que eu sei, você sabe, todos nós sabemos que o sistema econômico não permite a ascensão de todos. Riqueza não é para todos! É uma covardia desfilar de carrão na frente de uma pessoa que (hoje) não tem o que comer, alimentando quimeras de ter uma vida confortável em muito pouco tempo - Deus não manda ninguém fazer isso e isso não é para todos!!! É uma ilusão ensinar as pessoas a orar, afirmando (baseando-se nas Escrituras) que Deus vai atender! É um SOFISMA (mentira com cara de verdade). Deus não está condicionado às leis físicas mas as coisas físicas estão (incluindo eu e você)! Então não injete hoje em uma pessoa uma crença que vai levá-la a uma frustração amanhã, que é ainda maior do que o "não ter ou o não ser" de hoje. É muita covardia...
(...)
Tenho visto muita coisa nessa vida. E descoberto também... A minha vida espiritual anda assim: viva. Vou completar um ano de afastamento da rotina religiosa. Às vezes vou à Igreja mas isso não é uma obrigação (por mais que as pessoas teimem comigo pra eu ir - e eu sou teimosa o suficiente pra não ir). Sinto falta das pessoas; não das programações. Sinto falta do convívio; não da liturgia. Já tive mais fé e menos esperança. Hoje tenho mais esperança, menos fé e mais AÇÃO! Não porque tenha a necessidade de fazer alguma coisa, porque eu não posso comprar a aceitação de Deus com as coisas que eu faço. Aliás, o relacionamento com Deus (eu tenho descoberto) não tem tanto a ver com o que eu faço mas com QUEM EU SOU, QUEM ELE É e QUEM ELE QUER QUE EU SEJA. Tem a ver com ser e não com fazer. Já fiz muita besteira na vida e muita coisa boa também - nem uma coisa nem outra nunca me levou a um lugar seguro. Hoje eu já não me preocupo tanto com isso. Existem outras coisas...
(Continua).

Machado de Assis III + eu mesma

"Não é a verdade que convence, é a convicção. Convence-te de uma idéia, e morrerás com ela. Nem é outra a grandeza dos sacrifícios, mas se a verdade se acerta com a convicção, então nasce o sublime."

Tava aqui lendo e pensando na vida. Certas coisas são tão sérias e têm uma relevância tão grande na minha vida que sobre as quais prefiro nem falar. São sagradas, são coisas a serem ditas aos sussurros e apenas a quem de direito. Mas sei que por aqui passam pessoas que nutrem algum tipo de curiosidade de saber a quantas anda a minha vida espiritual.
Primeiramente gostaria de traçar algumas linhas acerca das minhas convicções a respeito do que vem a ser o "reino espiritual" e as coisas ligadas a ele. Vou logo dizendo que não me apego a rótulos. Quando alguém me pergunta se sou cristã, digo apenas que creio em Cristo - e se isso me enquadra no conceito, a pessoa entenda e rotule como bem entender. A vida é mais que os rótulos e os muitos nomes que damos às coisas.... O fato é que depois de viver 10 anos da minha vida dentro (e isso quer dizer exatamente DENTRO) da Igreja (evangélica), eu cansei das liturgias, dos dogmas, das programações, dos rituais e principalmente: da falta de coerência entre o que se fala e o que se vive. Não é culpa de ninguém - eu nuca disse isso! E também nunca atribuí a minha frustração com a vida religiosa às atitudes de B ou C. Não gosto de acusações, nem de eleição de culpados pra simples desencargo de consciência de outros.
Mas voltemos à minha crença a respeito do mundo espiritual. Pra mim ele é mais real que o mundo físico. Existem muito mais coisas inexplicáveis do que a nossa mente consegue alcançar (tá, tá bom, eu quase parafraseei o Hamlet, não era bem essa a intenção). A explicação teológica do homem tripartite é a melhor a meu ver: corpo, alma e espírito. Como Deus é três e também é um (essa parte eu só consegui "entender" depois de ler um livro chamado A Cabana, que ilustra a coisa de maneira mais acessível). O corpo é a parte material, o espírito, a parte imaterial. E a alma (também imaterial), faz uma espécie de "ponte" entre os dois. Existe o mundo físico (este "visível", que obedece as leis físicas) e um mundo paralelo a este, o espiritual, onde estão as coisas "do além". Mesmo que não possui alguma orientação religiosa, reconhece que alguns fenômenos não são explicáveis pura e simplesmente pelas leis naturais, apreendidas empiricamente e catalogadas pelos cientistas ao longo dos séculos. Abro mão aqui de maiores explicações. Prefiro conversar sobre este assunto pessoalmente, que daí você vê o brilho dos meus olhos simplesmente porque é um assunto que me empolga (obviamente, se você tiver coragem de conversar com alguém que não tem pretensão de convencê-lo de coisa alguma, mas tão somente de compartilhar algumas inquietações - ou convicções. E nem tiver pretensão de me convencer também, o que é muito importante. Eu disse, certa vez que a gente precisa aprender a ter cá a nossa maneira elegante de discordar sem ter que romper com quem quer que seja por causa de entender determinados assuntos de forma diferente). Ponto.
E sim, eu também creio em Deus (s. m. Ente infinito e existente por si mesmo; a causa necessária e fim último de tudo que existe / Em teol. cristã, ente tríplice e uno, infinitamente perfeito, criador e regulador do universo)! Desse jeitinho mesmo, que eu copiei do dicionário on-line por pura preguiça de procurar os meus manuais de Teologia. Deus é espírito. Não pertence ao mundo físico e não adianta tentar entendê-Lo através da nossa mentalidade limitada porque está além das definições e das representações que desejamos fazer (pura pretensão). Eu faria algumas perguntas aqui mas prefiro ir adiante... Eu sou um espírito que habita em um corpo. E é essa parte espiritual que está capacitada a interagir com Deus (não querendo dizer que a alma e o corpo não participem do processo). Cheguei onde eu queria.
Foram dez anos de militância cristã. Um terço da minha vida. Muito tempo, levando em consideração que grandes amizades minhas iniciaram treze ou catorze anos atrás. Fui muito feliz na Igreja. Muito. Aprendi muito. Devo aos meus líderes muito do que sei e do que sou hoje. Foram pastores, músicos, ministros em todas as áreas de atuação... muitas oportunidades de crescer, de aprender, de conviver com gente equilibrada e com gente absolutamente descompensada (mas que acrescentaram lições importantíssimas na minha vida). Enfrentei muita luta e muita perseguição (dentro de casa, entre os amigos mais antigos, na faculdade...) por ter optado viver um estilo de vida diferente da maioria. Sofri, chorei e apanhei (literalmente) muito durante muito tempo. Amarguei crises sozinha e outras acompanhada. Ajudei muita gente, de diversas maneiras e recebi ajuda. Amei, briguei, me arrependi, reconciliei, e chorei, chorei, chorei... Sonhei muito, realizei muitas coisas mesmo sem ter condições para tais façanhas. Muito jovem cheguei a ser líder e referência dentro da Igreja mas com o passar do tempo a gente vai percebendo que as motivações vão mudando e de repente você não se reconhece mais como aquela pessoa apaixonada do início.
Era o meu maior medo: cair na rotina, me conformar com algumas coisas que sempre me incomodaram. E quando eu tinha a oportunidade de conviver com os "crentes mais antigos", já gagás no ambiente eclesiástico, o discurso deles era que o tempo ia passar e eu ia acabar me tornando como um deles: frustrados e conformados com o sistema. Eu dizia que não! Mas comecei a perceber há três anos atrás que a paixão que me consumia nos primeiros anos havia meio que morrido. Certas coisas já não me incomodavam mais e eu CAÍ NA ROTINA RELIGIOSA!
(...)
Continua.

Doa a quem doer

* Importei do blog do dr. Magnus Amaral Campos:

(aspas) VANILLA SKY é uma filmagem de "O MUNDO COMO VONTADE E REPRESENTAÇÃO" e Arthur Schopenhauer e por isso de difícil intelecção !


Após alguns minutos depois de começado o filme, usualmente os espectadores acabam por desligar o filme ou mudar de canal.

Assim é que vivemos! Presos a algumas pessoas e fatos do passado, imaginando sempre uma conexão entre o passado e o presente, sempre uma conexão onde nos vemos como heróis, sendo idolatrados por pessoas que nem mais existem em nossas vidas - um SONHO LÚCIDO!

Deixando que a VONTADE determine a nossa atenção sempre necessitada de reconhecimento, vivemos para os outros enquanto imaginamos sermos importantes para elas , mal nos dando conta de que aquela relação acabou!

Andando em uma rua, em um supermercado, ficamos a imaginar que RE ENCONTRAREMOS alguém que já nos foi importante no passado e para quem já fomos importantes .

Esse mundo infantil, de sonhos, procurando sempre por reconhecimento a que as pessoas chamam de AMOR é que nos nutre para trabalharmos cada vez mais pelas outras pessoas e cada vez menos por nós !

Em verdade NÃO é um sonho lúcido, mas um PESADELO LÚCIDO!

As cicatrizes que tivemos em toda a nossa vida vão ficar para sempre NÃO havendo possibilidade de restaurar nossa vida antiga , com nossos velhos sonhos!

São esses pesadelos lúcidos que fazem com que você tenha sinais e sintomas que não consegue entender direito por que acontecem .

Quando por fim, todas as pessoas que faziam de conta que te amavam, te abandonam, desaparece a sua VONTADE de viver, surgindo aquilo que é bem narrado por LIEV TOLSTOI em "A morte de Ivan Ilicht" .

Acorde! Esse mundo é só seu e de mais ninguém!

Não fique atrás de quimeras e sonhos que nunca mais vão se realizar .

Viva a sua vida! (aspas)

Machado de Assis II

"Tudo é fugaz neste mundo.
Se eu não tivesse os olhos adoentados
dava-me
a compor outro Eclesiastes
à moderna,
posto nada deva haver de moderno
depois daquele livro.
Já dizia ele
que nada era novo debaixo do sol,
e se não era então,
não se foi
nem será nunca mais.
Tudo é contraditório e vago."

sábado, 29 de maio de 2010

Pois não é!?

(aspas) O "POBLEMA" DAS PESSOAS CULTAS E COM FORMAÇÃO SUPERIOR , é que elas NÃO IMAGINAM PODEREM SER DÉBEIS MENTAIS PELO FATO DE SEREM CULTAS E TEREM FORMAÇÃO SUPERIOR! (aspas)
Dr. Magnus Amaral Campos





Me acabo de rir lendo! hahahahahah

Deixa eu cantar

Tô em fase "Nana" hoje. Melódica e melancólica como só a Nana é...
Foi só eu reconhecer a vida, que tava boa, as coisas caíram de produção outra vez. A gente não tem direito a ter sossego nessa vida não, é minha gente?! Mas tem nada não, esperança e disposição eu tenho de sobra!
Canta, Nana, canta!!! Que daqui eu ouço e canto junto, acompanhada do violão.



Deixa eu cantar (Dudu Falcão)

Sabe, eu sou feliz

Invento a vida enquanto eu canto
Sou teu amor, sou teu encanto,
O porta-voz da tua paixão.


Sabe, é sempre assim
Ninguém segura a fantasia
De ter o dom da melodia
Trancar o mundo na canção.


Deixa eu cantar
Deixa eu chorar
Meu pranto e saudade
Eu sou a própria voz do medo
Um aconchego e sedução


Deixa eu cantar
Deixa eu dobrar de felicidade
Eu sou tua voz dizendo a ele
Tudo o que não disse o teu coração

Mas é que eu sou feliz
Invento a vida
E quando eu canto
Sou teu amor, sou teu encanto
O porta-voz da tua paixão


É que é sempre assim
Ninguém segura a fantasia
De ter o dom da melodia
Trancar o mundo na canção.

Deixa eu cantar
Deixa eu dobrar de felicidade
Eu sou tua voz dizendo a ele
Tudo o que não disse o teu coração

Deixa eu cantar
Sou teu recado, sou teu pecado
Dentro de rádios e vitrolas,
Conto pra ele nosso amor


Deixa eu cantar
Sou teu recado, sou teu pecado
Dentro de rádios e vitrolas,
Conto pra ele nosso amor

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Machado de Assis I

"Nós pecamos pelo ruim gosto de esgotar todas as novidades. (...) Casos há que a própria referência crítica ao abuso perde a graça que tinha, à força da repetição; e quendo um homem quer passar por insípido (o interesse toma todas as formas), alude a uma dessas chatezas públicas. Asim, morrem afinal os usos, os costumes, as instituições, as sociedades, o bem e o mal. Assim morrerá o Universo, se se não renovar frequentemente."

Polêmica?

"Uma vez tendo boca, falo o que quero."
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Vixxxx... Isso já deu pano pra manga... Eu é que sei!

Entre outras coisas...

"a convivência em sociedade e com o homem social é necessária para a preservação ou tentativa de preservação da espécie ".



Ponto para o doutor novamente! Por que será que eu gosto de algumas coisas que ele escreve?

terça-feira, 25 de maio de 2010

Resposta respondida

Dias atrás comentei por aqui certa dúvida de outrem (que se fez minha) acerca do valor da honestidade nos dias atuais. Vale, vale a pena sim ser honesto, íntegro - eu acredito piamente nisso! E veja bem, eu não estou tentando convencer o caríssimo leitor (adoro superlativos) e nem perguntando se você concorda comigo (desculpa, é que eu ando meio malcriada esses dias) - apenas compartilho uma convicção firme sobre alguma coisa, o que pode até não ser grande coisa mas tem uma importância para mim.
O fato é que a mesma pessoa que me ligou e fez a pergunta talvez ainda não tenha parado para pensar mas as circunstâncias que se seguiram logo depois das outras cisrcunstâncias que geraram a inconformação e o questionamento acerca do valor da honestidade resultaram em excelentes frutos - justamente da honestidade! Veja como as coisas são... E a gente, gente comum com aquela pressa toda de que as coisas se definam, se acertem, se acomodem. Ninguém gosta de sair da "zona de conforto" - confesso: nem eu mesma, mas... só tem um jeito de saber como vai ser o dia de amanhã, que é justamente estando vivo pra ver acontecer (o que eu esperava - ou não, mas ainda assim é lucro porque com certeza muita gente nem tem esta oportunidade, já partiu pra outra esfera de vida e daqui mesmo é que não sabe de nada).
Pra ela (a pessoa que me fez a pergunta), valeu a pena ser honesta e os resultados brotaram antes até do que se imaginava. Mas talvez ela nem se lembre disso. Talvez nem se lembre do conteúdo da nossa conversa ao telefone, o que também não importa porque quem tem essas paranóias de ficar remoendo as coisas sou só eu mesma... (...) Mas é isso. Eu acho.

Roupa suja se lava...

...quando se tem pra lavar!
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Ora, não me invente motivo - pra barraco.
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Detesto.
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Ouviu bem? D-E-T-E-S-T-O!!!!!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sem falta, sem fala

Fala verdade, saudade é um negocinho que mata a gente. Se a saudade é combinada a um remorçozinho causado por uma situação provocada por você mesma e que gerou um desentendimento (reversível porém incômodo) com uma pessoa que você simplesmente ama de paixão ainda é pior! É péssimo não ser compreendido. Pelo menos é a impressão que tenho de vez em quando, justamente quando não consigo expressar exatamente o que gostaria. Péssimo. E dá-lhe sentimento de culpa ou de incapacidade - a minha linguagem é outra, entenda!
Não gosto de chatear os outros. Juro! Sério mesmo. Impensável machucar alguém por querer. Mas fiz (sem querer mas fiz). Sorte minha e sorte a sua. Não somos pessoas comuns, e o mundo dá muitas voltas, e tem ainda a questão do tempo, que vai passando o filminho da "câmera que filma os dias" em slow motion aqui dentro da minha cabeça me fazendo ver as coisas de outras (e de outras) formas, de outros (e de outros) ângulos... Eu sou mesmo uma pessoa privilegiada (abençoada por Deus e bonita por natureza, rs).
Não sei se sorte, obra do acaso ou do destino - a minha saudade teve um fim trágico. Resolveu estacionar bem em minha frente logo eu estando armada atá os dentes com todas as balas de ternura, morteiros de sensibilidade e metralhadora de palavras doces. Matei a saudade.
Não há dor que o tempo não amenize, não há situação contrária que não seja amolecida pela massagem do tempo e da paciência de esperar os novos dias, os novos ares, as novas oportunidades.
Obrigada (única e simplesmente) por existir na minha vida.

domingo, 23 de maio de 2010

A música que embalou o fim-de-semana! haha

sábado, 22 de maio de 2010

Amo muito tudo isso!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Da semana que passou

Pessoas sempre me fazem perguntas difíceis (de responder). Sempre. Logo eu que não gosto de responder a perguntas. Me embaraço toda. E se é sobre mim então, geralmente dou resposta evasiva, digo qualquer coisa sem pensar pra me livrar do olhar inquisidor - de quem quer que seja!
Esses dias uma pessoa que eu amo demais da conta me ligou e fez a seguinte pergunta: "De que vale a nossa honestidade?"
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Perguntinha mais danada!
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Sei não... pra gente dormir em paz à noite! Deve ser.
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Será???

Assim...

Li em algum lugar, essa semana, que "as coisas têm que piorar bastante antes de se tornarem REALMENTE melhores - como acontece nas cirurgias"...
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Então...
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Acho que a minha fase de "piorar bastante"... PASSOU!

domingo, 16 de maio de 2010

Divulgando...

Então... a turma de Gastronomia (da qual a minha maninha gourmet faz parte) que está se formando neste semestre é que promove o evento! Vale a pena conferir...

As 11 regras - muito bom isso! rs

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

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Importei do blog SOLOMON.

sábado, 15 de maio de 2010

PIRRAÇA - Vanessa da Mata

O tempo pirraça... principalmente quando se está impedido de sair de casa! Aff...


sexta-feira, 14 de maio de 2010

Canta comigo?

Vanessa Carlton - A thousand miles

Desacelerou

Quarta-feira à tarde...
Lá vou eu desembestada descendo as escadas do prédio onde trabalho, hora do lanche, eu morrendo de fome e no último degrau... olha que situação: torci o pé! Vê se pode? A vida toda corrida, cheia de coisa pra fazer, o fim-de-semana inteirinho programado e naquela hora eu só conseguia ver as estrelinhas girando em volta da minha cabeça, enquanto me arrastava prum cantinho mais discreto e pedia um saquinho de gelo pra "tia" da cantina. Teimosa que sou, apliquei o gelo, calcei o tênis e ignorei a dor. Esqueci de lanchar. Subi de volta pra sala e encerrei o dia. Putz, mas ainda tinha aula à noite e pra falar verdade, depois que o sangue esfriou é que as estrelinhas se multiplicaram - tava doendo pra caramba e bem inchado também. "Quer saber? Vou pro hospital." E fui. Saí de lá com uma bendita tala de gesso e a proibição severa: não colocar o pé no chão, pelo menos durante os próximos seis dias.
Peraí, meu! Com os meus dois pés fincados no chão eu já sou avoada, adivinha então nessa situação de double de Saci... Tudo paralisado. Tudo. Monte de coisas pra resolver e eu aqui trancada em casa! E nem tive a ousadia de lamentar... Sinceramente, eu precisava mesmo de uns dias, de uma desacelerada. Forçada mas providencial. O ritmo frenético em que eu estava vivendo ia acabar me nocauteando e hoje, apesar de chateada com a impossibilidade de ir sequer até a esquina, eu agradeci a Deus. Tem uma pilha de livros e DVDs amontoados sobre a minha cama - eles vão me fazendo companhia até o dia libertar o meu pezinho da tala incômoda.
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A parte engraçada da coisa: na saída do hospital, a doida da minha irmã dando cavalinho de pau com a cadeira de rodas (muito mais engraçado se ela não estivesse pilotando a bendita comigo à bordo!). Hahahaha! Tiramos foto e tudo. Pessoal daqui de casa gira bem da cabeça não! E quando meu irmão foi nos buscar, a notícia em primeira mão: vamos ser TIAS!!! Eita p*rraaaaaaa!!!! Antes do Natal deste ano tem bebezinho novo na família. Precisava mesmo era ver a cara da minha mãe quando soube que ia ser avó... só não caiu porque já estava sentada!!! Hahahahaha...
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terça-feira, 11 de maio de 2010

Eu falhei!

Agora conjuga lá, oh habitante de Zion
o verbo falhar
na primeira pessoa do singular,
pretérito perfeito simples.
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É isso! Eu falhei. E falhei feio.
Fui egoísta pacas.
Infantil.
Implacável.
"Umbigólatra".
E tenho consciência disso...
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Perdoa?
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:(

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Todo o crédito ao Dr.!

"O ser humano NÃO ENTENDE as coisas através da LÓGICA e sim através da DOR!"

domingo, 9 de maio de 2010

Eu deveria ter imaginado

Amanheci Beatles hoje!
Fui arrumar umas bagunças, achei a minha gaita e fui solar o comecinho desta música.
Das bagunças acabei me esquecendo mas da música... não mesmo!

sábado, 8 de maio de 2010

Flashback

Versão original!

Eu odiava essa música quando era criança! Tenho uma tia (louca) que ficava ouvindo o discão de vinil o dia IN-TEI-RO essa m... no maior volume e eu, que tinha apenas uns 4 ou 5 anos de idade, me conformava ou levava chinelada!

A versão feita pelo Pânico pra mim foi a vingança! Chorei de rir - mais do que chorava de raiva há uns anos atrás...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Valeu o dia!

Escancara a janela e vem ver o Sol!!!
Nada como um dia após o outro com uma alvorada linda anunciando que só não tem jeito pra morte... quero dizer, até que tem, mas essa é uma outra história...
Há quem afirme que Ele não existe. Não vou entrar nesse mérito mas todas as vezes em que eu entro numa dessas paranóias, nestes estados de profunda resignação e desesperança na vida, nos dias, na humanidade, Deus me manda o suprimento de esperança nas mais variadas formas. Dessa vez foi através de uma pessoa absolutamente comum e ao mesmo tempo extraordinária. Era pra ser uma sexta-feira de uma semana ruim em que quase-tudo-quase deu errado! E era pra ser só um dia a mais pra chorar e pra lamentar as escolhas que um dia ousei fazer em todas as áreas da minha vida.
Mas quem disse que eu preciso vê-lo para saber que Ele existe? Os sentidos físicos são apenas um breve ensaio para algo muito maior e eu simplesmente ouço Ele falar comigo. Foi assim hoje quando acordei: uma frase fixa em minha mente assim logo cedo não poderia ser algo à toa. "DEUS CONCEDE OS MAIORES TALENTOS EXATAMENTE A QUEM POSSUI AS MAIORES FRAGILIDADES". Era como um sopro ou um sussuro aos meus ouvidos e eu confesso que ainda havia um rançozinho daquele mau-humor do dia anterior mas valeu a pena esperar o dia passar. Me dediquei aos meus afazeres normais do meu trabalho. Visita. Uma professora novata na escola que foi encaminhada a mim pra produzir um trabalho temático. "Ah, que chato, vai atrasar um pouquinho o painel que eu tava montando mas vamos lá..." Ordens são ordens. E foi conversa a manhã inteira embora o tempo tenha passado num estalo. Um projeto e um sonho em comum. Uma simplicidade e uma habilidade de tornar coisas simples em essenciais que me enterneceram - tive que conter as lágrimas por diversas vezes porque duvidei (eu sei que é pecado, rs) haver pessoas assim na face da Terra. Dessas raras, únicas. Nem precisei procurar. Nasceu uma amizade e uma parceria.
Sei reconhecer as pessoas incomuns! Sei reconhecer os educadores por vocação, por excelência (muito embora a maioria reluta achando que poderia fazer alguma outra coisa que rendesse mais dinheiro, custando, naturalmente, a alegria de produzir marcas que podem alcançar outras gerações) e sei que longe daquilo que faz sentido na nossa curta vida, o demais pode até ser farto mas infrutífero. Tenho realmente sorte de ser quem eu sou. Escolhi a felicidade e não o dinheiro. E ela me contou uma história parecidíssima com a minha. Pronto! Identificação instantânea.
Se ontem eu desabafei desolada a minha desesperança em alguma relação que valesse a pena nessa vida, dada a leviandade com a qual as pessoas tratam umas às outras, hoje quando voltava pra casa comentei com a Márcia que aquela moça foi mandada por Deus pra me ensinar mais uma lição.
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Depois fiquei lembrando das outras coisas - boas - que me ocorreram durante o dia. Raiou o Sol, consumiu o mofo e derreteu o gelo das minhas inquietações. A tristeza tem estadia muito curta debaixo da minha aba. Pode apostar nisso!
"Posso;
poder algo, esperar
desejar que chegue o dia
de não escolher não ser"
(Gerard Manley Hopkins)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Do que resta...

Do que resta? Resta uma indignação, sabe, cara? Daquelas que a gente não consegue frear e ela escapa pelos olhos, pela boca, pelos poros: cada um deles, assim, assim, devagarzinho ou numa velocidade maior do que a da luz. Tô indignada e já tem alguns dias! Já tem alguns anos, se eu vivi alguma forma de vida anterior é bem possível que essa indignação me acompanhe desde lá. Ora veja se entenda, caro cidadão, leitor, que tudo o que eu mais queria nessa vida era ter uma vida normal, comum como a da maioria das pessoas. penso cá com os meus botões que as minhas aspirações de vida não são lá tão absurdas (bastante razoáveis até) e o que o Universo me devolve em troca? Dias como o de hoje, semanas como esta está sendo, o caos em troca de um desejo puro de desfrutar de alguma tranquilidade - mas é um sobressalto após outro: quem está aqui daqui a pouco não está mais, a palavra que valia ontem talvez hoje já não valha, a mão estendida de hoje talvez amanhã (certamente, pode apostar) se encolha... e por aí vai! Esses dias eu tava conversando com a minha amiga (bailarina) na hora do almoço, contando algumas peripécias dessa minha nada mole vida, dentre elas uma tremenda decepção com uma amiga ano passado e lá pelas tantas eu tirei a conclusão óbvia (diga-se de passagem, as coisas óbvias são as mais difíceis de enxergar!): eu sou mesmo uma grandessíssima idiota!!!! Caracas! Tão na minha cara e eu só admiti isso há dois dias atrás. Isso entre outras coisas que fui falando. Ela só olhava pra mim e ria. Não é porque eu consigo contar as tragédias da (minha) vida de maneira cômica que elas se tornam menos incômodas e menos trágicas. Boa mesmo é a vida do vizinho!
Pra piorar: eu e a minha boca grande! Hoje eu apenas respondi a uma pergunta, coisa simples, de três vocábulos ou menos e a minha frase - curtinha - virou motivo pra "sermão", que eu ouvi em respeito a quem estava falando e também porque o que eu menos queria naquela hora era alongar a conversa! Eu não perguntei nada, caramba - só respondi o que me foi perguntado! E a pessoa foi falando... Falando verdade, a semana tá ruim, viu... só vendo. O pior é que eu tô bem... é, aqui dentro está tudo bem mas tem sido difícil não ceder às pressões do caos ao meu redor. Bota caos nisso! E olha que eu não sou de reclamar...
Mas hoje ainda, quando cheguei em casa depois do trabalho minha mão me passou o recado: liga pra sua irmã que ela precisa falar com você. Liguei. E outra história feia! Olha, o problema das pessoas é que elas não dão nenhum crédito ao que a gente fala! Eu não me meto na vida de ninguém, detesto conselho, palpite e coisas do gênero. Sou completamente avessa à fofoca. Os babados e perrengues conto pra quem eu confio e se eu deixar de confiar não conto mais. Simples assim. Maaaaaaaaas... De vez em quando eu tenho uns insights. Coisa rara. Reluto até mas vou até a pessoa e falo: olha, eu pensei sobre tal assunto e de repente acho (e tão somente acho) que você poderia pensar ou agir desta ou desta maneira... mas deixo claro pra criatura que ela é quem deve tomar as próprias decisões e depois se der "caca", não me venha culpar! Entonces... A minha irmã tem a mesma opinião e comportamento: só fala quando tem certeza - e olhe lá - porque tá cheio de gente com barba na cara que faz as coisas e depois fica jogando a responsa em cima de "A" ou "B". Eu já vi esse filme diversas vezes, principalmente quando é difícil levar uma situação adiante: a gente fala, conversa, aguenta enquanto pode mas uma hora o barraco cai! Minha irmã levou uma situação no banho-maria até enquanto pode - daí que a corda apertou e ela chutou os quatro paus da barraca (pra mim, aturou até demais). Pronto! Agora (e só agora), aos 45 do segundo tempo as pessoas envolvidas resolveram se retratar com ela e reconhecer que ela é importante fazendo o que faz. Que vexame! Eu fiquei passada! Tragédia isso! As pessoas não ouvem, metem os pés pelas mãos, extrapolam os limites de uma convivência saudável e depois - beeeeeem depois - chegam se fazendo de vítimas, querendo reparar o "mal"! Ah, vão pra... (melhor deixar pra lá).
Esses dias também, eu tava lendo um artigo (brilhante) de um médico de SP, por cujas ideias me apaixonei intantaneamente. Ele explicava a diferença entre caráter e personalidade - dando preferência ao caráter. Engraçado que eu já havia pensado e até escrito aqui algo do gênero e acho absolutamente fantástica essa coisa de encontrar pensamentos semelhantes aos meus na net (principalmente quando o assunto é delicado, como esse). Eu também defendo o caráter acima da personalidade. É bem melhor. "A minha integridade sustenta o meu caráter" - como a Neguinha gosta de colocar no G-Talk como frase de efeito. E tenho dito. Não me adianto neste assunto porque senão dá pano pra manga... As minhas próprias vivências no meio de gente que simplesmente não honra a palavra já me dão, na pele, a impressão exata do que estou falando.
Tenho muito a escrever. Preciso desentalar alguns sapos senão nem durmo à noite - ou morro estalada com eles atravessados todos na minha garganta. Ou quem sabe eu "os engula" (haha, lembrei do F. Collor naquele barraco no Senado) e ganhe uns quilinhos de hoje pra amanhã...
Outra coisa me incomoda: tenho um amigo que vai se casar sábado próximo. Desejo felicidades, do fundo do meu coração! Mas sei que é mais um menos um... Explico: é que eu sempre tive os meus melhores amigos homens. Não que não tenha amigas mulheres - são raras - mas sólidas. Entretanto, os meus grandes amigos sempre foram os meninos, desde criança. Há um problema nisso: quando uma amiga se casa, os maridos geralmente não ficam com ciúmes de mim (apesar de isso também acontecer - e já aconteceu)! Quando um amigo meu se casa eu automaticamente perco ele pra "dona Encrenca"! Literalmente. Não tem mais a mesma afinidade e eu não tenho vocação pra atrapalhar a vida de ninguém nem pertubar a "paz das famílias" dos meus amigos... Nunca "peguei" nenhum amigo meu! Nunca. Depois que se estabelece o vínculo de amizade, me interessar pela criatura é praticamente impossível, porque o cara acaba conhecendo um lado meu meio incômodo pra lidar se eu passo para outro "status" de relacionamento. E se eu me interesso por alguém (o que também é raro), acontece o contrário: a amizade e a aproximação viram pretexto. E é isso. O fato é que o meu amigo vai casar, passar duas semanas fora (em lua-de-mel, naturalmente - mais que merecida), quando ele voltar é menos um pra bater papo sem me preocupar se lá pelas tantas da conversa eu vou deixar escapar um palavrão - pra morrer de rir logo em seguida. E mais uma "dona Encrenca" na cola, pra fazer a política de boa vizinhança, tratar bem por consideração a ele (não que eu não tenha amigas esposas de amigos meus) pra driblar, tomar cuidado e não complicar a situação dele quando chegar em casa. Que bom e que ruim! Felicidades aos nubentes...
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Ah, respondendo a uma pessoa que me perguntou essa semana:
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Os meus erros??? Sim eu aprendo com eles, até porque me custam muitíssimo caro!
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Shalom e até dias melhores.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Bad romance

Desse jeito eu ainda não tinha visto!!!

haha... adorei, maninha!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Simples assim

Como eu gosto dessa música, dessa moça, desse estilo despojado, sem firula, sem pompa, simples e direto. É isso: "Why don't you lay your head down in my arms?"

domingo, 2 de maio de 2010

Por hoje é isso

Rain.

sábado, 1 de maio de 2010

Eu tava lá! :D

Abertura

Das melhores...

Money for nothing

Viviiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!! Para tudo o que você está fazendo e vem ver...
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Eu fui.
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Valeu a pena!
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Era isso aí embaixo.
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Perfeito!!!

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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