segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sem falta, sem fala

Fala verdade, saudade é um negocinho que mata a gente. Se a saudade é combinada a um remorçozinho causado por uma situação provocada por você mesma e que gerou um desentendimento (reversível porém incômodo) com uma pessoa que você simplesmente ama de paixão ainda é pior! É péssimo não ser compreendido. Pelo menos é a impressão que tenho de vez em quando, justamente quando não consigo expressar exatamente o que gostaria. Péssimo. E dá-lhe sentimento de culpa ou de incapacidade - a minha linguagem é outra, entenda!
Não gosto de chatear os outros. Juro! Sério mesmo. Impensável machucar alguém por querer. Mas fiz (sem querer mas fiz). Sorte minha e sorte a sua. Não somos pessoas comuns, e o mundo dá muitas voltas, e tem ainda a questão do tempo, que vai passando o filminho da "câmera que filma os dias" em slow motion aqui dentro da minha cabeça me fazendo ver as coisas de outras (e de outras) formas, de outros (e de outros) ângulos... Eu sou mesmo uma pessoa privilegiada (abençoada por Deus e bonita por natureza, rs).
Não sei se sorte, obra do acaso ou do destino - a minha saudade teve um fim trágico. Resolveu estacionar bem em minha frente logo eu estando armada atá os dentes com todas as balas de ternura, morteiros de sensibilidade e metralhadora de palavras doces. Matei a saudade.
Não há dor que o tempo não amenize, não há situação contrária que não seja amolecida pela massagem do tempo e da paciência de esperar os novos dias, os novos ares, as novas oportunidades.
Obrigada (única e simplesmente) por existir na minha vida.

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