quinta-feira, 23 de junho de 2011

Apocalipticamente

Somente a título de informação, essa é a minha postagem número 666 (!).

Mas o que é que isso tem a ver com a aplicabilidade prática na minha vida? Nada - pelo menos é o que eu acho (já disse por aqui certa feita que achismo não é ciência)... Deixa eu aqui com os meus achames! O fato é que o número 666 tem uma atribuição comum ao mau, à Besta que emerge-emergiu-emergirá do mar (ou sei lá daonde) em algum momento que não se sabe quando pra fazer sabe-se lá o quê... Não quero entrar em discussões teológicas no momento mas faz tempo que venho observando a evolução numérica da (minhas) postagens e algum dia (a menos que excluísse o Blog antes) esse número ia chegar e cabia fazer ao menos uma menção, se não honrosa ao menos cômica, às representações do imaginário coletivo acerca do meia-meia-meia...

Ultima vez que fiz menção a este, em uma conversa foi via chat com a minha irmã que mora no RS: eu falava a respeito da classificação (minha) em concurso público no qual fui aprovada recentemente (o que não é lá grandes patacas ao meu ver...). Desci dos 500 e poucos pros exatos 669 após análise de títulos (absolutamente questionável). Não foi a reclassificação que me incomodou mas atual classificação: 669 é quase 666 - eu disse a ela e ela, obviamente, se acabou de rir!!!

Exatamente por não ser uma pessoa apegada a sortilégios e superstições, me dou ao luxo de brincar com (algumas) coisas desse tipo. Daí, que eu fiquei pensando, enfim, que de alguma forma eu estou vivendo um "Apocalipse" pessoal. Parêntese. Há quem considere o verbete como representando algo essencialmente ruim. Eu tenho cá uma maneira de fazer interpretações avessas às da maioria das gentes ao redor... Considero que um apocalipse pode ser um conjunto de acontecimentos necessários antes que ocorra uma mundança radical  - na versão Bíblica é necessário que aconteça o Apocalipse (com letra maiúscula) para que se estabeleça de vez o domínio do bem sobre o mal, os novos céus e nova terra, etc, etc... Fecha parêntese.

Estou vivendo um apocalipse! Tem uma porção de ciclos se fechando com uma vastidão assustadora de possibilidades se abrindo à minha frente... Todo fim é, potencialmente, um novo começo.

Simples assim.

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