quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Obedeço à desordem

Meu defeito talvez seja mesmo ser tão distraída e achar tudo normal, tudo tranquilo, viver tão despreocupadamente, etc, etc... Já disse certa vez: não alimento paranoia - nem minha nem alheia. Habilidade aperfeiçoada desde tantos tempos, não me estresso nem me descabelo por nada, por nada não...

Que me socorra Manoel de Barros, que com sua maneira pouco convencional de dizer as coisas acaba dizendo tão bem-dito que traduz aquilo que a gente quer dizer e não emprega palavra que valha!

E antes que eu escreva um punhado sem lógica, devo noticiar que ganhei um presente grego logo cedo, quando, pela manhã chegava ao trabalho e simultaneamente fechavámos a porta do carro eu e minha colega: bati primeiro e o dedão ficou pra nem um segundo depois ser esmagado entre as duas portas - traseira e dianteira. Demais explicações são desnecessárias...

Prova de que quando as coisas estão indo bem demais, o perigo iminente de acontecer algo substancialmente ruim é real... Mentira, eu não acredito nisso! Hahahahaha...

No que eu acredito mesmo é que num ano tão produtivo e tão marcante (como 2011 está sendo), perder tempo com pequenos contratempos é um grande desperdício! E toca a vida pra frente com garra, com graça, que as coisas não estão fáceis mas nem por isso estão perdidas...

E deixa o incomum, o excêntrico acontecer porque eles sempre estiveram aqui mas eu nunca-nunca havia dado a devida importância a eles. Segue firme a (minha) Renascença!

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