segunda-feira, 2 de julho de 2012

O tempo pirraça!

Hoje falamos sobre o tempo. Não deixo nenhuma reflexão profunda nem lição de moral, apenas provoco o senso de humor de quem lê com um post diferente dos sombrios que geralmente aparecem por aqui.

Ontem me dei ao luxo de ficar sem fazer absolutamente nada (em matéria de obrigações) para me dedicar tão somente ao maravilhoso "sono da beleza" e à espiada atenciosa em uma série de TV que me chegou às mãos. Quanto ao sono: não sinto a menor culpa em gastar as horas do domingo dormindo. Quanto à série: bem, as coisas mudaram por aqui (será?). Não, eu continuo resintente quanto ao ato de "assistir televisão" mas encontrei repouso nos gigabytes do cartão de memória através do qual me chegaram às mãos a 1ª temporada da série. Bendita seja a revolução tecnológica!

Está bem, é óbvio que estou enrolando, que o assunto do post parece não ter ligação direta com "passar o domingo hibernando" ou assistindo séries "pirateadas" da internet... Mas é justamente para chegar onde quero chegar com este assunto: como gastamos o nosso tempo e qual a diferença que faz (ou não) as voltas no relógio para quem se dedica a tal ou tal atividade?

Desde que aderi à filosofia do Carpe diem, presto mais atenção nestas e dou mais valor ao momento que vivemos em detrimento do que passou ou do que está por vir. Quem me conhece mais de perto sabe que "eu dou um valor absurdo na vida" e detesto perder tempo com choramingos ou ansiedades. Submeto-me a um rígido auto-exame crítico todos os dias para não deixar brecha para desperdícios de energia, de sentimentos, de oportunidades.

É trabalhoso, é dolorido selecionar entre os acontecimentos cotidianos o que vale a pena (e o que não vale) empregar TEMPO, sentimento, energia física e psíquica; geralmente leva-se tempo de treino e coragem para descartar o que aparentemente fará muita falta - ou reter o que à primeira vista não é tão importante.

Por outro lado, quando, com o treino, a seleção parece coisa natural para quem optou por um estilo "bem-viver-bem", percebemos que de tempos em tempos surge na vida da gente quem compense o tempo - ou mais - quem faça com que ele corra ainda mais ligeiro por consequência de uma qualidade ímpar!

A pergunta que te faço hoje, caro leitor, é: quantas pessoas da sua convivência te dão a impressão de que o tempo passa mais rápido em companhia delas? Muitas? (sortudo!) Poucas? (hum, tá precisando investir mais em relacionamentos, ...) Nenhuma? (ops! ahhhmmm... calma, nem tudo está perdido...).



 Vanessa da Matta - Pirraça

1 comentários:

VERINHA disse...

Boa noite querida amiga, nossa você colocou-me em uma saia Justa,Ultimamente meu tempo esta passando lentamente, não que eu seja uma pessoa difícil, mas é que ultimamente estou um pouquinho cansada de tanta gente vazia, sem um pinguinho de humanidade. Respondo a sua pergunta como poucos, mas estes poucos valem a pena. Amigos virtuais conta?heheh
Adorei seu post.
Beijinhos.

Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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