quinta-feira, 28 de abril de 2011

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Ontem saí mais cedo  de casa um 'cadinho, pra tomar café na padaria. Pedi o costumeiro pão de queijo com café com leite e me dirigi à esquina mais próxima, esperar a carona da Elen. Nisso, parou um cachorro e ficou de olho comprido pro meu pão de queijo. Eu, que não aguento olho pidão, parti um pedaço e ofereci ao meu observador, que comeu sem fazer cerimônia. Não contente, o olho do cachorro encompridou de novo pro que ainda havia de pão queijo na minha mão! Lá vou eu lançar o restinho do que era pra ser o  café da manhã pro pobre do cachorrinho-de-rua-sem-dono... Interessante era observar a expressão dos transeuntes ao me verem conversando com um cachorro nem bem eram 7h da manhã...
Não bastasse, à noite, enquanto caminhava na direção de casa, uma rua antes um cachorro inventou de latir pra mim! Sei lá se quem se assustou mais fui eu com ele ou ele comigo... Só rindo! E eu aqui pensando nas minhas experiências cachorrescas, lembrei do conto da Adriana Falcão: Sarnento, pulguento, magrinho, uma graça, que postei há pouco. Só rindo mesmo...

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