segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Mais uma do Calvin


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Contemplando o horizonte...


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Aproveite o dia!


 
Sting - Fields of gold

domingo, 22 de janeiro de 2012

Um carinho...


Cardápio:

- Capuccino
- Pão de forma tostado na chapa, com nata
- Omelete
- Pêssego 'da serra gaúcha' (eita, que já deu o que falar essa história)


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E vem você me dizer que é preciso muito pra ser feliz? Faça-me o favor!!!




Créditos: Tania Godoi, chef de cozinha (minha irmã) s2 s2 s2



sábado, 21 de janeiro de 2012

Aprendendo a caminhar novamente

Bem, vamos de música hoje novamente! Não quero ficar muitos dias sem postar senão a preguiça me (con)vence. Dave Grohl! Sim, eu gosto muito dele desde sempre, desde que me entendo por gente, desde que o Kurt Cobain ainda era vivo e eu escutava o Nirvana à beira da piscina, trabalhando como monitora de Colônia de Férias, com 15 anos de idade. Já naquela época, adolescente bobinha que  era, já dizia que a banda não ia muito longe, que o Kurt era um maluco  e que bom mesmo era o (maluco do) baterista. Era só um palpite inocente mas foi certeiro: esperto mesmo é quem ficou vivo pra contar história! Gosto desses... dos que não antecipam a morte, dos herois vivos! \o/

Ops, era só pra postar um clipe e já virou divagação... Desculpem, reconheço a minha habilidade em ser prolixa - não era a intenção. Na verdade eu queria postar essa música aqui já fazia um tempo mas não achava ocasião: se não era o tempo corrido era a falta de paciência ou de uma versão que me satisfizesse os anseios. Pois bem, achei esta, acústica, só com o Dave e com legendas em PT-BR (adoro essas siglas, principalmente quando passo a saber o que elas significam, rs). O nome da música é Walk, do álbum mais recente do Foo Fighters (que tem uma história muito bonita, que eu não vou contar aqui nem agora), lançado no ano passado. A faixa tem um significado muito especial! Muito. Literalmente cheguei a um ponto da vida em que precisei "aprender a caminhar novamente" - corrijo: 'um ponto' não; váaaaarios pontos em que foi necessário parar, desaprender, pra poder reaprender a andar!!! Me diga, afinal, se a vida não é assim?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Lost things

De volta ao mundo dos 'geeks' (rs)

Voltei! Nem sei de onde mas voltei. Pra falar verdade eu sempre estive aqui; é um privilégio dos artistas (rs) espreitar os acontecimentos mundanos de cima do muro (ou não). Caro leitor, entenda cada linha que escrevo hoje como um fio destilado de ironia: um pacotinho daquele acúcarzinho ácido que acompanhava aquele pirulito docinho dos tempos da escola. Tenho um colega (artista) que diz que os "artistas" têm licença poética. Licença esta que às vezes eu entendo como permissão autoconcedida pra fazer e falar bobagem. Fecha parêntese, não há muito o que dizer a respeito. O fato é que passei uns dias de férias das minhas faculdades intelectuais. Tive que dar um tempo das leituras após um ano de ativismo 'nerd' (se bem que a minha irmã disse que o termo 'nerd' não se aplica exatamente a mim, que seria melhor autodenominar-me 'geek'). Faço lá ideia do que seja um ou outro: há coisas muito complicadas para o meu entendimento, como por exemplo as febres e 'virais' das redes sociais - e olha que eu nem participo de todas (muito menos acho possível tal façanha)!

Rede social e essas "modinhas" virtuais são excelentes meios de canalizar o conteúdo idiota que todo mundo tem dentro de si. E não vejo nada de pejorativo nisso! Acho que foi o Arnaldo Jabour que publicou certa vez que: A idiotice é vital para a felicidade. Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Nem gosto do Arnaldo Jabour (nem por nada, é um não-gostar gratuito mesmo) mas tenho que concordar com ele! Seriedade demais é pedante, é envelhecedor... Sujeito que amanhece o dia engajado em uma causa nobre, que não retira nunca-nunca a capa de salvador da pátria, que nunca ri, que nunca descontrai acaba se tornando repelente! E que os meus fiéis amigos não me interpretem a partir da minha atuação em redes sociais! Nas que me sobraram estômago pra participar,  desemboco grande parte das bobices que me passam na cabeça. E há quem leve demasiado a sério as manifestações virtuais (sejam de ideias ou de sentimentos) - eu cá prefiro o contato pessoal. Mas enfim...
A inflação das atividades intelectuais do ano passado me renderam um esgotamento físico e mental que exigiu medidas drásticas, para além do descanso de férias de fim de ano: parei com tudo que exigia esforço fisico e mental sem me render (necessariamente) alguma satisfação imediata. Se queria fazer alguma coisa muito bem, caso contrário, nem me movi do lugar. Tirei um tempo considerável pra não pensar em nada e me sinto mais leve agora! Quando saí de casa com as malas, há quase um mês, deixei o cérebro e metade do juízo guardados dentro do guarda-roupa. Convoquei às pressas o cérebro: as circunstâncias fizeram a necessidade.

O texto (este que escrevo agora) é o meu ensaio para a volta das produções, em 2012. A partir daqui analiso a minha evolução escritoresca (rs) até então. Mensagens que se amontoam frenéticas na caixa do correio eletrônico sinalizam que apesar de a carcaça estar ainda curtindo férias (merecidas e bem-gozadas), a mente precisou entrar em campo imediatamente e pode ser que eu passe mais tempo por aqui - postando as entrelinhas da jornada acadêmica - ou não! Aqui vou eu descendo a montanha (ou as dunas, muito bem representadas na foto tirada em Cabo Frio -RJ). Sou eu aqui, de volta e até já!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Primeiras impressões

Madrugada insone. Troquei a noite pelo dia. Sou como o Fernando Pessoa, não um único ser que habita esse corpo mas vários. Não gosto desta personalidade; prefiro a outra, mais despojada, menos preocupada. O sono me poupa de algumas reflexões que por hora nada resolvem mas se permaneço acordada, o meu cérebro monta mil quebra-cabeças e me deixa exausta, morta de cansaço - porém insone. E essa luta se dá por horas a fio, até que as forças se esgotem por completo e eu entre em estado de hibernação (semelhante ao das máquinas, não o dos ursos).

Mas nem posso me dar ao luxo de informar sobre o quê estou pensando. Não é uma coisa só, são várias coisas. É que tem horas em que a gente se sente muito corajoso pra certas coisas - e também horas em que a covardia cega e a gente deixa passar oportunidades; que ao analisarmos bem, friamente, nem eram oportunidades tão significativas assim (mas então por que essa sensação de perda?!). Há horas em que não me decifro. Nem quero. Covardia assalta e eu começo a achar que o melhor mesmo é continuar vivendo na ignorância a investigar os porquês pra depois ter que arcar com a consequência (inevitável) de cada um deles...

Mas estranho mesmo, é "invejar" (não era bem essa palavra mas vá) o status alheio, lutar, chegar até lá e perceber que não é isso (definitivamente) que te satisfaz. Ironia do destino é você viajar pra longe e sem mais nem menos se deparar com um rosto ou um gesto que remetem exatamente o que se deixou pra trás... Completamente sem sentido é você ouvir de um ébrio aquilo que o espelho te repete todo dia mas que você sequer se dá conta porque... Porque... Mas por que mesmo??!

O ano mal começou e a minha mente já me ofereceu um leque de ocupações capazes de roubar o sono...

Tenhamos todos uma bela semana! =)

sábado, 7 de janeiro de 2012

Retrospectiva 2011 - Final

Primeiramente, antes tarde do que mais tarde (risos). Estive fora de circulação no ambiente virtual por uns dias. É o que sempre digo: essa vidinha online é muito boa mas da melhor parte eu desfruto mesmo em 'off'. Ponto.

Três últimos meses de 2011: muitos eventos, festas, muita coisa pra estudar, pra ler, pra digerir, pra escvrever. Comecei um caso sério com o meu laptop que virou casamento mais rápido do que eu imaginava. O tempo todo juntos, trabalhamos e nos divertimos: produzimos grandes coisas (profissionalmente e academicamente falando).

Outubro passou rápido mas não sem sobressaltos: eu senti na pele as dores de ser boicotada, de todos os lados. Me senti meio à margem dos grandes acontecimentos, parecia que eu só poderia contar mesmo comigo. Foi nessa época que eu tirei da vida uma lição muito importante: quem tem inveja de mim tem que estar à minha frente! Prefiro um invejoso melhor do que eu do que atrás de mim tentando puxar o meu tapete! Deus que me livre de coisa assim. Descobri que eu não quero fama - eu quero é viver em PAZ! Sim, é isso mesmo que eu quero.

Novembro foi o mês de um grande evento da escola (cujo roteiro eu mesma escrevi, com colaborações importantes). Coisa assim envolvendo música, dança, encenação, filmagem e transmissão em tempo real eu nunca havia experimentado. Co-produzir um grande espetáculo é adrenalina garantida! E, contando mortos e feridos, salvaram-se todos! Foi emocionante.

Dezembro foi a gota d'água. Muita coisa a fazer (até aí nenhuma novidade) e muito cansaço (aí então...)! Mas a expectativa era diferente porque o que o horizonte apontava eram as férias e a tão esperada viagem pro RJ. Mas antes que você acredite que o meu espírito kamikaze tenha desencarnado com a chegada do espírito natalino, devo acrescentar: antes do ano terminar (tranquilo) eu me matriculei em mais uma pós-graduação (agora são duas, simultâneas) e pedi demissão do meu trabalho (eu tô rindo alto aqui). Viajei sem olhar pra trás. Porque depois de um ano denso - e tenso - como foi 2011, a última coisa que eu queria era preocupações acerca do ano novo. Quando eu voltar de viagem (a propósito, já deixei o solo carioca e estou em solo gaúcho) resolvo como vai ficar a minha vida.

Deixei o cérebro e metade do juízo em casa quando saí. Não quero pensar em nada: só descansar e me divertir, não necessariamente na mesma ordem nem em iguais proporções. Quando eu voltar eu vejo mas só quando eu voltar...
Feliz 2012 a todos!

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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