domingo, 26 de fevereiro de 2012

Ainda bem!

Ainda bem que o horário de verão encerrou-se (pelo menos por enquanto).
Ainda bem que tenho amigos preciosos, e que boas notícias sempre chegam,
 não importa por quanto tempo esperamos por elas.
Ainda bem que toda fase ruim é, potencialmente, 
um prenúncio de uma outra fase (boa),
que desfrutaremos - caso não morramos antes, rs.
Ainda vem que temos a chance de parar de reclamar
antes de descobrir que nem tudo está perdido;
e com isso, apresentar um coração mais grato, menos amargo.
Ainda bem que algumas pessoas permanecem na nossa vida
mesmo quando 'tudo' vai mal: elas desfrutam juntamente conosco
da alegria quando as coisas vão tomando rumo, se ajeitando, dando certo.
Ainda vem que um dia discursa outro dia.
Ainda bem que existem outras possibilidades.
Ainda bem que a arte de bem-viver está um tanto além
de tentar compreender os mistérios e a complexidade das coisas.
Ainda bem que as coisas que mais satisfazem e agregam felicidade
estão (ainda) na lista dos que não se podem comprar!
Ainda bem...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Caia em si, tatuí!

Foi essa música que mencionei no post passado. Minha porção tauí falando alto madrugada a dentro. Eu tenho dormido pouco nestes dias, e o sono que consigo, é entrecortado por sonhos estranhos. tem horas em que me vejo meio na pele do Raskolnikov (Crime e castigo). Falando nele, li umas 50 páginas deste mais umas 40 de outro livro, de temática completamente diferente de ontem pra hoje. Ainda assisti metade de um filme. Lá pelas tantas desmontei exausta espalhada pela cama. Entrei em estado de hibernação até agora há pouco.


Aproveitando que o post além de dramático é musical, em seguida compartilho o trabalho de amigos muito especiais. Eles são de um Grupo Teatral chamado Cabeça Feita, daqui de Brasília - eles põem em discussão a questão do preconceito contra os negros e incentivam a valorização dos traços característicos da negritude. Coisa linda de se ver! O clip é um protesto "cabeça" e muito bem-humorado contra a ditadura do cabelo liso (que cá pra nós, não oprime só as mulheres negras)... Vale a pena conferir.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Segue a esquisitice dos dias

......"Cortar a cafeína."
.................."Dias estranhos."
................................"Caia em si, tatuí..."
.............................................."Mas que dia é hoje mesmo?"

(...)

Por que é que não consigo me alegrar com a desgraça alheia?! Eu sei o post não faz o menor sentido: não foge à realidade. Nada faz muito sentido quando você está caindo de sono mas os seus pensamentos não te deixam descansar. Passam milhares de cenas coloridas pela mente, como um desenho da Technicolor mas não há intervalo comercial - minha antena não falha e a programação não sai do ar! Foi aquele refrigerante de cola que tomei acompanhando a pizza, só pode!
A mesma lista de músicas está no player desde cedo e tocam repetidamente. É o cúmulo! Preciso rever a dose das vitaminas; em que clínica o doutor atende mesmo?!

(...)

Hoje durante o banho pensei em algo intrigante: não tenho queixa contra ninguém. Nenhuma mágoa ou ressentimento, nenhuma restrição. Convivência pacífica, se necessária, mesmo com quem porventura tenha me ofendido em algum ponto de coexistência. Não sei porque estou escrevendo isso mas é que eu até gostaria de ter algum desafeto, de quem falar mal vez ou outra; alguém que eu ache brega ou de profunda ignorância e mau gosto, mas não! O que acontece é que acabo levantando do sujeito alguma característica digna de respeito, quiçá de admiração. Pronto, está feito o acordo diplomático. Observando alguns registros escritos, verifiquei que tenho a séria mania de elogiar e encorajar os outros! (Cara de espanto).

(...)

"Parecia a vida me dizendo: caia em si, tatuí..." Trechinho de música não sai da cabeça. É de uma banda linda, de pernambucanos (olhaí a minha paixão pela gente daquela terra). A vida já me mandou este recado algumas vezes e repete o lembrete quando necessário. Eu a vi e ouvi num programa de TV (que por sinal eu não assisto mas 'baixo' da internet) duas cantoras (a Céu e a Karina Buhr) interpretando a tal música (Tatuí) e algo aqui dentro de mim se (co)moveu. Musiquinha que parece comigo! Eu sei que com o Google fica fácil achar, digitando, mas vou deixar o nome: 3 NA MASSA. Vale a pena conferir o trabalho da galera. Dizem que são dois ou três garotos integrantes da Nação Zumbi, eu não confirmei: são de Pernambuco, a música é boa, então está tudo certo.

(...)

...........Mas que dia é hoje mesmo?
...................................Carnaval já acabou?

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Esquisitice minha de cada dia

Sou uma atenta observadora de mim mesma: das coisas orgânicas e psíquicas, dos tempos e dos ciclos, dos pensamentos e das (re)ações. É comum ir ao médico e dizer a ele, baseado no conhecimento empírico, qual o problema e quais as alternativas de tratamento. Da última vez não deu muito certo: acertei o diagnóstico mas errei a causa (era uma faringite viral e suspeitei que fosse bacteriana), teimei com a doutora mas segui as orientações (na medida do aceitável). Reconheço que é um terço de paranoia mas não consigo confiar totalmente em quem se associa com a indústria farmacêutica. Suspeito fortemente viver sob o mesmo teto que uma hipocondríaca mas agradeço a Deus não ter herdado por carga genética nem cultural tal particularidade.

Hoje escrevo porque ando incomodada. Meus dilemas mais íntimos têm o poder de me empurrar à produção do que quer que seja. Há um espinho na alma que de tempo em tempo inflama e não me deixa dormir ou descansar. Se não venho aqui certamente saio a caminhar horas com mil vozes ao mesmo tempo jorrando ideias e desideias, não deixando a menor chance de captar uma só que seja, confusas, desembestadas - os meus pensamentos me levam a um lugar além da linha da loucura, às vezes. E tem outra coisa: quando em vez me assalta uma tristeza sem motivo aparente; não mata mas incomoda. Especialmente agora, perturbam-me o incômodo e a tristeza.

Questionava agora há pouco, que tipo de ironia (ou bruxaria) leva um ser humano a sentir-se absolutamente desalentado mesmo estando tudo bem ao redor? Olhei as contas (pagas), a família reunida, o dia perfeito de sol pleno, a água, o alimento, os amigos, a música e toda a beleza desfrutável por alguém que goza de saúde... (...) Suspirei fundo e fiquei sem resposta. Falta alguma coisa. Abro parêntese. Estou bem. Dias atrás, ouvi de alguém que "estar bem não significa necessariamente 'estar feliz'". Que seja mas o post não é depressivo: e reflexivo. Estou buscando as (minhas) respostas e talvez escrever-ler-escrever me ajude. Fecho parêntese.

O coração dando piruetas dentro do peito durante todo o dia e só me ocorria cortar a cafeína. Ou quem sabe voltar ao Dr. Rodrigo (o clínico que me atendeu há dois anos atrás na crise mais dura dessa tal "coisisse" que me assalta). Andei de um lado para o outro dentro de casa - não há lugar onde os pensamentos não alcancem, principalmente para alguém que tem ojeriza à televisão. Não há música ou mantra que acalme. Devem ser os hormônios! Sim, sim: hormônios e o "ataque de mulherzinha" mensal ... Pilhas de roupa sobre a cama e algumas horas depois, 30% delas em uma sacola para doação. Santo Cristo! Por que é que de tempos em tempos eu surto??? Olhada debaixo da cama: todos os tênis, sapatos e sapatilhas. Devo ficar com um ou dois pares - o restante nem consigo olhar! É uma necessidade do novo que sufoca, comprime os pulmões! E pra chegar o novo, abrir mão do que é velho, ultrapassado.

Passou a segunda-feira e a sensação ruim não. Nem sono nem cansaço - descobri não dormindo (sequer bocejando) durante o dia. Que não era fome descobri depois que comi. Alguma coisa me desestabiliza e ainda não descobri o que é. Vasculhei os arquivos de música - mesmo a mais inspiradora das pastas (que em dias normais eu amo tanto) não me provocou menor suspiro. Estou chata hoje, insuportável e irritadiça. Boca fechada: mal completei centena de palavras. Normalmente sou silenciosa, falo pouco - hoje menos ainda.

(...)


(...)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Domingo

(...)

 
(Liniers)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Sábado

Costumeiro mal-estar carnavalesco. Existe uma lista não muito extensa das coisas que eu detesto nessa vida. Carnaval e TV são duas delas. Não me lembro desde quando dessimpatizei nem com uma coisa nem outra mas deve ter coincidido com uma fase em que me dei conta de que certas coisas "roubam"  precioso tempo que poderíamos estar dedicando a outras coisas possivelmente bem melhores.

(...)


Muitos "joinhas" para a Sally (Peanuts)!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

...

Envergo mas não quebro
(Lenine)

Se por acaso pareço
E agora já não padeço
Um mal pedaço na vida

Saiba que minha alegria
Não é normal todavia
Com a dor é dividida

Eu sofro igual todo mundo
Eu apenas não me afundo
Em sofrimento infindo

Eu posso até ir ao fundo
De um poço de dor profundo
Mais volto depois sorrindo

Em tempos de tempestades
Diversas adversidades
Eu me equilibro e requebro

É que eu sou tal qual a vara
Bamba de bambu-taquara
Eu envergo mas não quebro

Não é só felicidade
Que tem fim na realidade
A tristeza também tem

Tudo acaba, se inicia
Temporal e calmaria
Noite e dia, vai e vem

Quando é má a maré
E quando já não dá pé
Não me revolto ou me queixo

E tal qual um barco solto
Salto alto mar revolto
Volto firme pro meu eixo

Em noite assim como esta
Eu cantando numa festa
Ergo o meu copo e celebro

Os bons momentos da vida
E nos maus tempos da lida
Eu envergo, mas não quebro

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Trecho

"Talvez haja mais compreensão e beleza na vida quando os raios ofuscantes do sol foram suavizados pelos contornos da sombra. Talvez haja raízes mais profundas numa amizade que sofreu tempestades e as venceu. A experiência que nunca desaponta ou entristece, que nunca toca nos sentimentos é uma vivência neutra com pequenos desafios e variações de cor. Quando sentimos confiança, fé e esperança de que podemos concretizar nossos objetivos, isto constrói dentro de nós um manancial de força, coragem e segurança.

Somos personalidades que crescemos e nos desenvolvemos como o resultado de todas as nossas experiências, relacionamentos, pensamentos e emoções. Somos uma totalidade que, fazendo-se, faz a própria vida.”

(Virginia M. Axline, em "Dibs: Em Busca de Si Mesmo"*, Ed. Agir, pág. 283)
 
 
*Retirei o trecho de um blog. Lembrei que tenho este livro, só falta tempo pra ler... Está na lista.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Primeiro de vários

Assunto que foi destaque em 2011: cansaço - eita palavrinha que gosta de aparecer no meu dicionário! Desde pequena cultivo o hábito de folhear o pai dos burros e ultimamente, folheasse encontraria o verbete  cansaço repetidas vezes, como se houvesse mais de um em todo o volume. A essa altura do texto, você leitor já deve ter descoberto: estou variando das ideias. Sim, estou cansada e com sono. Aliás, meu corpo está cansado mas a mente vagueando... E pensava agorinha: é a primeira vez que me sinto cansada neste ano!

Mas não nisso apenas; pensava em muito mais - em como, por exemplo, as minhas coisas parecem passar por um embaraço especial antes do desfecho, do final feliz. Dizem que sou contadora de histórias (fantásticas). Não deixo de ser mas tenho que emendar: fantásticas mesmo são as situações que acontecem na minha vida. É assim: nunca nada acontece sem antes dar mil voltas. Pausa. Nunca e nada são duas palavras que evito usar até oralmente porque considero que trazem uma bagagem negativa, cheiram a abismo, a coisas que se perdem e não voltam mais. Mas tornemos ao assunto: pra uma coisa dar certo na minha vida, ela tem que dar voltas, ser considerada causa perdida pelo menos  duas vezes, me fazer chorar e ranger os dentes por, no mínimo uma semana, quase esquecer, lamentar, dar como encerrado o caso para, só então, receber a notícia de que está tudo em mãos, tudo certo.

Dias atrás, disse à minha irmã (do meio) que se algo dá certo "de primeira" na nossa vida, ou é engano ou certamente estamos perto da morte, do último suspiro, de abotoar o paletó de madeira. Mais recentemente repeti à irmã caçula a mesma ladainha porque (ao que me parece) tem um fator genético envolvido nesse angu: algumas coisas são muito "familiares", no sentido literal mesmo, de histórias muito parecidinhas entre os que carregam um sobrenome que nem é bom citar aqui pra não abrir precedentes, rs. Vai que algum leitor se descobre parente e, passando a limpo o próprio histórico, endossa a minha tese, e... Melhor deixar pra lá! Não se esqueça que estou variando... Sono e cansaço.Sou eu aqui remoendo umas historietas (pessoais) sem lógica e repetidas.

Uma colega da especialização me fez proposta essa semana: "Vou te apresentar um amigo meu". Eu ri. "Como é que você gosta de homem?" Eu ri mais ainda. Ri porque ultimamente ando rindo à toa (mas é À TOA MEEESMO) e também porque achei mais fácil listar (e listei) como eu não gosto de homem. Jamais publicaria a lista, até porque sujeito que não apresentasse combinação de pelo menos dois daqueles itens provavelmente se encaixaria em alguma categoria etérea de existência não-humana (angelical, talvez - ou semideuses). Enfim... citei o ocorrido porque apesar da lista bem-humorada, a imagem (agradável) que me apareceu em mente era muito familiar, absolutamente normal e está incrivelmente próxima do meu alcance; a lista foi uma negativa inconsciente. O detalhe: só vamos esperar dar errado (mais) algumas vezes para só então dar certo! Exercitando as minhas paciências - assim, no plural mesmo...

Para finalizar (ao menos aqui, no texto, a ilógica sequência de pensamentos), devo dizer que minha primeira semana de trabalho passou voando! Voltei à ativa mais cedo do que esperava. Ano pasado pedi demissão do emprego antes de sair de férias. Voltando de viagem após trinta dias fora de casa, nem tive tempo de curtir preguiça: fui reconvocada para o mesmo local mas com função e horários diferentes, dentro da minha disponibilidade de tempo. Engraçado isso. Realmente pensei que fosse viver um retorno à vida puramente acadêmica mas os tempos são de ação - ou menos discurso e mais ação! Aliás, a movimentadíssima vida acadêmica que estou vivendo me rende um punhado diário de interrogações e indignações. Passo raiva. E é bem capaz que os colegas cursistas passem raiva comigo porque fatalmente não falamos a mesma linguagem. E como isso me irrita! Mas esta é uma outra história, para quando eu terminar a leitura de "O imbecil coletivo", rs. Sem mais por hoje.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Lembrança de dias especiais


Right To Be Wrong

I've got a right to be wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
I'm flesh and blood to the bone
I'm not made of stone
Got a right to be wrong
So just leave me alone

I've got a right to be wrong
I've been held down too long
I've got to break free
So I can finally breath
I've got a right to be wrong
Got to sing my own song
I might be singing out of key
But it sure feels good to me
Got a right to be wrong
So just leave me alone

You're entitled to your opinion
But it's really my decision
I can't turn back I'm on a mission
If you care don't you dare blur my vision
Let me be all that I can be
Don't smother me with negativity
Whatever's out there waiting for me
I'm going to faced it willingly

I've got a right to be wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
Flesh and blood to the bone
See, I'm not made of stone
I've got a right to be wrong
So just leave me alone

I've got a right to be wrong
I've been held down to long
I've got to break free
So I can finally breath
I've got a right to be wrong
Got to sing my own song
I might be singing out of key
But it sure feels good to me
I've got a right to be wrong
So just leave me alone

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Calvin e Haroldo


sábado, 4 de fevereiro de 2012

E não é?!

Créditos: Genizah (tem na lista ali ao lado)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

De boa intenção...

Das coisas que mais me incomodam, me irritam, me deixam intrigada (...), com certeza, a mania que certas pessoas têm de fazer perguntas "bem-intencionadas" merece destaque. Veja bem, numa relação normal de amizade ou de trabalho, familiar ou o que seja, é comum que os pares se interessem pela vida uns dos outros e mantenham-se, até certo ponto, informados acerca dos assuntos alheios.

Problema é quando um encontro casual é motivo para o bombardeio das perguntas clichês. Está bem, eu às vezes exagero na crítica e há quem diga que me irrito por pouca coisa... mas veja bem: tem gente que possui um repertório limitado e repetido de perguntas. Tipo: 'E aí, tudo bem?' - 'Bem!'... 'Já casou?' - Pronto! Chegamos so ponto crítico da questão.

Vivemos numa sociedade democrática, em que seus direitos (de escolha) são respeitados. Será? Mentira. Existe uma pressão externa ao mesmo tempo sutil e esmagadora que empurra as pessoas a corresponderem às expectativas do meio. Que meio? Família, por exemplo. Amizades. Ambiente de trabalho... Quem nunca foi "vetado" em algum evento por não se encaixar em algum padrão ou pré-requisito? Ano passado, por exemplo, quase tive a minha participação censurada (rs) em um evento porque só entravam "casais". WTF? E não podia levar amiga não, tinha que ser casalzinho hetero. Xiii...

Tenho um tio que toda ceia de Natal me fazia a mesma pergunta: "Cadê??? (e alisava o dedo da aliança, na mão esquerda)" Ele é uma pessoa ótima mas a pergunta, confesso, me chateou por anos seguidos. Depois passei a não dar importância e depois que a gente passa a não dar importância, as coisas realmente deixam de ser importantes (ficou redundante mas era isso mesmo que eu queria dizer). É só "desencanar".

Alíás, se alguém deseja viver em função das exigências externas, dura tarefa tem pela frente! As pessoas ao redor geralmente são vorazes em se meter na vida alheia e nunca se dão por satisfeitas! Se está solteiro, exigem que você namore; se está namorando, que fique noivo; se está noivo, que case (LOGO!). Quem nunca passou por esse tipo de situação, que atire a primeita pedra (em quem perguntar, não em mim).

Um amigo me contou dia desses, que a irmã (dele) estava namorando há um bom tempo e sempre que as pessoas a encontravam nos lugares, questionavam sobre a data do casório, dando a entender que "estava passando da hora" Numa destas, ela, cansada de tentar satisfazer a curiosidade mórbida dos outros respondeu: "NUNCA"! E foi só. Hoje ela está casada e feliz.

Conversando sobre isso ontem, e lembrando que a minha irmã mais nova têm passado por esse tipo de situação, chegamos à conclusão de que uma resposta malcriada tem o poder de cortar pela raiz essa síndrome de pergunta bem-intencionada. Talvez não seja a maneira politicamente correta mas quem recebe uma resposta assim dificilmente tem coragem de perguntar de novo...

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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