sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Esse guri é dos meus!


Eu no YouTube!!!

Ui, que eu fiquei empolgada quando a professora Virgínia me encomendou uns vídeos com modelos básicos de fantoches!!! Daí que eu gravei e postei pro projeto da escola mas não
resisti: tive que colocar aqui também...
Hehe... é só o primeiro!
Espero que gostem.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Hoje vamos de Alanis...


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Luto



É estranho quando é uma pessoa próxima, muito querida, que aparece no noticiário da TV. É um choque pensar nas circunstâncias trágicas que levaram um cara assim tão jovem, tão cedo e de maneira tão bruta. Hoje as minhas ideias variaram durante todo  o dia. Era uma sensação ruim que não passava, um suspiro de alívio engasgado que não vai sair.

Tá certo que é preciso seguir em frente, que é algo a ser encarado como natural mas não tive como evitar a indignação (e a resignação) de ver acontecer o que hoje é tão comum, tão corriqueiro mas que não entra na minha cabeça: a violência levou um amigo e a mim não interessa das mãos de quem saíram os disparos. Somos todos vítimas: o que matou, o que morreu e os que ficaram pra contar a história.

E o que me varreu as ideias durante todo o dia culminaram com o desabafo ao final do expediente de trabalho: eu estou cansada; cansada de nadar contra a maré, cansada de tentar ser melhor no meio de uma geração perversa, cansada de tentar mudar o curso das vidas, dos destinos, das histórias... O que aconteceu hoje corroeu um pouquinho da minha esperança.

Mas vai passar... sempre passa. Ou não.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Às vezes é preciso...

... Fechar os olhos para ver melhor algumas coisas.

domingo, 25 de setembro de 2011

Tudo vale a pena...

Acordei agora há pouco. Havia muito a fazer mas me rendi ao cansaço acumulado, ao sono e ao mormaço de um dia quente de primavera. Dormi o sono tranquilo de quem conseguiu cumprir uma missão. Quando abri os olhos horas depois, bem lentamente fui relembrando as horas intensas dos dias que se passaram sem pedir licença: muita, muita coisa... Que acabou desaguando em lágrimas em um momento especial e único (...). 

"É muito bom ver as coisas (finalmente) dando certo" - foi o que eu disse ao amigo mais chegado que um irmão. Na verdade, esse amigo reapareceu na minha vida exatamente na hora em que a minha relação com o meu irmão (de sangue e sobrenome) andava estremecida. Me supriu a falta do "brother". Hoje vejo as coisas caminhando e a alegria dele é um pouco minha também! Nada como ver alguém que batalha tanto chegando lá... A glória da chegada faz a caminhada dura valer a pena. 

Eu posso dizer de lugar privilegiado: nada (ênfase!) vem fácil pra minha mão; tudo é sofrido, tudo é suado... tem que correr e caminhar muito, alternadamente pra chegar. Mas vale a pena. Tudo vale a pena.

Era eu pensando nessas coisas e lembrando da Clésia. A ela eu dedico a música e a certeza de que não há dificuldade que um dia não ceda, pra dar espaço a dias de refrigério... Sem mais.

Livres para adorar - Valer a pena

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"Eu só não te convido pra dançar..."


Êêêeee, setembrozinho bão!!!
Marisa Monte fala tudo por mim hoje...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Trilha do dia!



* Vivo perigosamente... hehe.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Tipo o céu, tipo o paraíso...

Pra começar o dia!!!

domingo, 18 de setembro de 2011

"Lágrimas e Tormentos"



Lágrimas e tormentos
Quantas desilusões
Foram tantos sofrimentos
E decepções
Mas um dia o destino
A tudo modificou
Minhas lágrimas secaram
Meus tormentos terminaram
Foi uma nuvem que passou

E hoje a minha vida 
É um carrosel de alegrias
E como se não bastasse
Estou amando de verdade
Me perdoa se eu
Me excedo em minha euforia
Mas é que agora sei
O que é felicidade.

Canta, Marisa Monte!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

...setembro, se bem lembro.


Tava aqui descobrindo que a felicidade é uma coisinha à toa mesmo: a gente só se apercebe dela quando não se está prestando atenção...

 "A árvore do amor está carregada
e os frutos madurinhos..."

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Por Eduardo Pavlovsky*

A maioria de nós está submerso em um transe hipnótico que remonta aos primeiros anos. Permancemos nesse estado até que de repente despertamos, e descobrimos que nunca vivemos ou que vivemos induzidos por outros que, por sua vez foram induzidos por outros. A ideologia é subterrânea. Tudo é como um profundo mal-entendido. Se despertamos de repente, ficamos loucos. Se despertamos pouco a pouco, nos tornamos inevitavelmente revolucionários em algumas de suas múltiplas formas, e então, tentamos modificar destinos. Se não despertamos nunca, somo gente normal e não prejudicamos ninguém.

* E. Pavlosky, Lo grupal 2, Búsqueda, Buenos Aires.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Obedeço à desordem

Meu defeito talvez seja mesmo ser tão distraída e achar tudo normal, tudo tranquilo, viver tão despreocupadamente, etc, etc... Já disse certa vez: não alimento paranoia - nem minha nem alheia. Habilidade aperfeiçoada desde tantos tempos, não me estresso nem me descabelo por nada, por nada não...

Que me socorra Manoel de Barros, que com sua maneira pouco convencional de dizer as coisas acaba dizendo tão bem-dito que traduz aquilo que a gente quer dizer e não emprega palavra que valha!

E antes que eu escreva um punhado sem lógica, devo noticiar que ganhei um presente grego logo cedo, quando, pela manhã chegava ao trabalho e simultaneamente fechavámos a porta do carro eu e minha colega: bati primeiro e o dedão ficou pra nem um segundo depois ser esmagado entre as duas portas - traseira e dianteira. Demais explicações são desnecessárias...

Prova de que quando as coisas estão indo bem demais, o perigo iminente de acontecer algo substancialmente ruim é real... Mentira, eu não acredito nisso! Hahahahaha...

No que eu acredito mesmo é que num ano tão produtivo e tão marcante (como 2011 está sendo), perder tempo com pequenos contratempos é um grande desperdício! E toca a vida pra frente com garra, com graça, que as coisas não estão fáceis mas nem por isso estão perdidas...

E deixa o incomum, o excêntrico acontecer porque eles sempre estiveram aqui mas eu nunca-nunca havia dado a devida importância a eles. Segue firme a (minha) Renascença!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pra não deixar passar em branco

Sou eu aqui pensando nas correrias do dia-a-dia, refletindo sobre as coisas que ou nos acontecem ou fazemos acontecer. 

Uma coisa preocupante é como anda o clima (ºC) aqui em Brasília. O calor aliado à secura por vezes faz a gente variar as ideias. Meus miolos andam literalmente "fritando". Você que é de fora meu caro, não sabe o que é ver um termômetro marcar 36ºC com a umidade abaixo de 18%. É desesperador!

Eu que nasci e me criei aqui, sempre me considerei muito resistente ao rigor do invernodo Planalto Central. Este ano, devo confessar, está difícil suportar... E pra tristeza geral dos habitantes do DF, previsão de chuva só para daqui a um mês! A pergunta é: será que eu sobrevivo - sem sequelas - até lá?

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Vida sem jeito (?)

Tava aqui pensando...

Esses dias uma amiga muito querida me cutucou no chat. Faz tempo que não a vejo, nosso contato tem sido somente virtual.

Amenidades e tal, lá pelas tantas ela me atira essa pérola: "vamos lá, garota! tá na hora de dar um jeito nessa vida, urgente!"

"Dar um jeito nessa vida"??? Uai, mas quem foi que falou pra ela que a minha vida tá sem jeito?!

Eu bem que mereço essas coisas...

Minha vida tá sem jeito não! Alíás, pensando bem, a minha vida tá boa até demais. Digamos que eu "saí da Idade das Trevas" e entrei na "Renascença"!

É isso. Sem mais.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Sobre as baratas...

Terminei de ler Cem anos de solidão recentemente...


(... ) "Essa era a sua vida dois anos antes que Gastón começasse a esperar o aeroplano 
e continuava sendo igual na tarde em que foi à livraria do sábio catalão e se encontrou com 
quatro rapazes desbocados, encarniçados numa discussão sobre os métodos de matar
baratas na Idade Média. 
O velho livreiro, conhecendo a estima de Aureliano por livros que só Beda, o
Venerável, tinha lido, insistiu com uma certa malignidade paternal para que ele fosse o
árbitro da controvérsia e este nem sequer tomou fôlego para explicar que as baratas, o
inseto voador mais antigo sobre a terra, já era a vítima favorita das chineladas do
Antigo Testamento, mas que como espécie era definitivamente refratária a qualquer
método de extermínio, desde as rodelas de tomate com bórax até a farinha com açúcar,
pois as suas mil seiscentas e três variedades tinham resistido à mais remota, tenaz e
desapiedada perseguição que o homem jamais empreendera, desde as suas origens,
contra qualquer ser vivente, inclusive o próprio homem, ao extremo de que assim
como se atribuía ao gênero humano um instinto de reprodução, devia-se atribuir a ele
também outro, mais definido e premente, que era o instinto de matar baratas, e que se
estas tinham conseguido escapar à ferocidade humana era porque tinham se refugiado
nas trevas, onde se fizeram invulneráveis pelo medo congênito do homem à escuridão,
mas em compensação tornaram-se susceptíveis ao brilho do meio-dia, de modo que na
Idade Média, na atualidade e pelos séculos dos séculos, o único método eficaz para
matar baratas era o deslumbramento solar" (...)

Gabriel García Márquez

domingo, 4 de setembro de 2011

Bobagem


"Até que ponto é preciso ser inteligente para ser boba?

Os outros disseram-lhe que era boba. E ela se fez
de boba para não ver até que ponto
os outros eram bobos ao imaginá-la boba,
porque não ficava bem pensar que eram bobos.
Preferia ser boba e boa,
a ser má e inteligente.


É ruim ser boba: ela precisa ser inteligente para ser tão boba.
É ruim ser boba, porque isto demonstra
até que ponto os demais foram bobos
quando lhe disseram que era muito boba".

(R. Laing)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Quando entra setembro...



"A lição sabemos de cor;
só nos resta aprender..."

Esse mês não vai ser igual a aquele que passou... Ôôôô... oh, que passou...

Setembro entrou de sola, cheio de emoções fortes. Não é que os dias que passei ausente daqui não tivesse assunto pra escrever, não é isso. Mas eu sofro de um cansaço crônico; e  conversava com as crianças hoje pela manhã justamente sobre o que são problemas crônicos: aqueles que vêm, você luta para solucionar, eles passam mas daqui a um pouco cá estão novamente, perturbando e tirando o seu sono. Vale para questões de saúde física  e também para situações práticas, cotidianas. Pois é, meu cansaço é crônico! Gasto e desgasto as forças que tenho nas mais variadas atividades. Daqui a pouco uma pane vem e lança tudo pelos ares. Em seguida, dias de exaustão, de dormir muitas horas do dia (quando posso) e da vontade de não fazer coisa nenhuma. Recuperar as energias pra justamente entrar na rotina desembestada de novo; não sei ser comedida, equilibradazinha... Só sei ser assim, extrema - o que não me agrada nem um pouco.

Tenho passado horas lendo, planejando, escrevendo, produzindo... além das atividades normais. É um acréscimos compensador: meu amigo Santiago sempre me aconselhava a parar de dar murro em ponta de faca e investir nas coisas que eu sei que dão certo! Pois é... Eu que gosto tanto do Santiago e nem tanto de receber conselhos, perdi o Santiago (de vista, pois ele mora fora do Brasil agora) mas fiquei com os conselhos dele martelando as minhas ideias a cada passo dado. Bem que ele podia ter ficado e parado de me dar conselhos; me faz muita falta! Aliás, sou um ser fadado a viver a ausência: das pessoas e das coisas que já não são e das que ainda não são. Minha mente, vontade e emoções são verdadeiras taças de nostalgia. Viver ausência é coisa muito triste.

Despedida dolorida essa semana. Um abraço, conter as lágrimas e olhar no relógio. Eu lembro do pedacinho da flanela xadrez que ainda consegui ver antes da voz embargar e a visão embaçar. Não consegui dizer nada mas ouvi quando ela disse: "Eu volto". Saudade é fruta doce-amarga. Dei as costas e conferi as horas; tinha ainda quinze minutos pra chorar um pouco. E chorei.


Meu coração - Arnaldo Antunes

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Rubem Alves, abrindo os posts de setembro

"Quem acredita no céu pode dormir melhor e quem
confia na providência divina tem menos enfartes do
miocárdio. O destino daqueles cujos corpos se libertaram do
ópio religioso parece ser uma nova dependência, agora
secular e legitimada pela ciência, nos sacramentos da
bioquímica e nos sacerdotes do inconsciente: o corpo não
perdoa".
 

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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