quinta-feira, 28 de abril de 2011

Comentando o post anterior

Ontem saí mais cedo  de casa um 'cadinho, pra tomar café na padaria. Pedi o costumeiro pão de queijo com café com leite e me dirigi à esquina mais próxima, esperar a carona da Elen. Nisso, parou um cachorro e ficou de olho comprido pro meu pão de queijo. Eu, que não aguento olho pidão, parti um pedaço e ofereci ao meu observador, que comeu sem fazer cerimônia. Não contente, o olho do cachorro encompridou de novo pro que ainda havia de pão queijo na minha mão! Lá vou eu lançar o restinho do que era pra ser o  café da manhã pro pobre do cachorrinho-de-rua-sem-dono... Interessante era observar a expressão dos transeuntes ao me verem conversando com um cachorro nem bem eram 7h da manhã...
Não bastasse, à noite, enquanto caminhava na direção de casa, uma rua antes um cachorro inventou de latir pra mim! Sei lá se quem se assustou mais fui eu com ele ou ele comigo... Só rindo! E eu aqui pensando nas minhas experiências cachorrescas, lembrei do conto da Adriana Falcão: Sarnento, pulguento, magrinho, uma graça, que postei há pouco. Só rindo mesmo...

Republicando

"Tem pessoa que gosta de cachorro, tem pessoa que não gosta, tem cachorro que gosta de pessoa, tem cachorro que detesta. Jonas era um cachorro que adorava gente. Gente fala. Gente canta. Gente come de garfo e faca. Gente anda em pé, dirige carro, caminhão, ônibus, navio, avião. Gente paga passagem. Gente é muito importante. (Tem gente até que é presidente). Gente estuda, trabalha, faz redação, equação, reunião, gente toma decisão, pinta quadro, escreve poema, compõe canção. Gente ama. Briga. Vai embora. Volta. Se arrepende. Gente sente. Gente pensa cada coisa, ele pensava. Quem disse que cachorro não pensa? Todo mundo? Então duvide. Gente muitas vezes se engana. Mas Jonas não via os defeitos, via só as qualidades. “Tão bonito gente”, era sua opinião de cachorro, “gente é realmente o máximo”. Homem, mulher, velho, menino, menina, adolescente, tanto fazia. Tudo o que Jonas queria, desde pequenininho, era uma pessoa só pra ele. Não importava a raça. O sexo. A idade. A aparência. A cor do cabelo. A classe. O endereço. Qualquer pessoa servia. Mas quem ia querer um vira-lata? Se ele ainda fosse um cachorro peludo, fofo e engraçadinho como esses que as pessoas compram com não sei quantas notas de dinheiro, e dão vacina, ração, prato com o nome escrito, coleira, medalha, lacinho, carinho. Mas não. Jonas era até bem feinho, pra dizer sinceramente. Sarnento. Faminto. Pulguento. Cinzento. Magrinho. Sem graça Nasceu na rua. Mamou na marra (Jonas tinha mais doze irmãozinhos e a sua mãe não tinha tantos peitos, coitada). Cresceu pouquinho. Muito precocemente aprendeu a abanar o rabo. Era só aparecer alguém e o seu rabo começava: pra lá, pra cá, pra lá, pra cá, pra lá, pra cá. Mas ninguém nunca parava pra dizer “que bonitinho!”, “olha, mãe, um cachorrinho!”, “tão pequeno!”, “tão simpático!”, ou essas coisas que as pessoas dizem quando o coração delas amolece por algum motivo. Mesmo que seja passageiro. Mesmo que seja piedade. Mesmo que seja bem pouco. Mesmo que seja um cachorro sarnento, faminto, pulguento, cinzento, magrinho, sem graça. Mesmo sem nenhum motivo, apenas porque a pessoa acordou bem-humorada. Não tinha jeito, choro, latido, lambida, pulinho, ganido, não tinha rabo abanando que comovesse qualquer um que fosse. Ninguém passava a mão na sua cabeça. Nem uma festinha de nada. Ninguém estalava os dedos pra Jonas. Sabe lá o que é viver sem saber o que é um colo? A vida assim é muito dura, ele constatava diariamente, quando acordava na calçada. Então sua mãe lambia ele todinho, como quem diz “besteira menino” (ela sempre foi uma cachorra de muita coragem. Criou muitos cachorrinhos, teve não sei quantas ninhadas, viu seus filhos crescerem cada um lá do seu jeito com as suas preferências, leite, osso, sobra de macarrão, arroz misturado com graxa, sapato velho, garrafa de plástico vazia, papel amassado pra se fazer de bola, cachorrinhas no cio, cachorrinhos charmosos). Mas, gente, Jonas? Por que será que esse cachorro não resolveu gostar de alguma coisa mais fácil? Sei lá porque, ora. Nem tudo no mundo é explicável. O fato é que, apesar de tão desprezado (às vezes ele chegava a pensar que era invisível), Jonas adorava gente e pronto. E um cachorro que queria tanto ter uma pessoa havia de encontrar uma pessoa que também quisesse ter um cachorro, não é verdade? -- É louco – pensavam os outros cachorros. – Quem vai querer ser dono dele? Mas ele não queria um dono. Não era isso. O que ele queria era ser dono de alguém. Será que não dava pra entender algo tão óbvio? Jonas era um cachorro que tinha muito pra dar e precisava urgentemente despejar em quem quisesse receber.

Por isso saiu pela rua procurando. Ouviu não sei quantos “xô!”, “cuidado, um cachorro!”, “tão sujo”, “que asco!”, “dá o fora daqui, seu saco de pulgas”. Pensa que ele desistia? Que nada. Botou na cabeça que ia encontrar sua pessoa e não era cachorro do tipo que se deixa abater pelas dificuldades que aparecem sempre. Latas de lixo muito altas ou vazia. Gente que atira pedra. Sede. Frio. Tempestade. Pra conservar a esperança intacta, apesar de tantos obstáculos, só quando a determinação é muito grande. E a dele era. Será que foi sua insistência? Foi aquela perseverança toda? Será que foi coincidência? Quem sabe? Mas quando Luísa viu Jonas passando bem na frente da sua escola, se identificou na hora. Ela também era sozinha, magrinha, sem graça (pelo menos era isso que ela achava). Pois ele achou justamente o contrário. Nunca tinha visto menina mais charmosa, mais bela, mais dele, “é ela!”, ele pensou, e então ela disse: “é ele!”. Espera. Calma. Não é possível. Será que era com ele mesmo? Era. Há tempos Luísa procurava um cachorro só pra ela em todos os pet-shops da cidade: Yorkshires, Poodles, Lulus da Pomerânia, Fox Terriers, mas nenhum tinha aquela cara que dizia “eu quero” e nem um rabo que abanava assim, com tanta vontade. -- É louca – comentavam. – Como é que essa menina foi querer logo o mais feio?

Nem todo mundo sabe que o verbo querer fica muito melhor de dupla. Um querendo de lá e outro querendo de cá viram dois que se completam. E quando isso acontece – dois quereres ao mesmo tempo – os sinos sempre badalam, os olhos piscam feito estrelas, os corações batem mais forte, razoes perdem completamente o sentido, tudo vira maravilha em volta, a vida quase fica tonta e o resto não importa. Pena que gente é bicho tão complicado. Procura explicação pra tudo, justificativa, motivo nobre, benefício, julgamento. Perde muito tempo analisando. Dá importância além da conta a coisa menos importante do que o momento. Gente pensa demais de vez em quando. Tanto é que tem gente que até hoje não entende quando vê Luísa e Jonas passeando, juntinhos e felizes, e logo pensa: “que engraçado”."

Adriana Falcão
In: Contos de Estimação (págs. 38-43). Objetiva: 2002; Rio de Janeiro, RJ.

domingo, 24 de abril de 2011

Duplamente hoje

Hoje

Esses dias eu tava na casa do meu tio (Reginaldo) folheando umas revistas dessas em que a mulherada se acaba fazendo pedido de perfume, maquiagem, hidratante e etc, etc. O "etc, etc" eu acrescentei em homenagem aos meus alunos do reforço, que tentam me enrolar acrescentando etecétera a varejo, em lugar de detalhar por escrito as ideias do jeito que eu orientei. Fecha parêntese. Folheando as revistas em companhia de irmãs e primas, dei por falta de um perfume que se chama Hoje - muito bom por sinal, levando em consideração que eu tenho alergia a perfumes e é muito difícil encontrar um que não me ofenda narinas e terminações nervosas onde os odores desembocam...
Então... Procurei que procurei o bendito do perfume mas nada de achar. Por total falta de opção, fiz piada: "Hoje só tem amanhã". Deixei por conta. Quem entendeu, riu. Quem não entendeu, torceu o nariz, fez careta mas eu não dei muita bola.
Não sei porque escrevi isso. (pausa pra tentar lembrar) Meu cérebro sempre me prega peças! Ah, sim... É que eu tava aqui matutando na dificuldade que os seres humanos (me incluo no balaio) têm de compreender os outros e de serem compreendidos. Me parece, entretanto, que a dificuldade é diretamente proporcional à necessidade (de compreender e ser compreendido)! Eu, por exemplo, não é que eu alimente paranoias mas gostaria muito de alcançar o significado profundo e insondável de certas atitudes das pessoas que me rodeiam. A minha lógica não acompanha a complexidade dos atos alheios. Pobre de mim!
É que hoje também eu andei muito. Fui longe em muitos lugares e voltei tarde. No caminho fiz uns versinhos pensando em alguém e em ninguém ao mesmo tempo. E enquanto ia e pensava e fazia versos (eu gosto mesmo é de deixar os meus revisores de texto enfurecidos por conta do meu "mau" uso dos conectivos e regências e tal...). Fazia versos e ouvia Adele. Sim, porque desde que me foi "apresentada" pelo blog do Iann Gabriel (confira aí do lado, na minha lista de leitura), a jovem cantora inglesa tem embalado as minhas idas e vindas (em muitos sentidos, rs).

Os versos:
"A moça apanhava interrogações
penduradas no varal das respostas,
e sonhava acordada
com a poesia que viu um dia
refletida nos olhos do moço
que olhava as estrelas."

A música:


Creio que havia mais a escrever. Não sei. Não, por hoje é só...

sábado, 23 de abril de 2011

Espalhando...

Importei do blog do Rubinho Pirola.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Quando tudo vai bem...

Feriadão de Páscoa! Hum, que beleza! Tirando alguns (pequenos) contratempos, tudo na mais calma e santa paz. Tô em casa, relaxando à vera, pois o frenesi das últimas semanas me deixaram meio sem vontade de sair pra rua. Muito bom dormir sem ter hora pra acordar, isso por uns dias porque passar tempo demais na ociosidade gera um desconforto ainda maior do que o cansaço do dia-a-dia...
Enfim, eu tava aqui matutando em um milhão de coisas. Dentre elas, as ideias de posts mais brilhantes que passam pela minha cabeça durante o dia e que simplesmente desaparecem quando me sento em frente ao PC pra escrever. Incrível isso! E tava pensando também nas torrentes de mudanças que, umas se abateram sobre mim e outras e estiquei o braço e puxei para sobre a minha existência. "Tudo muda o tempo todo no mundo". Fato.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Lua cheia em Brasília

Tava eu ontem caminhando pela cidade, à noite. Alíás, caminhei no escuro desde muito cedo, já que quando saí pra trabalhar, a luz do Sol nem dava sinal (ainda). Só os postes e a luz da... Lua! E que Lua, cheia, linda, deslumbrante, que me fez respirar fundo e pensar seriamente em nem ir trabalhar nem nada. Vontade mesmo era de sentar ali pelo meio-fio e ficar olhando pra ela, fascinada.  Mas tive que fazer uma escolha. Malditas escolhas que temos que fazer! Fui trabalhar.
À noite a mesma coisa: Lua, Lua, Lua, Lua. E eu completamente embasbacada olhando pra ela e quase esquecendo que a distância de onde eu estava até em casa era de 25Km, tarde da noite, precisando muito chegar... Daí enquanto eu respirava (fundo) e sorvia a imagem da (minha) Brasília e da Lua, a Adele ia cantando Hometown Glory lindamente aos meus ouvidos. Era um êxtase, um delírio. Era ficar ali ou ir. Tive (mais uma vez) que ir.

domingo, 17 de abril de 2011

Boas intenções...

Não é novidade pra quem me conhece: 2011 está sendo o ano da "limpeza" em minha vida, sob vários aspectos. Dividi os meus convivas em algumas categorias e passei a eliminar do meu círculo aquelas criaturas que apresentassem características com as quais em não consigo conviver sem perder a saúde ou a dignidade. Parêntese. Saúde e dignidade são as únicas coisas que eu jamais negocio, seja em assuntos profissionais, familiares, relacionamentos de qualquer ordem... Fecha parêntese.
Uma categoria interessante, que eu estava a observar hoje, e que me levou a guardar certa distância de monte de gente é a chamada "boa intenção". Tenho pavor de gente bem-intencionada! De boa intenção, o Cavalo de Tróia estava cheinho...
Esses dias mesmo, conversava com uma pessoa ao telefone e ela me dizia assim: "Vivi, eu ando muito preocupada com você... É tanto que quando eu penso em você, vai me dando um aperto aqui no peito, uma sensação ruim, uma falta de ar..." Pelo que respondi prontamente: "Uai, minha santa; talvez seja o seu sutiã que está ficando apertado. Folga aí a abotoadura ou compra outro." Na minha cabeça a frase foi completa: "...e me deixa em paz." Mas nem precisou dizer nada. Ela mesma teve a sensibilidade de não mais querer se intrometer em assuntos alheios (nos meus, pelo menos) e parou de me importunar. Malcriada? Sim, talvez, não sei... O fato incontestável é que eu já fui vítima (?) milivezes de gente supostamente bem-intencionada, cuja preocupação com o meu bem-estar era pretexto pra mexericar a minha vida. Não sei se era o caso mas também não estou disposta a correr o risco!
Sem mais.

Frase do dia

Essa eu li no blog do Iann Gabriel.

Costumo voltar atrás, sim. Não tenho
compromisso com o erro.

Juscelino Kubitschek
 
 
 
Então... É tipo isso!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Realmente impressionante

Eu tenho uma pequena aprendiz que simplesmente dá lições em vários aspectos. É criança, na melhor definição que o vocábulo pode ter. E tem uma capacidade de expressão plástica (entre outras expressões que nada deixam a desejar em comparação com os adultos e técnicos, etc, etc) impressionante. Acho que postei aqui dias atrás, que a capacidade de as outras pessoas de nos impressionarem está indubitavelmente associada com a nossa própria capacidade de ser surpreendido. Pois é. Estou surpresa e impressionada com a mignonzinha. Todo desenho que ela faz é digno de fotografia, de poster, de moldura. Não é desmerecendo os meus (outros tantos) alunos mas temos que reconhecer quando alguém possui um talento, uma habilidade especial que o destaca no meio da multidão... Ela é assim! Pra mim, os desenhos dela logo, logo vão parar em alguma capa ou interior de livro. Certamente. Pra nossa total alegria!

Ela sempre

É muito tênue o cordão que divide a incompetência irremediável das pessoas e sua singela licença de viver - se possível, gargalhando dos próprios erros.

Faltam mais errantes alegres no mercado e sobram, infelizmente, competentes chatos.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Máquina do tempo (?)

Fiz uma viagem agora ao que vivi há cerca de um ano atrás. Quando ouvi (e vi) essa música, voltei (de alguma forma que eu não sei explicar) às exatas sensações que me assombravam em abril de 2010. Talvez pouco antes, talvez pouco depois. Foi um relance, uma passagem rápida. Joguei flores sobre a lápide ao final, afinal. Era isso agora não mais é nem nunca mais. Se eu soubesse que o que viria pela frente seria o que eu tenho vivido hoje, teria dado um chute pro alto em muitas coisas e situações antes, muito antes. Teria lamentado menos, criado mais, produzido mais, enchido os pulmões e cantado como esta moça esta mesma canção milhares de vezes até cessar a dor, até cessar o medo.
Agora já passou. Agora eu descanso sossegada e sorrio o sorriso de quem, após atravessar o deserto, encontra uma fonte de água fresca e cristalina e, descobre, assim sem fazer a menor força, que a fonte nunca (!) esteve em nenhum lugar onde procurava mas somente (e tão somente) dentro de mim mesma! Acabou, a viagem, o medo, a dor, as dúvidas. Estou em lugar novo hoje e exatamente onde eu quero estar. Fim da viagem. Fim da máquina no tempo.

Meu Deus - Vanessa da Mata

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Então... a semana tão esperada (já) veio, tá quase no fim e o balanço que faço é o seguinte: de sexta-feira passada até hoje a companhia indesejada e insistente do cansaço me acompanhou de forma que eu olhava no espelho e não via eu mas alguém que certamente foi atropelada por uma Scania a 80Km por hora em plena BR-020. Amanheci melhor (hoje). Putz, que grande coisa! A semana já foi e a mana já está de mala pronta!
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Entonces, por falar na minha maninha Gourmet, que esteve hospedada em casa nestes últimos dias, boa troca ela quem fez: trocou um Fiat Uno 1.0 por um AUDI TT (rsrsrs). Piada interna, não estou falando exatamente de "carros" mas não poderia deixar de registrar!!! 
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Hum... Tava aqui pensando... Eu confio em gente que comete erros! Eu não confio é em gente que não tem caráter. A dificuldade é só perceber quem é um e quem é outro. Depois fica fácil.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Meteorologia em Zion

Dancin' with myself - Billy Idol


 
Aqui não se tem tempo de pensar (muito) ou cochilar. Os tempos são bons! Não significa, muito a contragosto, que não existam lutas... Uma pausa para respirar entre um feito e outro, uma conquista e outra, uma alegria e uma boa notícia e serenamente uma felicidade invade a alma. Boa, bem-vinda e muito esperada. Eu ando tão bem esses dias que todas as pirações dos últimos cinco anos se dissiparam feito fumaça na minha memória, não mais marcas ou dores. Eu sou de um tempo em que se o tempo não está bom, se vive; mas se está bom, vive-se melhor ainda! Tô em tempo bom. É isso. Sem mais.

Pequena grande constatação

Tava ali pensando na (minha própria) vida... É, realmente deve ter alguém que rege essa bagunça misteriosa chamada Planeta Terra! Tem quem ache que não. Eu acredito que sim! Instrumentos  desafinados, músicos fora de harmonia... peraí, isso não significa que o Maestro não saiba o que está fazendo!

sábado, 9 de abril de 2011

Para a mana, que está de passagem em Brasília...


Vanessa da Mata - Moro longe

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Shhhhhhhh...

Vou te contar algo, cê jura que não conta pra ninguém?
Vou dizer assim, baixinho, junto ao seu ouvidinho, mas te peço: não conta pra nin-guém!
É assim, segredinho só meu e seu, as pessoas ao redor não precisam saber...
Posso dizer?
Ah, então lá vai:


EU TÔ MUITO FELIZ!!!

domingo, 3 de abril de 2011

Era pra ser... e não era pra ser!


Engraçado observar a minha vida. Se eu pudesse "sair de mim" vezenquando e dar uma espiada de fora, tipo reality show, penso que seria mais interessante ainda! Estive pensando... (pausa grave) que quanto menos eu faço planos mais as coisas me dão a impressão que estão dando certo. Viver em torno de expectativas nunca me fez bem e aprender a (sobre)viver sem elas tem sido um exercício árduo mas por outro lado, muito edificante.
Quisera eu conseguir narrar os fatos de uns sete dias pra cá... Não consigo. Talver virem roteiro de filme. Talvez se transformem em textos para um monólogo. Quem sabe em crônicas ou poemas... Não sei. O que sei é que quando "as águas de março" fecharam o verão, eu tive a certeza (coisa rara) de que só o que se passou até aqui já compensou o desastre que foi (em parte) o ano passado inteiro! E tem muito mais...

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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