quinta-feira, 30 de junho de 2011

Fechando o mês de Junho


Foi difícil mas "cantou pra subir!" Não é que tenha sido ruim mas foi tenso... Tipo céu desabando na (minha) cabeça todo dia; tá certo que eu deveria (já) estar acostumada com o estilo de vida que escolhi mas o fato é que não estou e, por mais que pareça confuso, foi por isso mesmo que escolhi viver assim - o dia que a minha existência cair na rotina peço arrego! Peço pra sair de cena... rápido!

#fotinha tirada na festa junina lá da escola!

* Créditos à minha amiga e, no caso fotógrafa Josely Marinho. :)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

TDAH "mode on"


Então... Tô pilhada! Meu cérebro não pára a despeito das tentativas de dormir, relaxar, concentrar (?)... Talvez seja difícil compreender a sigla mas se eu te disser que uma pessoa como eu tem uma certa "disfunção química" no cérebro já ajuda. E, esclarecendo que essa  "disfunção química" de tempos em tempos consome as suas energias com pensamentos e ideias que jorram de uma fonte que parece não secar nunca, causando uma tremenda confusão na sua vida e (provavelmente) te jogando na cama exaurido, pode ser que o amigo leitor compreenda...

Suponho que não. Tem coisas que só entende quem sente na pele. Até a crise ir embora... dá-lhe chazinho de camomila e suco de maracujá!

Aff!

domingo, 26 de junho de 2011

Quem não ajunta, espalha II


Só pra constar: gente sem caráter eu não quero perto de mim... nem pra fazer sombra!


No doubt - Spiderwebs

Carpe vita



"Somente descobriremos a intensidade se permitirmos durar. Se existe disponibilidade para errar e repetir. Quem repete o erro logo se apaixonará pelo defeito mais do que pelo acerto e buscará acertar o erro mais do que confirmar o acerto. Pois errar duas vezes é talento, acertar uma vez é sorte." 
(Fabrício Carpinejar)
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Sorte a minha... absolutamente!

"Pra nunca perder esse riso largo..."

Hoje quero dedicar uma música a mim. Música essa que já me disseram que é a minha cara e eu tive que concordar. Música que eu canto sempre nesses dias em que eu levanto, olho no espelho e sinto que a vida é boa, que é #muito boa... dias em que canto pra mim mesma e rio das circunstâncias.

Cuide-se bem (Guilherme Arantes)

sábado, 25 de junho de 2011

NOIZ "pra nada", rs...

Tudo é crise no mundo NOIZ! Ele quer ser levado a sério, mas não pode, não consegue exatamente porque suas ações contrariam fortemente o seu discurso. O NOIZ faz drama e quer chamar a atenção de todos ao redor para os seus dilemas criados por uma mente farta de ideias e um corpo carente de contato com outros NOIZes. Vejamos a absoluta definição de incompetência através da experiência do nosso heroi.


quinta-feira, 23 de junho de 2011

Apocalipticamente

Somente a título de informação, essa é a minha postagem número 666 (!).

Mas o que é que isso tem a ver com a aplicabilidade prática na minha vida? Nada - pelo menos é o que eu acho (já disse por aqui certa feita que achismo não é ciência)... Deixa eu aqui com os meus achames! O fato é que o número 666 tem uma atribuição comum ao mau, à Besta que emerge-emergiu-emergirá do mar (ou sei lá daonde) em algum momento que não se sabe quando pra fazer sabe-se lá o quê... Não quero entrar em discussões teológicas no momento mas faz tempo que venho observando a evolução numérica da (minhas) postagens e algum dia (a menos que excluísse o Blog antes) esse número ia chegar e cabia fazer ao menos uma menção, se não honrosa ao menos cômica, às representações do imaginário coletivo acerca do meia-meia-meia...

Ultima vez que fiz menção a este, em uma conversa foi via chat com a minha irmã que mora no RS: eu falava a respeito da classificação (minha) em concurso público no qual fui aprovada recentemente (o que não é lá grandes patacas ao meu ver...). Desci dos 500 e poucos pros exatos 669 após análise de títulos (absolutamente questionável). Não foi a reclassificação que me incomodou mas atual classificação: 669 é quase 666 - eu disse a ela e ela, obviamente, se acabou de rir!!!

Exatamente por não ser uma pessoa apegada a sortilégios e superstições, me dou ao luxo de brincar com (algumas) coisas desse tipo. Daí, que eu fiquei pensando, enfim, que de alguma forma eu estou vivendo um "Apocalipse" pessoal. Parêntese. Há quem considere o verbete como representando algo essencialmente ruim. Eu tenho cá uma maneira de fazer interpretações avessas às da maioria das gentes ao redor... Considero que um apocalipse pode ser um conjunto de acontecimentos necessários antes que ocorra uma mundança radical  - na versão Bíblica é necessário que aconteça o Apocalipse (com letra maiúscula) para que se estabeleça de vez o domínio do bem sobre o mal, os novos céus e nova terra, etc, etc... Fecha parêntese.

Estou vivendo um apocalipse! Tem uma porção de ciclos se fechando com uma vastidão assustadora de possibilidades se abrindo à minha frente... Todo fim é, potencialmente, um novo começo.

Simples assim.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Das indignações nascem os melhores produtos

Fato. Minha mente fervilha. Não sei d'onde vem tanta ideia. Por volta das 21h de ontem, enquanto voltava pra casa me passavam imagens que tinham o potencial de fazer rir ou chorar a quem capaz fosse de capturar-me os pensamentos. Nada como uma (over)dose de tristeza pra engatilhar uma semana de produção farta! Precisando canalizar algumas opiniões, frustrações e indignações, pensava em uma personagem que pudesse declarar a plenos pulmões as minhas queixas sem ter que dar explicação a ninguém. Nascia então, o NOIZ: um caracol com braçoes e pernas.

Não há tempo agora pra descrever mais detalhadamente os traços do nosso amigo recém-criado mas vou postar o primeiro quadrinho, rascunhado em papel amassado...

Era a "minha" questão hoje...

Será que temos futuro? hahahahaha


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Docemente contrariada


Amanheci pensado em você.
A essa altura do campeonato a pergunta que me faço é:
quem te deu licença para povoar os meus pensamentos assim,
quem foi? Não fui eu, não fui...
Pior é que um pensamento insistente,
quase palpável - não pude evitar - quando me dei conta,
já estava a sua imagem flutuando
na minha mente;
seus olhos me fitando daquele jeito
que eu tenho que desviar os meus
ou fazer uma piada qualquer
pra que você não perceba
que o seu olhar
simplesmente me desconcerta...

Quem foi que deixou, quem?
Eu não fui, eu não fui.
Sai já daqui, da minha cabeça -
com esses olhos lindos,
com essa voz mansa!

Ou pensando melhor...
Fica! Deixa eu sonhar
e me perdoa,
por fingir que não quero
pensar em você como eu penso.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Triste, tristinha; mais sem graça que... ah, deixa pra lá!

Bateu uma tristeza "federal" essa semana. Parêntese. Eu sou assim, geralmente: deixo o povo ao redor desabar primeiro e depois que seca a última lágrima dos companheiros de labuta, me recolho no canto e choro as minhas... Fecha parêntese.

Pois é... Fiquei triste. Não que tenha acontecido algo além das questões que me preocupam. Se bem  que sou avessa às preocupações: por elas mesmas nada adiantam. Algumas coisas que afetam, como por exemplo, problemas de saúde em família - ou apertos financeiros (ui!), não podem ser resolvidos como num passe de mágica. E quanto mais inquieta eu estiver por alguma coisa, menos sou útil (fraqueza minha, admito).

Minha atual-principal preocupância é com relação ao tempo. Minto! É com relação à quantidade monstruosa de coisas que gostaria (muito) de fazer, tipo, agora-ao-mesmo-tempo mas não consigo, não consigo, não consigo... Eu sinto saudades dos meus amigos, da minha família, da minha sobrinha mas as horas não sobram e se sobram (?) faltam as forças, é o físico-mental-emocional que não aguenta! deveria aguentar mas não aguenta!

Não sei se já contei por aqui mas no início deste ano passei por uma experiência de quase-morte; de lá pra cá, algumas reconsiderações tive que fazer acerca do meu estilo de vida. Naquele instante entre a certeza do fim e a chance de continuar por aqui, a única coisa que consegui pensar foi no desperdício que seria partir pro lado de lá sem colocar em ação tantos planos, tantos sonhos que são meus mas que podem (e vão) alcançar um número considerável da população que anda sobre a Terra... Desde então, tenho aplicado as minhas forças em justamente fazer os sonhos (tantos quanto possíveis) se tornarem reais na minha vida e na dos ao meu redor: estender a mão pra servir, ouvir mas também dizer o que tiver de dizer e coisas assim... Dá trabalho viver uma vida que valha a pena!!! Dá trabalho, cansa e incomoda - os outros... Enfim... (...)

Mas eu queria mesmo era falar sobre a tristeza que me abateu de dois dias pra cá. Não sei de onde ela veio nem quando vai embora. Sei que notei sua presença quando abri minha caixa de emails e vi uma mensagem offline da minha irmã que mora longe. Chorei até, escondidinha numa sala qualquer lá de onde trabalho. A saudade fez com que eu me desse conta de que estava triste. Aí vieram outras situações e o roubo do meu celular (que nem era lá essas coisas) - gostava tanto dele... e o ladrão 'inda levou minha agenda telefônica, meu chip com músicas, fotos e vídeos importantíssimos e valiosíssimos (só pra mim). Humpf...

Eu tô tristinha e o que citei acima não configura nenhum motivo real... Pra falar verdade, não tenho nenhum problema que, analisando friamente, não possa ser solucionado (mesmo que a médio ou longo prazo). Então qual é o problema? Não sei, e esta talvez seja a razão do post: essa tristeza, essa melancolia não tem razão (aparente) de ser. As coisas vão bem mas estou triste.

Pra terminar, a canção que embalou as minhas lágrimas...


É isso por hoje.

Brasília, por Liniers

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Supinosofia I - o início da saga

domingo, 12 de junho de 2011

"La casa del amor" - por Decur

sábado, 11 de junho de 2011

Hoje assim

O mistério das palavras

Ele pede que eu explique o poema.
Não se explicam poemas,
meu amor,
não (se) explicam - os poemas
e as coisas todas que não têm
nenhuma lógica nessa vida!

O que quis dizer já o disse,
não me amole, não me peça explicação
do insondável, inexplicável.

O que posso
por hora, desvendar
é que as palavras
estão todas aí: cata-as,
ata-as aos teus entendimentos
 que elas bastam.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

10 minutos e 1 post

Sou péssima em estatística, voo longe das exatas por conta de certas características muito peculiares sobre as quais não me é conveniente citar (não hoje, não agora - n'outra ocasião talvez). Apesar disso, da minha total e assumida inabilidade para com os números, passou pela minha consciência um desejozinho de fazer uma certa contabilidade referente às produções dos últimos 30 dias...

Gente, nunca produzi tanto em 31 anos de vida! Perdi as contas de quantas páginas li, quantos textos escrevi (formais, informais, acadêmicos...). Desenhos? Hoooo... a minha mente fervilhou esses dias de uma maneira nunca antes experimentada e hoje pela manhã, quando me ergui da cama, parecia que eu era oca mas ao mesmo tempo maciça - não sei explicar e também você que lê talvez não entenda nem eu explicando.

O fato é que o primeiro semestre de 2011 está se fechando e parece que de janeiro pra cá eu vivi a intensidade dos últimos dez anos não-vividos. Estranho isso.

Essa semana recebi um convite da amiga que eu chamo de "Flor": parceria em uma publicação literária. Mais detalhes posto em outra ocasião. O que posso dizer é que é algo que sempre desejei mas não estava buscando, não agora com essa rapidez toda mas só o pequeno vislumbre do que ainda virá a ser o trabalho me fez flutuar com a possibilidade de realizar um trabalho de uma riqueza sem tamanho!

Sem mais por hoje.

Question

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Vida vide verso

São meus, são meus - os versos! Há tanto que não componho,
não desenho,
não amo, não como,
não durmo,
não sonho;
e não e não e não...
apenas por prazer! Há um peso de compromisso - quase que de obrigação - sobre os meus ombros. Que quer que faça ultimamente há de ser por encomenda a troco de uma pataca ou duas! Não se vive assim, meu amor; artista não (se) vive assim. Enquanto as mãos trabalham sôfregas me burbulham na alma as vontades e as ideias. Não sou eu quem vos escreve - é outra: menos faceira e menos leve que outrora. Remeto-me às estações passadas e recordo-me que há muito não escrevo (nem leio) poemas. Suicídio da parte humana que em mim insiste sobreviver! Tudo são as demandas de quem manda e desmanda. Ou enlouqueço ou me viro do avesso. Vontade de não. De não-estar, de não- pensar, de não-ser, de não-querer: abstinência total das vontade que apressam aquilo que não quer andar, não quer andar, não quer não!
Hoje escrevi um soneto. Primeiro, que me recordo. Rascunhado em papel abandonado fluía e olhava para mim como quem diz: "eis-me aqui, sou obra tua! olha-me e reconhe-te!" Triste sina o dom de criar - o desconforto de Deus, de ser requerido na dúvida de se por amor ou por interesse nas Suas (belas) obras.
Sem mais, segue soneto.

Soneto (quase) proparoxítono

Um sufoco súbito
Comprime o resto
Arrasta o séquito
Dilata o fôlego.

Uma angústia louca
Rompe rápido
Destrava o ávido
E alavanca o óbvio.

Desmanchadas em mim
Estão a vista e a víscera
A peça e a péssima!

Resta, um pouco lógico
Do que rege a lépida
E que tece a retórica.

domingo, 5 de junho de 2011

Haja!

Vivemos no tempo da escassez, os economistas que o digam. Falta-nos quase tudo; o tempo é exíguo, o salário é pequeno, a paixão é passageira, a amizade é superficial, os desejos são fúteis... Para completar a lista, faltam-nos líderes, de todos os tipos e em todos os âmbitos: políticos, empresariais, sociais, acadêmicos e religiosos. Com tantas faltas, ainda insistimos em viver. Haja coragem!




Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2011/01/queres-ser-um-lider-tem-certeza.html#ixzz1ORUtAwju

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Toc, toc, toc, toc...

“O organismo se domestica, se acostuma, se medica; o corpo ensaia, se equivoca, se corrige, aprende.”

Sara Paín.

sábado, 4 de junho de 2011

"Learning to walk again"


Sem exagero nenhum: minha semana foi exatamente assim como no clipe - incluindo a parte da "caca" de cachorro e e excluindo a parte de ser detida pela polícia. Ria-se. Ah, e ouça as músicas do novo CD do Foo Fighters também! Tá muito bom.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Simplesmente lindo!

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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