quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Bem-aventurados...

... os que lutam pela paz: serão chamados Filhos de Deus."

* Medalha do pacificador, que o meu pai recebeu hoje.

domingo, 21 de agosto de 2011

Horas poucas e escritas poucas (2)


Pensamento: mode ON
Escrita: mode OFF

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sobre nada e coisa nenhuma

Dizem que não se pode criar alguma coisa a partir do nada. Esses dias eu li algo a respeito, um famoso-conhecido-sabichão-não-sei-das-quantas rebatia os já desgastados e muito desinteressantes argumentos dos ateus sobre a não-existência de (um) Deus(?), que por sua vez, rebatiam a não-crença na existência (de Deus) - que mais parecem, às vezes, birra de criança: "não, mamãe, eu não quero calçar a sandália" ou coisas do tipo. Não faz muita diferença. Se Deus existe, talvez não se importe tanto com o que os seres humanos pensam sobre Ele; se não existe, também não faz o menor sentido tanta confusão porque afinal... ah, deixa pra lá! O que quero deixar registrado é que dizem que do nada não pode  sair coisa nenhuma.

É isso.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Cotidianeiras

Passou a nuvem negra. Meu humor muda conforme as fases da Lua eu acho. O fato é que mudou e o que pensei que pudesse piorar não piorou, uma boa noite de sono ajudou e o resultado foi um dia traquilo, longe de toda tribulação (dentro e fora de mim) que quase me derrubou horas atrás.

Difícil conter alguns impulsos nessa vida! Impossível conter as mudanças que vão ocorrendo na vida mesmo que não se dê conta. Complicado administrar as consequencias das escolhas que fizemos há um dia, uma hora ou minutos atrás. Que o tempo não pára não é novidade mas tem hora que a gente é que pára e o tempo segue reto, sem dó nem piedade. Passou... foi... ficamos.

***

Ontem fiz uma brincadeira com um guri. Nem notei que ele não tinha gostado mas fui atrás pedir desculpas. Aliás, coisa mais retrô essa de pedir desculpas, né? Só eu, de vez em quando tenho essas práticas ultrapassadas e malvistas pelas populações mais jovens e megacapacitadassemideuses da era da Informática... Descobri que fiz mal em brincar - mais ainda em me desculpar. Não fui aceita! Enquanto eu tentava explicar que foi um engano, que fiz uma piada (putz, e que piadinha mais inocente).

Aqui eu abro um parêntese. Eu faço piadas toscas, sarcásticas, muitas vezes maldosas... é uma habilidade que não pedi para ter mas tenho - por isso muitas vezes me pego em saias justíssimas por falar o que não devia para quem não devia. Para quem me conhece, é uma oportunidade ímpar de exercitar a capacidade de pensar. Piada é piada; joke is joke - não mais que isso. Se eu quiser mesmo irritar alguém, sei que consigo mas não acho que tenha algum proveito; não sou masoquista, não provoco pra não ter que arcar com a fúria  de ninguém ofendido. Fecha parêntese.

Não fiz por mal (a brincadeira). Tão idiota que nem vale a narrativa, nem o estresse e as patadas que levei. Hoje sei mais uma vez, por convicção apreendida empiricamente que o melhor (em muitas situações) é permanecer em silêncio. Fechar a boca pode ser um gesto raro.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Da metade do ano pra lá

Paciência encurtou deveras. Tava aqui pensando. São dias estranhos, com pessoas estranhas (ou será que eu é que sou meio estranha?). Não sei ao certo mas posso garantir que alguma coisa de errada acontece nos canais de comunicação ao meu redor. É o fio da navalha.

Estou em desencanto com a humanidade; aliás, já tem é tempo... Esses dias comentei com uma colega de trabalho superquerida: "sou da turma dos que esperam a volta de Cristo - tem dias em que olho pro céu e peço pra Ele se apressar porque a vida aqui na Terra insuportável cada vez mais..."

É isso, um saco cheio aqui um cadinho a menos de paciência ali. Sei lá se é o calor-frio do inverno no Centro-Oeste, os hormônios ou é uma espécie de mau-humor crônico que me atacou de tempos pra cá mas confesso que o silêncio é o melhor que posso oferecer (por hora) aos que me cercam.

Talvez seja saudade da mana. É, é um pouco isso misturado com outras (tantas) coisas, tipo umas metas que tenho a alcançar que me consomem a cada dia.

O meu veneno sou eu mesma, com as minhas ideias - temperados com um terço de perfeccionismo irritante com dois terços de calculismo. As coisas que eu quero viram monstros que me devoram noite e dia. Nem sono nem descanso até chegar, até estar.

Arre!!! Desse jeito nem eu mesma me suporto!

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
Copyright 2009 Viviane Zion. Powered by Blogger
Blogger Templates created by Deluxe Templates
Wordpress by Wpthemescreator
Download Royalty free images without registering at Pixmac.com