domingo, 31 de outubro de 2010

Selo


Recebi de Angel e gostei pra caramba! Obrigada! Também não sou muito de falar das minhas características... Eu mudo muito o tempo todo e é muito difícil descrever a visão que se tem de si mesmo - de dentro pra fora. Pode ser que haja quem não concorde, rsrsrs...
E como faz tempo que não posto um selo por aqui...

Cá estão: nove coisas sobre mim:

  1. Sou uma pessoa silenciosa. Dizem que as mulheres falam umas 7.000 palavras por dia. Dificilmente gasto a minha cota. A mulherada ao redor é que gasta por mim...
  2. Gosto de música. Gosto demais da conta! Vivo e respiro os sons, os timbres, os ritmos, as melodias... Apesar disso me especifiquei pouco na área. Me contentei em ser amadora.
  3. Sou uma pessoa extremamente calma... até perder a calma!
  4. Adoro borboletas! Não sei porque, nem quando começou essa paixão mas são uns animaizinhos que me enternecem, que me encantam completamente...
  5. Sou professora de profissão e de paixão.
  6. Sou apaixonada por teatro em todas as suas nuances: desde o roteiro, passando pela produção, figurino, cenários, maquiagem e, principalmente: o palco! Amo estar em cena!
  7. Sou artista plástica.
  8. Sou escritora nas horas vagas.
  9. Sou cristã. Creio em Deus, na Trindade, na salvação da alma pela fé em Jesus Cristo. E seja lá qual for o significado que isso tem pra você, pra mim o significado é muito especial...
Acho que por hora é só. Não vou indicar ninguém. Estejam à vontade pra levar o selo vocês que passam sempre (ou nem sempre assim) por aqui.



"Roda viva"




Vida tem me puxado as orelhas. Assim como tem também me feito carinho, afago. Tenho re(des)coberto grandes coisas... Eu tenho um tio que para mim é um segundo pai. Com a vantagem de que com ele eu posso conversar assuntos a mais que lá em casa não tenho abertura. Não sei se isso é bom ou é ruim mas de tempos erm tempos a gente engata uma conversa, o (tio) Régi e eu - que entra em uma esfera de tempo diversa e mudam os assuntos, as nuances, a gente concorda e discorda, ri e  às vezes (até) chora mas sempre saio de lá com uma sensação (boa) de ter crascido como pessoa, como ser humano (já que com 30 anos e 1,80m me parece que não cresço mais em estatura, rs). Ontem fui lá (na casa dele) e tivemos uma dessas...

Ando incomodada esses dias. Sabe aquelas voltas que a vida dá e você faz planos e escreve tudo bem direitinho no papel, põe tudo calculado: os dias, as horas, as ações, os riscos, as perdas e os ganhos... e acabapassando um vendaval que joga os planos pelos ares, te deixando sem chão? Foi o que aconteceu. Atirei no que vi e acabei acertando o que nem imaginava (outra vez). Derrubei outras (?) coisas sem nem atirar, meti os pés pelas mãos, respondi quando não fui perguntada, perguntei quando não devia, ouvi o silêncio se instalar ao redor como um buraco negro massacrante engolindo as reações e respostas de todos ao redor. Cometi erros (mas como não cometê-los???), entrerrei os corpos, as lembranças, joguei coisa fora, vi o filme do meu passado (distante e não tão distante) dezenas de vezes, procurando as falhas, onde eu falhei, onde eu falhei, onde eu falhei??

Uma onda surda trouxe de volta a minha pergunta num eco ensurdecedor. Não há erros. Viver é assumir os riscos. E sobre isso conversamos ontem também: a realidade da vida adulta é assustadora mas ao mesmo tempo maravilhosa porque justamente não há a quem culpar! Escolhemos os caminhos aleatoriamente ou seja lá utilizando qual o critério e não há como saber o final de cada jornada. Cada um que arque com as suas responsabilidades e consequências de cada escolha. Não há nada de errado nisso!  A gente é que complica tudo. E quando a frustração vem (e veio pra mim bastante pesada nas duas últimas semanas), a gente pensa e repensa a vida - descobrindo o óbvio em seguida: de qua adiantou tanto plano, tanto esforço se o que conquistei não era bem exatamente o que eu queria?

E já que nada faz muito sentido no post, uma pergunta final: de onde é que vem essa "ausência", essa falta que consome as horas mesmo quando "tudo vai bem"???

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Barbie, por Rubem Alves


Fiquei comovido quando li que foram encontradas bonecas em túmulos de crianças no Egito, na Grécia e em Roma. Pude imaginar o que os pais deveriam estar sentindo ao colocar aquele brinquedo junto ao corpo da filha morta. Eles o faziam para que ela não partisse sozinha, para que ela não tivesse medo.
De fato, uma criança abraçada a uma boneca é uma criança sem medo, uma criança feliz. Os meninos, proibidos de ter bonecas, se abraçam aos seus ursinhos de pelúcia. E nós, adultos, proibidos de ter bonecas e de ter ursinhos de pelúcia, nos abraçamos ao travesseiro... Os objetos são diferentes, mas o seu sentido é o mesmo: o desejo de aconchego e de ternura.
Por isso eu acho que o senhor e a senhora fizeram muito bem ao dar uma boneca de presente para a sua filhinha.
Com uma exceção, é claro: se a boneca não foi a Barbie.
Porque a Barbie não é uma boneca. Falta a ela o poder que têm as outras bonecas, bebezinhos, de afugentar o medo e provocar sentimento maternais de ternura. Não posso imaginar uma menina dormindo abraçada à sua Barbie. Nenhum pai colocaria a Barbie no túmulo da filha morta.
A Barbie não é boneca. É uma bruxa.
Posso bem imaginar o espanto nos seus olhos.
Eu imagino também os seus pensamentos: O Rubem perdeu o juízo. A Barbie é unta boneca de plástico, não mexe, não pensa, não fala. E agora ele diz que ela é uma bruxa...
Que as bonecas, ao contrário das aparências, têm uma vida própria, eu aprendi no 2° ano primário. Minha professora me deu um livro sobre bonecas e bonecos: enquanto a gente estava acordado, elas ficavam deitadinhas, olhinhos fechados, fingindo que dormiam. Mas bastava que os vivos dormissem para que elas acordassem e se pusessem a falar coisas.
As bonecas foram os primeiros brinquedos inventados pelos homens.
E foram também os primeiros instrumentos de magia negra. Um alfinete, aplicado no lugar certo de uma boneca – assim afirmam os entendidos – tem o poder de matar a pessoa que se parece com ela.
Pois eu digo que a Barbie é uma bruxa.
Bruxa enfeitiça.
Enfeitiçada, a pessoa deixa de ter pensamentos próprios. Só pensa o que a bruxa manda. A pessoa enfeitiçada fica possuída pelos pensamentos da feiticeira e só pensa e faz aquilo que ela manda.
Se falo é porque vi, com esses olhos que a terra há de comer.
Basta que as crianças comecem a brincar com a Barbie, para que fiquem diferentes.
O pai manda, a mãe manda, a criança faz birra e não obedece. Não é assim com a Barbie. Basta que a Barbie mande para que elas obedeçam.
De novo você vai me contestar, dizendo que a Barbie não fala e não tem vontade. Por isso não pode nem dar ordens e nem ser obedecida.
Errado.
O fantástico é que ela, sem falar e sem ter vontade, tenha mais poder sobre a alma da criança que os pais.
Quem me revelou isso foi o futurólogo Alvin Toffler, no seu livro O Choque do Futuro, que li em 1971. O capítulo "A Sociedade do Joga-Fora" começa com a Barbie. Nascida em 1959, em 1970 mais de 12 milhões já tinham sido vendidas. Um negócio da China. E por quê? Porque a Barbie, diferente das bonecas antigas, bebês que se contentam com uma chupeta e um chocalho, tem uma voracidade insaciável.
A Barbie é uma boneca que nunca está contente: ela sempre pede mais. E essa é a grande lição que ela ensina às crianças: Compra, por favor!
Para se comprar há as roupas da Barbie, a banheira da Barbie, o secador de cabelo, o jogo de beleza, o guarda-roupa, a cama, a cozinha, o jogo de sala de estar, o carro, o jipe, a piscina, o chalé de praia, o cavalo e os maridos, que podem ser escolhidos e alternados entre o loiro e o Moreno etc. Etc.
A Barbie está sempre incompleta. Portanto, com ela vem sempre uma pitada de infelicidade.
Aliás, essa é a regra fundamental da sociedade consumiste: é preciso que as pessoas se sintam infelizes com o que têm, para que trabalhem e comprem o que não têm.
A Barbie tem esse poder: quem a tem está sempre infeliz porque há sempre algo que não se tem, ainda.
E os engenheiros da inveja, a serviço das fábricas, se encarregam de estar sempre produzindo esse novo objeto que ainda não foi comprado. Mas é inútil comprar. Porque logo um outro será produzido. É a cenoura na frente do burro... Ela nunca será comida.
Quem dá uma Barbie para uma criança põe a criança numa arapuca sem saída.
Porque, ao ter uma Barbie, ela ingressa no Clube das Meninas que têm Barbie.
E as conversas, nesse clube, são assim: Eu tenho o chalé de praia da Barbie. Você não tem. Ao que a outra retruca: – Não tenho o chalé, mas tenho o marido loiro da Barbie, que você não tem.

1 - Essa é a primeira lição que a inofensiva boneca de plástico ensina. Ensina a horrível fala do eu tenho, você não tem. A maldição das comparações. A maldição da inveja.
Você deve conhecer alguns adultos que fazem esse jogo.
Haverá coisa mais chata, mais burra, mais mesquinha?
Ao dar uma Barbie de presente é preciso que você saiba que a menina inevitavelmente aprenderá essa fala.
Isso feito, uma segunda fala entra inevitavelmente em cena, impulsionada pelas ilusões da inveja.

2 - A menininha pensa: Estou infeliz porque não tenho. Se eu tiver, serei feliz.
O jeito de se ter é comprar.
_ Papai...
– Que é, minha filha?
– Compra o chalé de praia da Barbie? Eu quero tanto...

Filha na arapuca. Pai na arapuca.
Mas há uma saída.
E, para ela, procuro sócios.
Vamos começar a produzir o próximo e definitivo complemento para a bruxa de plástico: urnas funerárias para a Barbie.
Por vezes o feitiço só se quebra com o assassinato da feiticeira – por bonitinha que ela seja...


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

2º Turno




Eu voto em branco pois não há
nenhum preto no pleito.


domingo, 24 de outubro de 2010

O crítico e o chato - a diferença está no bolso



Compreendeis, ó reles mortais a sutil diferença entre um crítico e um chato: é que o crítico ganha dinheiro sendo chato a respeito das coisas, das pessoas...
E o chato??? Que ganha este sendo invonveniente???

sábado, 23 de outubro de 2010

Todo mundo na balada


Carol, pra você!
kkkkkkkkkkkkkk...

Eletric twist


Geente!!! Muito tempo querendo postar esse vídeo!
Uma porque A Fine Frenzi é a cara da minha prima Gabriela (e como elas são lindas: a cantora e a prima!!!), outra porque é um dos clipes mais alegres e mais leves que eu já vi. Por último, a música tem uma letra superengraçadinha... hehehe...
Vale a pena assistir.


"You make me smile..."

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Curtinha

Assim... Eu não provoco ninguém porque não gosto de tomar pancada. Mas também não engulo todos os sapos porque tem hora que já não cabem!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

My social life (?)

Teacher dia desses: "Tell me about things you're doing that help you socially..." Jesus Christ!!! Eu não soube responder e nem o saberia agora. Na verdade não tenho feito muita coisa que me "ajude" socialmente, no sentido de me esforçar para manter a minha permanência nos grupos sociais aos quais eu "pertenço" (???). O fato é que meio que incorporei a misantropia ao repertório dos hábitos e esquisitices que cultivo com afeto. Me concentro ultimamente em tão somente alimentar os antigos (e quanto mais antigos mais sólidos) relacionamentos. Nada tenho feito para ampliar os horizontes a nível de amizades... Talvez eu seja meio radical ao dizer algo assim mas tenho achado a massa populacional ao redor extremamente cansativa, repetitiva e sem-graça (na verdade tudo isso quer dizer basicamente a mesma coisa)...
Aplico o telhado às velhas amizades. É hora de acabamento, de consolidação. Também tenho eliminado da minha lista amigos mais interessados em avaliar o que tenho feito da vida do que desfrutá-la em minha companhia. Simples assim. Gente pronta a me criticar não quero por perto. Nem mereço. Quem estiver interessado em avaliar o que faço ou deixo de fazer que se prontifique também a pagar as minhas contas... Isso por conta de uma mensagem ferrenha recebida há uns três dias, um grande amigo de longa data, criticando uma atitude minha. Deixei pra lá. Não respondi em respeito ao vínculo antigo. Simplesmente entreguei a senha e mandei pro final da vida. Vá dar lição de moral em outro!
Mas voltando à questão do lindo-lindo professor de idiomas: realmente não tenho feito tanta coisa assim, que me ajude socialmente. Balada não gosto; beber, só em excelente local, companhia e razão (combinação absolutamente rara de ocorrer); detesto shopping centers, shows e multidões em geral...  Me restam talvez, os livros e as saidinhas pra lanchar ou apenas conversar com uma das escassas amizades geograficamente próximas. Ah, sim! E gosto bastante de viajar, de tempos em tempos... aí sim! E é tudo.

A coisa poderia bem melhorar se... Quero dizer...

Não arrisco. Não agora.

Hehe...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Ninguém é...

Cheguei de viagem ontem. Cansada pra burro. Viagem boa.
Daí que eu tava deitada no sofá da sala, meio lá meio cá
e passou essa música num programa de TV.

Um ano se passou.
Enfim compreendi.
Ninguém é...




sábado, 16 de outubro de 2010

Adon olam

Assim...


Ou assim... Não importa. Gosto dessa música de qualquer jeito!!!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Bento Gonçalves-RS e as flores...

Notícias daqui do Rio Grande do Sul... Bom, por aqui anda tudo muito bem. Sexto dia de estadia aqui em Bento Gonçalves e já posso acrescentá-los aos dias mais impressionantes da minha vida. Não porque tenha acontecido algo realmente impressionante ou extraordinário mas é que as coisas por aqui carregam um ar de simplicidade e singeleza tão marcantes que qualquer coisinha se torna extraordinária... (...)
Bento Gonçalves é uma cidade pequena. Todas as ruas calham justamente na rua onde mora a minha irmã (em cujo apartamento eu estou maravilhosamente instalada desde que cheguei). Nada de luxo mas o melhor em conforto, mesa farta... a região é povoada mormente por descendentes de italianos - e como tais, todos têm uma relação muito interessante com a comida, com a mesa posta e o povo todo em volta... Fantástico isso! Não que eu não conhecesse essa realidade mas é que estou vivendo uma certa fase da vida em que tudo tem um sabor mais acentuado (seja o doce, o azedo, o salgado... até mesmo o amargo).
Algo que me impressionou muito, entre outras coisas (nem todas vou postar - essa foi uma viagem que desfrutei introspectivamente cada detalhe, cada nuance com todo o potencial dos meus órgãos sensoriais): a quantidade de flores por todos os lados - nas praças, nos quintais, no campo ou na cidade elas estão sempre presentes!!! Sinto-me em casa! Não que onde eu moro tenha muita flor mas é o ideal de casa que tenho em mente: um lugar com muitas flores e junto com elas a diversidade de formigas, lagartas, borboletas, joaninhas, etc... Lindo, lindo, lindo, lindo!!!! Pra encerrar, vamos de Titãs - Flores.


domingo, 10 de outubro de 2010

Frio!!!


Veja bem: saí de Brasília ontem à tarde com o termômetro marcando 34°C.
Passei pelo Rio de Janeiro. Termômetros marcando vinte e poucos °C.
Porto Alegre, à meia-noite, por volta dos 18°C - e tava quente!!!
Agora estou em Bento Gonçalves. Serão uns 10°C???
Não sei mas sei que tá fazendo um frio de doer na consciência...

sábado, 9 de outubro de 2010

Por hoje...


Bem... Por hoje o cansaço.
Intenso, imenso
Cansaço.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Sobre "ferrar-se"... ou "ferrar-me"...


"Ferração" é coisa típica de fim de ano! Mal acaba setembro e eu já começo a sentir arrepios; geralmente os três meses finais são muito difíceis porque ao que me parece, as pessoas ao meu redor são acometidas por uma espécie de surto coletivo. Ôpa, onda já começou! Tenho vivido dias, digamos... quentes...
Minha irmã postou esses dias algo sobre: "a gente se ferra mas se diverte", cuja ilustração é uma foto minha na cadeira de rodas; tiramos no dia em que ela e o meu irmão foram me buscar no hospital, com o pé engessado por conta da torção (a primeira do ano) no tornozelo. Abre parêntese. Na mesma ocasião, voltando para casa, meu irmão nos comunicou (oficialmente) que seríamos tias, fez um suspense danado em eu fiquei preocupada porque mesma semana o Ricky Martin saiu do armário e eu não estava preparada para a possível notícia de ter um irmão gay. Felizmente não era. Larissa nasce entre os dias 6 e 11 de dezembro. Tomara que nasça dia 8, que é o dia do meu aniversário!

Então... sei que quando alguém escreve a palavra "ferrar", não bem esse verbo que se gostaria de escrever - e devo confessar - a palavra que este substitui é realmente ofensiva mas dependendo da situação, soa como um vômito ou a excreção de algo realmente incômodo (algo que obviamente não faria bem se permanecesse no interior e bla-bla-bla-bla). Um certo professor chamado Américo Peixoto disse-me certa vez: "Vivi, palavrão é uma catarse!" Bingo! Põe pra fora, fih o que te incomoda antes que você sufoque e morra!!!

Dias atrás o meu primo, que tem hábito de ligar lá pra casa nos mais variados horários, rendendo sempre boas histórias (pra rir ou pra ficar com raiva) me disse (ao telefone): "Vivi, você é f#da!" Uau - pensei - está me elogiando! O que ele retificou em seguida: "F#da não, porque f#oda é uma coisa boa..." Poxa... Nesse caso, pelo menos não caberia a substituição pelo outro verbo - esse que deu nome ao post.

Em todo caso, seja qual for a versão: grosseira (no bom sentido) ou a politicamente correta mania de mandar os outros "se ferrar" ao invés de dizer o bom Português claro doa a quem doer (e eu já me vi e vi gente em grande confusão por causa disso), o sentido permanece o mesmo. Quem se "ferra" sente na pele o que é "se ferrar" ou "se f#der". Nem tanto importa o léxico. E pra terminar, gostaria de citar a minha amiga-loira preferida, recém-estreada na blogsfera, Carol Venturini, acerca do mundo corporativo: "é que se eu me ferro, a conjugação toda se ferra junto". E tenho dito!

sábado, 2 de outubro de 2010

Motivação?

O mais engraçado é que eu não sou economista mas venho falando isso há bastante tempo...
Humpf!
:P


Saudade com hora marcada...

...PRA ACABAR!!!
São só sete dias.
Contagem regressiva pra econtrar a minha maninha!!!

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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