segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Riqueza


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Sobre os milagres de cada dia

Ontem à tarde ouvi a seguinte frase: "ficou aí, quieta a vida toda... agora é hora das coisas chegarem, todas de uma vez"! Quem disse, entende da vida, entende das coisas; tem bagagem suficiente para proferir afirmação de tal seriedade, de tal relevência - e eu não costumo descartar as opiniões de quem tem mais experiência, de quem já caminhou na vida léguas a mais.

Ontem andei pensando nos milages cotidianos que acontecem ou não durante a nossa existência. Pensando que talvez as pessoas em geral têm a mania de esperar sentados que algo de extraordinário aconteça. Esperar sentado é garantia de frustração cansada; vejo todos os dias gentes de todas as idades e tamanhos reclamando que o que elas tanto esperam parece que nunca chega.

Não é que eu não compreenda tal situação; durante um tempo andei também cabisbaixa, sem expetctativa de que as coisas boas acontecessem - mas nunca "sentada". Entenda que "sentada", digo esperando placidamente, de maneira acomodada. Nunca alimentei esperanças de conseguir o que quer que seja sem esforço: lutei muito com todas as forças, contra tantas coisas... Cada um tem a sua cota de obstáculos nessa vida.

Então assim, depois de tanta luta, de tanto investimento, finalmente estou vendo milagres acontecendo. Digo "milagres" porque apesar de ter dado os passos necessários, eu não tinha poderes para fazer tudo acontecer da maneira pacífica e sólida como tem sido. Tempo bom! Tempo de milagres! Tempo de viver um tempo fora do comum com um coração alegre e grato. É isso.

Milagres acontecem quando a gente vai à luta!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Diga sim pra mim


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Mas eu tô tão feliz...

... dizem que o amor atrai.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Estátua de sal

A postagem é de hoje mas estou ruminando o assunto desde ontem cedo. Mais exatamente quando essa música tocou na rádio. Meu pai sempre escuta rádio quando está em casa. Em volume alto. Sorte que, via de regra ele escolhe bem e temos o privilégio de escutar repertório de excelente qualidade. Talvez seja o maior legado que o pai deixou pra gente,ainda em vida: o gosto musical mais refinado - já mencionei isso por aqui.

Já mencionei também que algumas músicas, algumas vezes, podem nos "transportar" às sensações vividas. O passado meio que volta, emocionalmente. Enquanto ouvia essa, em alto e bom som vindo lá da sala, voltei a um tempo em que eu me encolhia na cama e chorava desesperadamente, retorcendo o corpo de dor. Mas não era uma dor física, era uma dor que não permite identificar exatamente de onde vem, nem conseguimos apontar com o dedo, como criança: "dói aqui"!

E como doía! Vivendo momentos bons, como os de agora, consegui dimensionar bem o reverso da moeda. Recordei dias em que sentia a alma dilacerada, rasgando-se toda por dentro, numa dor sem remédio. Muitas vezes, encolhida num canto qualquer, desejava que a vida me abandonasse. Desejava não ter nascido ou ter nascido bicho a ter que sofrer os dramas existenciais - e como sofri! Era um tormento com causa e sem causa ao mesmo tempo. Talvez as nossas maiores angústias sejam derivadas da nossa expectativa irreal sobre a vida, sobre as coisas, sobre as pessoas...

Foi extremamente difícil ajuntar todos os meus cacos e remendos, procurar onde cada parte encaixava-se uma à outra. Ir olhando cada pedacinho e revivendo a cada momento o motivo de a minha alma ter ficado assim, tão estraçalhada... Foram dias muito difíceis, de muito choro e de muita solidão.

Passou. Eu sei que passou. Onde haviam trevas, hoje brilha o Sol do meio-dia. Onde havia dor, hoje há alegria e tranquilidade sem fim. Mas as marcas e cicatrizes ficaram todas aqui. Fazem parte de tudo que eu sou e a cada dia cumprem o papel de me situar diante da vida. Tudo tem um porquê, tudo tem um pra quê; hoje eu compreendo alguns, descompreendo outros...

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Quando abri o editor...

Escrever é mais que um hobby para mim. É uma válvula de escape, e como já mencionei aqui algumas vezes: escrevo para, entre outras coisas, economizar algumas centenas de Reais com análise. E olha que eu faço um esforço sobre-humano para não transformar esse cantinho (muito meu) aqui num muro de lamentações. Escrevo sempre que tenho algo necessitando desaguar, jogar para fora - é uma espécie de catarse. Pode não funcionar com você mas comigo funciona - por isso, prossigo. 

Aliás, muito boa essa coisa de prosseguir com as coisas que estão dando certo, que estão rendendo frutos. Desde o ano passado tenho colhido alguns frutos das decisões e iniciativas que tomei no decorrer dos últimos três anos. Toda hora abre-se um leque de possibilidades à minha frente; tenho que ir tomando os rumos e espiando até onde a coisa toda vai. Confesso que tenho trilhado um caminho bem interessante.

Agora há pouco, quando abri o editor de texto, não pensava em nada especificamente e ao mesmo tempo pesava em muita coisa. Pensava na surpresa (boa) de abrir a porta hoje de tardezinha, achando que era o motoboy trazendo o remédio que pedi na farmácia, e dar de cara com o Diogo e a Telma. Eu sei que você, leitor, bem provavelmente não faça ideia de que seja um ou outro mas quero levar você ao seguinte raciocínio: a surpresa foi boa, logo só posso estar falando de gente muito boa! É isso. E eu pensava na sensação (boa) de receber uma visita (ainda que rápida) deles.

Abri o editor também porque me sentia incomodada. Talvez ainda sinta. Com muita coisa e ao mesmo tempo com coisa alguma. Eu estive pensando nos meus caros e preciosos amigos ateus; para mim, deveriam ler menos Filosofia e mais poesia (sim, todos eles - ateus - e os teólogos também). Penso que a "letra", as muitas filosofias e hermenêuticas acabam por atrofiar (um tanto) a capacidade de contemplar o indiscritível, o inexplicável (falando, principalmente aos ateus). Talvez o exercício da leitura frequente de textos poéticos pudesse fazer o "milagre" de abrir a mente para outros entendimentos, para outra interpretações (agora falando mormente aos teólogos).

E pensava também nos planos todos que fiz para o dia de hoje (quase todos ficaram para amanhã). Atitude engajada, de minha parte, parece até exposição gratuita e certeira à frustração. Faço planos que não dão certo! As coisas mais certeiras que conquistei até hoje, foram na base do improviso! Isso é bom mas cansa. Tem horas em que paro e imagino uma vida mais normal, mais tranquila, com menos sobressaltos (...) - não consigo me imaginar dentro do cenário, por mais que eu queira, por um dia apenas! Enfim, ficar aqui de mimimi também não resolve nada. E nem estou reclamando de nada, só transformei os pensamentos em palavras - verbalizei, só isso.

Quem vê o meu (lindo, rs) sorriso estampado nessa carinha que nem de longe aparenta os trinta e três anos (bem vividos) que a dona tem, não imagina que há um leão para matar domar todos os dias, bem à minha porta! É uma luta diária contra as milícias internas - e externas. É, a vida não está fácil para ninguém... por que raios eu deveria esperar uma trégua, justamente para mim?

Por hoje é isso.

Simples

* eu sei que tá meio Tumblr isso aqui mas...

Só pra constar


sábado, 9 de fevereiro de 2013

Tem um jeito manso que é só seu...


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Viver dá medo

Sim, é isso: viver me causa um estranhamento enorme! E causa medo!

De ontem pra hoje quase nem consegui dormir, tive sonhos entrecortados com pensamentos e delírios; não sei se pensava ou se sonhava tinha horas. Precisava levantar cedo mas um elefante invisível pesou-me sobre as costas desde a hora em que o despertador anunciou o fim do sono sem culpa.

Lá pelas tantas fiz força e levantei da cama meio zonza, meio sem saber direito quem sou. Não, eu não bebi... também não fiz uso de material entorpecente (lícito nem ilícito). Nem sei explicar direito o que se passa pela minha mente agora. É um estado de confusão mas ao mesmo tempo de certeza muito grande. Recentemente postei algo sobre ambiguidade - seres humanos são mestres nisso: em ser e não ser ao mesmo tempo.

O fato é que durante longos (e dolorosos) anos, empreguei todo o esforço e todo o desejo que eu tinha para conseguir algumas coisas que eu queria mais que muito. Estive aqui conferindo a lista: eita! Descobri que muitas dessas "coisas" já me foram acrescentadas e que outras estão muito perto de serem alcançadas! Poxa, que tenso...

Tenso porque deu um trabalhão chegar até aqui, tipo: sangue, suor e muitas lágrimas...

Tenso porque a gente vai analisando as coisas, vendo que o tempo não perdoa e passa rápido, de dá conta que tudo por aqui é muito fugaz, a existência é como um sopro leve e absolutamente frágil...

Tenso porque dá um medão de as coisas acabarem assim, de uma hora para outra. Se a gente se acostuma até com coisa ruim, imagine então com um monte de coisas boas acontecendo na nossa vida. Fico com medo de estar me tornando mal acostumada, de daqui a algum tempo, quando os maus dias chegarem (e eles sempre vêm, para todos, pode ter certeza), eu não saber agradecer e aceitar com serenidade as coisas...

Eu sei que o meu lema é carpe diem, que é uma bobagem ficar remoendo e me preocupando (tanto) com coisas assim, com o dia de amanhã mas é que eu precisava deixar registrado aqui um pouco de tudo que tem rondado os meus pensamentos nas últimas horas.

Sim, eu estou muito feliz. Mas confesso (meio abestalhada) que tudo isso dá (muito) medo também. E viva a nossa capacidade extrema de viver as ambiguidades!

(Disso eu falo com toda a propriedade)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Se


sábado, 2 de fevereiro de 2013

Novo tempo... apesar dos castigos


Pra que nossa esperança seja mais que a vingança
Seja sempre um caminho que se deixa de herança

Tu_lipa


Sejam bem-vindos!

Mi casa, su casa...
 
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