quinta-feira, 14 de abril de 2011

Máquina do tempo (?)

Fiz uma viagem agora ao que vivi há cerca de um ano atrás. Quando ouvi (e vi) essa música, voltei (de alguma forma que eu não sei explicar) às exatas sensações que me assombravam em abril de 2010. Talvez pouco antes, talvez pouco depois. Foi um relance, uma passagem rápida. Joguei flores sobre a lápide ao final, afinal. Era isso agora não mais é nem nunca mais. Se eu soubesse que o que viria pela frente seria o que eu tenho vivido hoje, teria dado um chute pro alto em muitas coisas e situações antes, muito antes. Teria lamentado menos, criado mais, produzido mais, enchido os pulmões e cantado como esta moça esta mesma canção milhares de vezes até cessar a dor, até cessar o medo.
Agora já passou. Agora eu descanso sossegada e sorrio o sorriso de quem, após atravessar o deserto, encontra uma fonte de água fresca e cristalina e, descobre, assim sem fazer a menor força, que a fonte nunca (!) esteve em nenhum lugar onde procurava mas somente (e tão somente) dentro de mim mesma! Acabou, a viagem, o medo, a dor, as dúvidas. Estou em lugar novo hoje e exatamente onde eu quero estar. Fim da viagem. Fim da máquina no tempo.

1 comentários:

Anônimo disse...

Já te havia dito dezenas de vezes, muito antes, que os medos fazemos problemas parecerem maiores.
É como a sombra de um objeto projetada contra a parede - o tamanho da sombra assusta mas se olharmos o que está entre a parede e a luz, a figura real é mínima e não causa espanto.

Mas deixemos de vãs filosofias... Passei pre dizer que te amo e sinto saudades.

Rennée Santiago

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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