sexta-feira, 17 de junho de 2011

Triste, tristinha; mais sem graça que... ah, deixa pra lá!

Bateu uma tristeza "federal" essa semana. Parêntese. Eu sou assim, geralmente: deixo o povo ao redor desabar primeiro e depois que seca a última lágrima dos companheiros de labuta, me recolho no canto e choro as minhas... Fecha parêntese.

Pois é... Fiquei triste. Não que tenha acontecido algo além das questões que me preocupam. Se bem  que sou avessa às preocupações: por elas mesmas nada adiantam. Algumas coisas que afetam, como por exemplo, problemas de saúde em família - ou apertos financeiros (ui!), não podem ser resolvidos como num passe de mágica. E quanto mais inquieta eu estiver por alguma coisa, menos sou útil (fraqueza minha, admito).

Minha atual-principal preocupância é com relação ao tempo. Minto! É com relação à quantidade monstruosa de coisas que gostaria (muito) de fazer, tipo, agora-ao-mesmo-tempo mas não consigo, não consigo, não consigo... Eu sinto saudades dos meus amigos, da minha família, da minha sobrinha mas as horas não sobram e se sobram (?) faltam as forças, é o físico-mental-emocional que não aguenta! deveria aguentar mas não aguenta!

Não sei se já contei por aqui mas no início deste ano passei por uma experiência de quase-morte; de lá pra cá, algumas reconsiderações tive que fazer acerca do meu estilo de vida. Naquele instante entre a certeza do fim e a chance de continuar por aqui, a única coisa que consegui pensar foi no desperdício que seria partir pro lado de lá sem colocar em ação tantos planos, tantos sonhos que são meus mas que podem (e vão) alcançar um número considerável da população que anda sobre a Terra... Desde então, tenho aplicado as minhas forças em justamente fazer os sonhos (tantos quanto possíveis) se tornarem reais na minha vida e na dos ao meu redor: estender a mão pra servir, ouvir mas também dizer o que tiver de dizer e coisas assim... Dá trabalho viver uma vida que valha a pena!!! Dá trabalho, cansa e incomoda - os outros... Enfim... (...)

Mas eu queria mesmo era falar sobre a tristeza que me abateu de dois dias pra cá. Não sei de onde ela veio nem quando vai embora. Sei que notei sua presença quando abri minha caixa de emails e vi uma mensagem offline da minha irmã que mora longe. Chorei até, escondidinha numa sala qualquer lá de onde trabalho. A saudade fez com que eu me desse conta de que estava triste. Aí vieram outras situações e o roubo do meu celular (que nem era lá essas coisas) - gostava tanto dele... e o ladrão 'inda levou minha agenda telefônica, meu chip com músicas, fotos e vídeos importantíssimos e valiosíssimos (só pra mim). Humpf...

Eu tô tristinha e o que citei acima não configura nenhum motivo real... Pra falar verdade, não tenho nenhum problema que, analisando friamente, não possa ser solucionado (mesmo que a médio ou longo prazo). Então qual é o problema? Não sei, e esta talvez seja a razão do post: essa tristeza, essa melancolia não tem razão (aparente) de ser. As coisas vão bem mas estou triste.

Pra terminar, a canção que embalou as minhas lágrimas...


É isso por hoje.

1 comentários:

Kézia disse...

Oun prima linda,
Sabe, chega uma hora que a gente tem de ficar triste mesmo, o corpo pede e a 'alma' grita por um tempo só deles para conseguirem digerir tudo o que se passa ao redor.

É assim mesmo, e o melhor é que passa.

B-josss

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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